Qualificação universitária
A maior faculdade de Medicina do mundo”
Apresentação do programa
As técnicas e procedimentos de trabalho do laboratório de análises clínicas reunidas numa especialização da mais alta qualidade pedagógica’’
Este Curso de especialização abrangente proporciona ao aluno as competências necessárias para realizar o seu trabalho com a máxima excelência como profissional clínico num laboratório. Aborda o enquadramento legal de um laboratório clínico, onde a necessidade de normalização do trabalho e de controlo de qualidade dos procedimentos e processos é evidente, dada a elevada procura de testes analíticos.
A especialidade de Análise Clínica é de natureza essencialmente multidisciplinar e este Curso de especialização foi criado tendo em consideração este importante aspeto. O profissional clínico alcançará, com o estudo deste módulo, a excelência no conhecimento de técnicas instrumentais e técnicas de recolha de amostras, como base da metodologia analítica, que é um dos pontos fundamentais da sua especialização como especialista na área. A conclusão deste módulo excede as expetativas de aprendizagem e manipulação de técnicas instrumentais, oferecendo uma preparação especializada para desempenhar estas funções no laboratório.
A crescente procura relativamente a novos problemas de saúde requer uma compreensão mais profunda das patologias. A especialização do profissional de laboratório é essencial para enfrentar as doenças emergentes e, dado o nível de envolvimento dos estudantes no Curso de especialização, a Universidade TECH adaptou-se à nova realidade, oferecendo um inovador formato online de alta qualidade.
Por outro lado, a Microbiologia é a parte da Ciência que trata da identificação dos microrganismos que causam infeções e da determinação da sua sensibilidade a vários medicamentos antimicrobianos. A patologia infecciosa envolve trabalho de equipa entre várias especialidades médicas, porque em todas as especialidades encontramos doentes infetados. Para um diagnóstico microbiológico correto, é essencial uma comunicação adequada e clara entre os diferentes profissionais de cada especialidade.
Um conjunto de conhecimentos e um aprofundamento que o conduzirá à excelência na sua profissão’’
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- Um ensino apoiado por teleprática
- Sistemas de atualização e requalificação contínua
- Uma aprendizagem autorregulada: total compatibilidade com outras atividades
- Exercícios práticos de autoavaliação e verificação da aprendizagem
- Grupos de apoio e sinergias educativas: perguntas ao especialista, fóruns de discussão e conhecimento
- Comunicação com o professor e trabalhos de reflexão individual
- Disponibilidade de acesso aos conteúdos a partir de qualquer dispositivo fixo ou portátil com ligação à Internet
- Bancos de documentos complementares permanentemente disponíveis, incluindo após o Curso de Especialização
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Os professores deste Curso de especialização são profissionais que trabalham atualmente num Laboratório Clínico moderno e acreditado, com uma base de educacional muito sólida e conhecimentos atualizados, tanto em disciplinas científicas como puramente técnicas.
Desta forma, asseguramos que lhe facultamos a atualização educacional que pretendemos. Uma equipa multidisciplinar de profissionais especializados e experientes em diferentes ambientes, que desenvolverão os conhecimentos teóricos de forma eficiente, mas, acima de tudo, colocarão ao serviço do Curso de especialização os conhecimentos práticos derivados da sua própria experiência: uma das qualidades diferenciais desta especialização.
Este domínio do tema é complementado pela eficácia da conceção metodológica deste Curso de especialização em Exames de Diagnóstico no Laboratório de Análises Clínicas. Desenvolvido por uma equipa multidisciplinar de especialistas, esta capacitação integra os últimos avanços da tecnologia educacional. Desta forma, poderá estudar com uma variedade de ferramentas multimédia confortáveis e versáteis que lhe darão a operacionalidade de que necessita na sua especialização.
