Apresentação do programa

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Este Curso de especialização irá conduzir o aluno através de vários aspetos fundamentais da reprodução assistida: anatomia da reprodução humana, neuroendocrinologia da reprodução, ovogénese e espermatogénese e outros aspetos fundamentais.

Ao longo do Curso de especialização, o estudo da infertilidade feminina irá começar pelos aspetos mais básicos. Através da história clínica, o aluno de enfermagem começará por identificar os fatores mais importantes envolvidos na mesma e conhecer as patologias mais relevantes e frequentes que afetam as mulheres com infertilidade, aprendendo a realizar todos os exames e protocolos correspondentes à sua atividade.

Estes conhecimentos serão igualmente desenvolvidos no domínio da infertilidade masculina, apresentando uma visão global e específica de todos os aspetos destas perturbações. Esta especialização é extremamente relevante, uma vez que os enfermeiros estão envolvidos em muitos dos processos integrados na gestão da infertilidade. Os enfermeiros podem ser responsáveis pelos espermogramas, pela análise e tratamento de amostras, pela congelação do sémen, pela lavagem seminal ou até pela gestão do banco de dadores masculinos. 

Outro dos aspectos estudados neste Curso de especialização é a relação entre a genética e a imunologia e a reprodução assistida. Será também abordada a importância da cariotipagem na consulta de reprodução assistida. Serão analisadas técnicas mais complexas e inovadoras, como os Arrays de CGH, que são utilizadas no diagnóstico genético pré-implantação, os conceitos-chave da imunologia, o sistema imunitário da mulher, em constante mudança, bem como as populações de células que o compõem, a fim de poder abordar os problemas que podem surgir quando existem fatores auto-imunes ou aloimunes que comprometem a fertilidade. Serão também abordados os principais tratamentos que podem ser utilizados nestes casos. Por último, serão abordados dois casos específicos, a endometriose e a infeção por Chlamydia trachomatis, que estão intimamente relacionadas com a inflamação e o sistema imunitário. 

Se revisarán técnicas más complejas y novedosas, como los Arrays de CGH, que se usan en el diagnóstico genético preimplantacional. se revisarán los conceptos claves de la inmunología, se hablará sobre el sistema inmunitario de la mujer, siempre en constante cambio, y de las poblaciones celulares que lo componen para poder desarrollar los posibles problemas que pueden aparecer cuando existen factores autoinmunes o aloinmunes que comprometen la fertilidad. También se comentarán los principales tratamientos que se pueden llevar a cabo en estos casos. Para finalizar, se comentarán dos casos específicos, la endometriosis y la infección por Chlamydia trachomatis, muy relacionadas con la inflamación y el sistema inmune.

Uma especialização muito específica que o irá atualizar quanto aos últimos avanços no campo da Reprodução Assistida para enfermeiros, com a competência de um profissional de alto nível”

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A aprendizagem deste Curso de especialização desenvolve-se através dos meios didáticos e dos melhores recursos online para garantir que os seus esforços terão os melhores resultados possíveis"

O corpo docente é composto por profissionais de diferentes áreas relacionadas com esta especialidade. Desta forma, a TECH garante que cumpre o objetivo da atualização educativa pretendido. Uma equipa multidisciplinar de profissionais especializados e experientes em diferentes ambientes, que desenvolverão os conhecimentos teóricos de forma eficiente, mas, acima de tudo, colocarão ao serviço do Curso de especialização os conhecimentos práticos derivados da sua própria experiência: uma das qualidades diferenciais desta especialização.

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Plano de estudos

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Módulo 1. Anatomia e fisiologia da reprodução

1.1. Anatomia dos órgãos reprodutores femininos

1.1.1. Introdução
1.1.2. Órgãos genitais femininos externos

1.1.2.1. Vulva
1.1.2.2. Monte de Vénus
1.1.2.3. Lábios maiores
1.1.2.4. Lábios menores
1.1.2.5. Vestíbulo vaginal
1.1.2.6. Clitóris
1.1.2.7. Bulbos do vestíbulo

1.1.3. Órgãos genitais femininos internos

1.1.3.1. Vagina
1.1.3.2. Útero
1.1.3.3. Trompas de Falópio
1.1.3.4. Ovários

1.2. Endocrinologia do sistema reprodutivo feminino

1.2.1. Introdução
1.2.2. O hipotálamo

1.2.2.1. GnRH

1.2.3. A hipófise

1.2.3.1. FSH e LH

1.2.4. Hormonas esteróides

1.2.4.1. Introdução
1.2.4.2. Síntese
1.2.4.3. Mecanismo de ação
1.2.4.4. Estrogénios
1.2.4.5. Androgénios
1.2.4.6. Progestogénios