O nosso conceito inovador de teleprática dar-lhe-á a oportunidade de aprender por meio de uma experiência imersiva, que lhe proporcionará uma integração mais rápida e uma visão muito mais realista dos conteúdos: “Learning from an Expert”"
Plano de estudos
Os conteúdos deste Curso de especialização foram desenvolvidos pelos diferentes especialistas deste curso, com um propósito claro: assegurar que os nossos estudantes adquiram todas as competências necessárias para se tornarem verdadeiros especialistas nesta matéria.
Uma qualificação abrangente e bem estruturada, que o conduzirá aos mais altos padrões de qualidade e sucesso.
Uma especialização de elevada intensidade educacional, que lhe permitirá adquirir as competências profissionais necessárias para trabalhar de forma segura e competente neste interessante ramo’’
Módulo 1. Enquadramento Legal e Normas do Laboratório de Análises Clínicas
1.1. Normas ISO aplicáveis aos laboratórios clínicos modernos
1.1.1. Fluxo de trabalho e livre de resíduos
1.1.2. Mapeamento contínuo dos procedimentos
1.1.3. Arquivamento físico das funções do pessoal
1.1.4. Monitorização das etapas analíticas com indicadores clínicos
1.1.5. Sistemas de comunicação interna e externa
1.2. Segurança e gestão dos resíduos hospitalares
1.2.1. Segurança de laboratórios clínicos
1.2.1.1. Plano de evacuação de emergência
1.2.1.2. Avaliação das aprendizagens
1.2.1.3. Regras de trabalho padronizadas
1.2.1.4. Trabalho sem supervisão
1.2.2. Gestão de resíduos hospitalares
1.2.2.1. Classes de resíduos sanitários
1.2.2.2. Embalagem
1.2.2.3. Destino
1.3. Modelo de padronização dos processos sanitários
1.3.1. Conceito e objetivos da padronização de processos
1.3.2. Variabilidade clínica
1.3.3. A necessidade de gestão de processos
1.4. Gestão de documentação sanitária
1.4.1. Instalação do arquivo
1.4.1.1. Condições estabelecidas
1.4.1.2. Prevenção de incidentes
1.4.2. Segurança nos arquivos
1.4.3. Procedimentos administrativos
1.4.3.1. Plano de trabalho padrão
1.4.3.2. Registos
1.4.3.3. Localização
1.4.3.4. Transferência
1.4.3.5. Conservação
1.4.3.6. Retirada
1.4.3.7. Eliminação
1.4.4. Arquivo de registo eletrónico
1.4.5. Garantia de qualidade
1.4.6. Fecho do arquivo
1.5. Verificação da qualidade num laboratório clínico
1.5.1. Contexto legal de qualidade nos cuidados de saúde
1.5.2. As funções do pessoal como garantia de qualidade
1.5.3. Inspeções sanitárias
1.5.3.1. Conceito
1.5.3.2. Tipos de inspeção
1.5.3.2.1. Estudos
1.5.3.2.2. Instalações
1.5.3.2.3. Processos
1.5.4. Auditorias de dados clínicos
1.5.4.1. Conceito de auditoria
1.5.4.2. Certificações ISO
1.5.4.2.1. Laboratório: ISO 15189, ISO 17025
1.5.4.2.2. ISO 17020, ISO 22870
1.5.4.3. Certificações
1.6. Avaliação da qualidade analítica: indicadores clínicos
1.6.1. Descrição do sistema
1.6.2. Flowchart do trabalho
1.6.3. A importância da qualidade do laboratório
1.6.4. Gestão de procedimentos de análises clínicas
1.6.4.1. Controlo da qualidade
1.6.4.2. Extração e manipulação de amostras
1.6.4.3. Verificação e validação nos métodos
1.7. Níveis de decisão clínica dentro dos intervalos de referência
1.7.1. Análises clínicas laboratoriais
1.7.1.1. Conceito
1.7.1.2. Parâmetros clínicos padrão
1.7.2. Intervalos de referência
1.7.2.1. Intervalos laboratoriais. Unidades internacionais
1.7.2.2. Guia de validação do método analítico
1.7.3. Níveis de decisão clínica
1.7.4. Sensibilidade e especificidade dos resultados clínicos
1.7.5. Valores críticos. Variabilidade
1.8. Processamento dos pedidos de ensaios clínicos
1.8.1. Tipos mais comuns de pedidos
1.8.2. Uso eficiente vs. Excesso de demanda
1.8.3. Exemplo prático de pedidos hospitalares
1.9. O método científico na análise clínica
1.9.1. Perguntas PICO
1.9.2. Protocolo
1.9.3. Pesquisa Bibliográfica
1.9.4. Projeto do estudo
1.9.5. Recolha de dados
1.9.6. Análise estatística e interpretação dos resultados
1.9.7. Publicação dos resultados
1.10. Medicina baseada em evidências. Aplicação em análise clínica
1.10.1. Conceito de evidência científica
1.10.2. Classificação dos níveis de evidência científica
1.10.3. Diretrizes de Rotina para a Prática Clínica
1.10.4. Evidências aplicadas às análises clínicas. Amplitude do benefício
Módulo 2. Técnicas Instrumentais no Laboratório de Análises Clínicas
2.1. Técnicas instrumentais em análises clínicas
2.1.1. Introdução
2.1.2. Conceitos fundamentais
2.1.3. Classificação dos métodos instrumentais
2.1.3.1. Métodos clássicos
2.1.3.2. Métodos Instrumentais
2.1.4. Preparação de reagentes, soluções, tampões e controlos
2.1.5. Calibração de equipamentos
2.1.5.1. Importância da calibração
2.1.5.2. Métodos de calibração
2.1.6. Processo de análises clínicas
2.1.6.1. Razões para solicitar uma análise clínica
2.1.6.2. Fases que constituem o processo de análise
2.1.6.3. Preparação do paciente e recolha de amostras
2.2. Técnicas microscópicas em análises clínicas
2.2.1. Introdução e conceitos
2.2.2. Tipos de microscópios
2.2.2.1. Microscópios óticos
2.2.2.2. Microscópios eletrónicos
2.2.3. Lentes, luz e formação de imagem
2.2.4. Manuseamento e manutenção de microscópios de luz visível
2.2.4.1. Manuseamento e propriedades
2.2.4.2. Manutenção
2.2.4.3. Incidentes na observação
2.2.4.4. Aplicação em análises clínicas
2.2.5. Outros microscópios. Caraterísticas e manuseamento
2.2.5.1. Microscópio de campo escuro
2.2.5.2. Microscópio de luz polarizada
2.2.5.3. Microscópio de interferência
2.2.5.4. Microscópio invertido
2.2.5.5. Microscópio de luz ultravioleta
2.2.5.6. Microscópio de fluorescência
2.2.5.7. Microscópio eletrónico
2.3. Técnicas microbiológicas em análises clínicas
2.3.1. Introdução e conceito
2.3.2. Conceção e normas de trabalho do laboratório de microbiologia clínica
2.3.2.1. Normas e recursos necessários
2.3.2.2. Rotinas e procedimentos laboratoriais
2.3.2.3. Esterilidade e contaminação
2.3.3. Técnicas de cultura de células
2.3.3.1. Meios de cultura
2.3.4. Procedimentos de extensão e coloração mais usados em microbiologia clínica
2.3.4.1. Reconhecimento de bactérias
2.3.4.2. Citológicas
2.3.4.3. Outros procedimentos
2.3.5. Outros métodos de análise microbiológica
2.3.5.1. Exame microscópico direto. Identificação da flora normal e patogénica
2.3.5.2. Identificação por testes bioquímicos
2.3.5.3. Testes imunológicos rápidos
2.4. Técnicas volumétricas, gravimétricas, eletroquímicas e de titulação
2.4.1. Volumetria. Introdução e conceito
2.4.1.1. Classificação dos métodos
2.4.1.2. Procedimento laboratorial para realizar a volumetria
2.4.2. Gravimetria
2.4.2.1. Introdução e conceito
2.4.2.2. Classificação dos métodos gravimétricos
2.4.2.3. Procedimento laboratorial para realizar a gravimetria
2.4.3. Técnicas eletroquímicas
2.4.3.1. Introdução e conceito
2.4.3.2. Potenciometria
2.4.3.3. Amperometria
2.4.3.4. Coulometria
2.4.3.5. Condutimetria
2.4.3.6. Aplicações em análises clínicas
2.4.4. Classificações
2.4.4.1. Ácido-base
2.4.4.2. Precipitação
2.4.4.3. Formação complexa
2.4.4.4. Aplicações em análises clínicas
2.5. Técnicas espectrais em análises clínicas
2.5.1. Introdução e conceitos
2.5.1.1. A radiação eletromagnética e a sua interação com a matéria
2.5.1.2. Absorção e emissão da radiação
2.5.2. Espectrofotometria. Aplicação em análises clínicas
2.5.2.1. Instrumentação
2.5.2.2. Procedimento
2.5.3. Espectrofotometria de absorção atómica
2.5.4. Fotometria de chama
2.5.5. Fluorimetria
2.5.6. Nefelometria e turbidimetria
2.5.7. Espectrometria de massa e refletância
2.5.7.1. Instrumentação
2.5.7.2. Procedimento
2.5.8. Aplicações das técnicas espectrais mais utilizadas atualmente em análises clínicas
2.6. Técnicas de imunoensaio em análises clínicas
2.6.1. Introdução e conceitos
2.6.1.1. Conceitos de imunologia
2.6.1.2. Tipos de imunoensaios
2.6.1.3. Reatividade cruzada e antigéneo
2.6.1.4. Moléculas de deteção
2.6.1.5. Quantificação e sensibilidade analítica
2.6.2. Técnicas imunohistoquímicas
2.6.2.1. Conceito
2.6.2.2. Procedimento imunohistoquímico
2.6.3. Técnica de enzimas imunohistoquímicas
2.6.3.1. Conceito e procedimento
2.6.4. Imunofluorescência
2.6.4.1. Conceitos e classificação
2.6.4.2. Procedimento de imunofluorescência
2.6.5. Outros métodos de imunoensaio
2.6.5.1. Imunonefelometria
2.6.5.2. Imunodifusão radial
2.6.5.3. Imunoturbidimetria
2.7. Técnicas de separação em análises clínicas. Cromatografia e Eletroforese
2.7.1. Introdução e conceitos
2.7.2. Técnicas cromatográficas
2.7.2.1. Princípios, conceitos e classificação
2.7.2.2. Cromatografia gás-líquido. Conceitos e procedimento
2.7.2.3. Cromatografia Líquida de Alta Eficiência. Conceitos e procedimento
2.7.2.4. Cromatografia em camada fina
2.7.2.5. Aplicações em análises clínicas
2.7.3. Técnicas eletroforéticas
2.7.3.1. Introdução e conceitos
2.7.3.2. Instrumentação e procedimento
2.7.3.3. Finalidade e campo de aplicação em análises clínicas
2.7.3.4. Eletroforese capilar
2.7.3.4.1. Eletroforese de proteínas séricas
2.7.4. Técnicas híbridas: Massas ICP, massas de gases e massas líquidas
2.8. Técnicas de biologia molecular em análises clínicas
2.8.1. Introdução e conceitos
2.8.2. Técnica de extração de ADN e ARN
2.8.2.1. Procedimento e conservação
2.8.3. Reação em cadeia da polimerase PCR
2.8.3.1. Conceito e fundamentação
2.8.3.2. Instrumentação e procedimento
2.8.3.3. Modificações no método PCR
2.8.4. Técnicas de hibridização
2.8.5. Sequenciação
2.8.6. Análise de proteínas por Western Blot
2.8.7. Proteómica e genómica
2.8.7.1. Conceitos e procedimentos em análises clínicas
2.8.7.2. Tipos de estudos em proteómica
2.8.7.3. Bioinformática e proteómica
2.8.7.4. Metabolómica
2.8.7.5. Relevância na biomedicina
2.9. Técnicas para a determinação de elementos figurados. Citometria de fluxo. Análises à beira do leito
2.9.1. Contagem de hemácias
2.9.1.1. Contagem de células. Procedimento
2.9.1.2. Patologias diagnosticadas com esta metodologia
2.9.2. Contagem dos leucócitos
2.9.2.1. Procedimento
2.9.2.2. Patologias diagnosticadas com esta metodologia
2.9.3. Citometria de fluxo
2.9.3.1. Introdução e conceitos
2.9.3.2. Procedimento da técnica
2.9.3.3. Aplicações da citometria em análises clínicas
2.9.3.3.1. Aplicações em hemato-oncologia
2.9.3.3.2. Aplicações em alergia
2.9.3.3.3. Aplicações para a infertilidade
2.9.4. Análises à beira do leito
2.9.4.1. Conceito
2.9.4.2. Tipos de amostras
2.9.4.3. Técnicas usadas
2.9.4.4. Aplicações de análises à beira do leito mais usadas
2.10. Interpretação dos resultados, avaliação dos métodos analíticos e das interferências analíticas
2.10.1. Relatório de laboratório
2.10.1.1. Conceito
2.10.1.2. Elementos caraterísticos do relatório do laboratório
2.10.1.3. Interpretação do relatório
2.10.2. Avaliação de métodos analíticos em análises clínicas
2.10.2.1. Conceitos e objetivos
2.10.2.2. Linearidade
2.10.2.3. Veracidade
2.10.2.4. Precisão
2.10.3. Interferências analíticas
2.10.3.1. Conceito, fundamento e classificação
2.10.3.2. Interferências endógenas
2.10.3.3. Interferências exógenas
2.10.3.4. Procedimentos para detetar e quantificar uma interferência num método ou análise específica
Módulo 3. Bioquímica IV
3.1. Estudo da Fertilidade e Infertilidade Humana
3.1.1. Problemas ginecológicos mais frequentes
3.1.1.1. Malformações do aparelho reprodutor
3.1.1.2. Endometriose
3.1.1.3. Ovários policísticos
3.1.1.4. Concentração sérica de FSH
3.1.2. Problemas andrológicos mais comuns
3.1.2.1. Alteração da qualidade do sémen
3.1.2.2. Ejaculação retrógrada
3.1.2.3. Lesões neurológicas
3.1.2.4. Concentração de FSH
3.2. Técnicas atuais de Reprodução Assistida
3.2.1. Inseminação Artificial ou IA
3.2.2. IAC
3.2.3. IAD
3.2.4. Punção ovárica
3.2.5. Fertilização in vitro e injeção intracitoplasmática de espermatozoides
3.2.6. Transferência de gametas
3.3. Técnicas de preservação de gametas no laboratório de urologia. Banco de doações de gametas
3.3.1. Enquadramento legal atual
3.3.2. Princípios da criopreservação celular
3.3.3. Protocolo para congelamento/descongelamento de óvulos
3.3.4. Protocolo para congelamento/descongelamento de sémen
3.3.5. Banco de doações de gametas
3.3.5.1. Conceito e objetivo da reprodução assistida
3.3.5.2. Caraterísticas de um dador
3.4. Estudo de embriologia e andrologia em laboratórios clínicos
3.4.1. Cultura pré-embrionária e de espermatozoides
3.4.2. Etapas embrionárias
3.4.3. Técnicas de estudo do sémen
3.4.3.1. Espermograma
3.4.3.2. Lavagem seminal
3.5. Técnicas de laboratório para o estudo do crescimento, senescência e apoptose celular
3.5.1. Estudo do crescimento celular
3.5.1.1. Conceito
3.5.1.2. Parâmetros de condicionamento do crescimento celular
3.5.1.2.1. Viabilidade
3.5.1.2.2. Multiplicação
3.5.1.2.3. Temperatura
3.5.1.2.4. Agentes externos
3.5.1.3. Aplicações práticas em análises clínicas
3.5.2. Estudo da senescência e apoptose celular
3.5.2.1. Conceito de senescência
3.5.2. Coloração de hematoxilina-eosina
3.5.4. Aplicação clínica do stress oxidativo
3.6. Análise dos fluidos corporais
3.6.1. Líquido amniótico
3.6.2. Saliva. Nasofaringe
3.6.3. LCR
3.6.4. Líquido sinovial
3.6.5. Pleural
3.6.6. Pericárdico
3.6.7. Peritoneal
3.7. Estudo da urina no laboratório de urologia e de anatomia patológica
3.7.1. Urinálise sistemática
3.7.2. Urocultura
3.7.3. Citologia de Anatomia Patológica
3.8. Estudo clínico das fezes
3.8.1. Estudo físico
3.8.2. Sangue oculto nas fezes
3.8.3. Estudo a fresco
3.8.4. Coprocultura
3.9. Estudo molecular do cancro. Marcadores tumorais mais frequentes
3.9.1. PSA
3.9.2. EGFR
3.9.3. Gene HER2
3.9.4. CD20
3.9.5. Enolase neuroespecífica (NSE)
3.9.6. FAP
3.9.7. Gene ALK
3.9.8. Gene ROS1
3.9.9. Mutação BRAF V600
3.10. Monitorização terapêutica de medicamentos. Farmacocinética
3.10.1. Conceito
3.10.2. Parâmetros de estudo
3.10.2.1. Absorção
3.10.2.2. Distribuição
3.10.2.3. Eliminação
3.10.3. Aplicações clínicas da farmacocinética
Módulo 4. Microbiologia e Parasitologia
4.1. Noções gerais em Microbiologia
4.1.1. Estrutura dos microorganismos
4.1.2. Nutrição, metabolismo e crescimento microbiano
4.1.3. Taxonomia microbiana
4.1.4. Genómica e Genética microbianas
4.2. Estudo de infeções bacterianas
4.2.1. Cocos Gram-positivo
4.2.2. Cocos Gram-negativo
4.2.3. Bacilos Gram-positivo
4.2.4. Bacilos Gram-negativo
4.2.5. Outras bactérias de interesse clínico
4.2.5.1. Legionella pneumophila
4.2.5.2. Micobactérias
4.3. Técnicas gerais em Microbiologia
4.3.1. Processamento de amostras microbiológicas
4.3.2. Tipos de amostras microbiológicas
4.3.3. Técnicas de sementeira
4.3.4. Tipos de coloração em Microbiologia
4.3.5. Técnicas atuais para a identificação de microorganismos
4.3.5.1. Exames bioquímicos
4.3.5.2. Sistemas comerciais manuais ou automáticos e galerias de multiteste
4.3.5.3. Espectrometria de massa MALDI TOF
4.3.5.4. Testes moleculares
4.3.5.4.1. RNAr 16S
4.3.5.4.2. RNAr 16S-23S
4.3.5.4.3. RNAr 23S
4.3.5.4.4. Gene rpoB
4.3.5.4.5. Gene gyrB
4.3.5.5. Diagnóstico serológico de infeções microbianas
4.4. Teste de suscetibilidade antimicrobiana
4.4.1. Mecanismos de resistência antimicrobiana
4.4.2. Teste de sensibilidade
4.4.3. Antibacterianos
4.5. Estudo de infeções virais
4.5.1. Princípios básicos em Virologia
4.5.2. Taxonomia
4.5.3. Vírus que afetam o sistema respiratório
4.5.4. Vírus que afetam o sistema digestivo
4.5.5. Vírus que afetam o sistema nervoso central
4.5.6. Vírus que afetam o sistema reprodutor
4.5.7. Vírus sistémicos
4.6. Técnicas gerais em Virologia
4.6.1. Processamento de amostras
4.6.2. Técnicas de laboratório para diagnóstico viral
4.6.3. Antivirais
4.7. Infeções fúngicas mais comuns
4.7.1. Informações gerais sobre fungos
4.7.2. Taxonomia
4.7.3. Micoses primárias
4.7.4. Micoses oportunistas
4.7.5. Micoses subcutâneas
4.7.6. Micoses cutâneas e superficiais
4.7.7. Micoses de etiologia atípica
4.8. Técnicas de diagnóstico em Micologia Clínica
4.8.1. Processamento de amostras
4.8.2. Estudo de micoses superficiais
4.8.3. Estudo de micoses subcutâneas
4.8.4. Estudo de micoses profundas
4.8.5. Estudo de micoses oportunistas
4.8.6. Técnicas de diagnóstico
4.8.7. Antifúngicos
4.9. Doenças parasitárias
4.9.1. Conceitos gerais em Parasitologia
4.9.2. Protozoa
4.9.2.1. Amebas (Sarcodina)
4.9.2.2. Ciliados (Ciliophora)
4.9.2.3. Flagelados (Mastigophora)
4.9.2.4. Apicomplexa
4.9.2.5. Plasmodium
4.9.2.6. Sarcocystis
4.9.2.7. Microsporídia
4.9.3. Helmintos
4.9.3.1. Nematelmintos
4.9.3.2. Platelmintos
4.9.3.2.1. Cestoda
4.9.3.2.2. Trematódeos
4.9.4. Artrópodes
4.10. Técnicas de diagnóstico em Parasitologia Clínica
4.10.1. Processamento de amostras
4.10.2. Métodos de diagnóstico
4.10.3. Antiparasitários
Um plano de ensino abrangente, estruturado em unidades didáticas completas e específicas, orientadas para uma aprendizagem compatível com a sua vida pessoal e profissional’’
Curso de Especialização em Exames de Diagnóstico no Laboratório de Análises Clínicas
O correto tratamento de uma patologia está intrinsecamente dependente de um diagnóstico primário isento de erros. Tal avaliação requer testes específicos dependendo do caso em questão, desde medições hematológicas, urológicas e genómicas, entre muitas outras, até análises microbiológicas e bioquímicas detalhadas. O desenvolvimento médico completo gira em torno da ciência inquisitiva mais exata. Na TECH queremos formar novas mentes científicas que contribuam para a melhoria dos processos de saúde, por isso apresentamos o Curso de Especialização em Testes de Diagnóstico em Laboratório de Análises Clínicas: um curso de pós-graduação dividido em quatro abordagens: a primeira, referente à padronização de parâmetros, regulamentos e enquadramento legal que engloba o funcionamento de um laboratório clínico, a segunda, dedicado às técnicas instrumentais, a terceira, aprofundando a bioquímica e a genética, e a quarta, abordando tudo relacionado à microbiologia e parasitologia. Não encontrará em nenhum outro lugar um programa tão completo, entregue em pouco tempo e com a facilidade de acesso que a nossa metodologia virtual prioriza.
Siga em frente e seja um especialista em laboratórios clínicos
Um oncologista pode proceder com total confiança para tratar uma neoplasia se houver um parâmetro que não foi levado em consideração no momento da citometria? É aconselhável prescrever medicamentos a um paciente com suspeita de patologia viral se as análises iniciais com o método de PCR não forem 100% confiáveis? A resposta em ambos o caso é obviamente negativa. Daí ser tão crucial para a qualidade médica formar-se numa área como testes de diagnóstico em ambientes laboratoriais. O programa que oferecemos reúne os conhecimentos mais essenciais para realizar um trabalho ideal nessas áreas. Quer aprender técnicas de cultura de células, tornar-se proficiente em gravimetria ou obter uma compreensão mais profunda da taxonomia virológica? Esta é a sua oportunidade. Na TECH Global Universitye Tecnológica abrimos as portas para todo um compêndio de conhecimentos práticos para que possa agregar competências à sua carreira e expandir-se em diferentes áreas do setor trabalhista. Aprender mais em menos tempo e de uma forma completamente nova é possível graças ao nosso modelo educacional. Atreva-se a tornar-se um especialista médico-científico de uma categoria sofisticada.