1.2.5. Modulação externa: endorfinas e melatonina 
1.2.6. Pulsos de GnRH: relação cérebro-ovário 
1.2.7. Agonistas e antagonistas de GnRH

1.3. Ciclo menstrual

1.3.1. Ciclo menstrual
1.3.2. Indicadores bioquímicos do ciclo menstrual

1.3.2.1. Hormonas no estado basal
1.3.2.2. Ovulação
1.3.2.3. Avaliação da reserva ovariana. Hormona anti-mulleriana 

1.3.3. Indicadores ecográficos do ciclo menstrual

1.3.3.1. Contagem de folículos
1.3.3.2. Ecografia endometrial

1.3.4. Fim da idade reprodutiva

1.3.4.1. Pré-menopausa
1.3.4.2. Menopausa
1.3.4.3. Pós-menopausa

1.4. Ovogénese (foliculogénese e ovulação)

1.4.1. Meiose. Da oogónia ao oócito MII
1.4.2. Tipos de folículos e a sua relação com a ovogénese. Dinâmica folicular 
1.4.3. Recrutamento ovárico e ovulação 
1.4.4. O oócito MII: marcadores de qualidade dos oócitos
1.4.5. Maturação de oócitos in vitro.

1.5. Anatomia dos órgãos reprodutores masculinos

1.5.1. Órgãos genitais masculinos externos

1.5.1.1. Testículos
1.5.1.2. Pénis
1.5.1.3. Epidídimo
1.5.1.4. Canais deferentes

1.5.2. Órgãos genitais masculinos internos

1.5.2.1. Vesículas seminais
1.5.2.2. Canal ejaculatório
1.5.2.3. Próstata
1.5.2.4. Uretra
1.5.2.5. Glândulas bulbouretrais

1.6. Endocrinologia do sistema reprodutor masculino

1.6.1. Regulação da função testicular
1.6.2. Biossíntese de androgénios
1.6.3. Inibidores e ativinas
1.6.4. Prolactina
1.6.5. Prostaglandinas
1.6.6. Estrogénios
1.6.7. Outros fatores

1.7. Espermatogénese

1.7.1. Meiose
1.7.2. Diferenças entre a ovogénese e a espermatogénese
1.7.3. O túbulo seminífero

1.7.3.1. Hormonas envolvidas
1.7.3.2. Tipos de células

1.7.4. A barreira hemato-testicular
1.7.5. Controlo endócrino e parácrino

1.8. Fecundação

1.8.1. Transporte de gâmetas
1.8.2. Amadurecimento de gâmetas
1.8.3. Interação de gâmetas

1.9. Desenvolvimento embrionário

1.9.1. A formação do zigoto
1.9.2. Primeiras divisões
1.9.3. Formação do blastocisto e implantação
1.9.4. Gastrulação: formação da mesoderme

1.9.4.1. Formação da notocorda
1.9.4.2. Estabelecimento dos eixos corporais
1.9.4.3. Estabelecimento dos destinos celulares
1.9.4.4. Crescimento do trofoblasto

1.9.5. Período embrionário ou organogénese

1.9.5.1. Ectoderme
1.9.5.2. Mesoderme
1.9.5.3. Endoderme

1.10. Efeito da idade sobre o sistema reprodutor feminino e masculino

1.10.1. Sistema reprodutor feminino
1.10.2. Sistema reprodutor masculino

Módulo 2. Estudo da infertilidade feminina

2.1. Estudo inicial

2.1.1. Introdução
2.1.2. Base do estudo por fatores
2.1.3. História clínica
2.1.4. Exame físico
2.1.5. Estudos básicos de infertilidade
2.1.6. Estudos complementares de acordo com o fator alterado

2.2. Fator ovariano

2.2.1. Idade

2.2.1.1. Idade e reserva ovariana
2.2.1.2. Falha ovariana precoce
2.2.1.3. Estudos para avaliar a reserva ovariana

2.2.1.3.1. AMH
2.2.1.3.2. RFA
2.2.1.3.3. Outras hormonas

2.2.2. Anovulação

2.2.2.1. O que é a anovulação?
2.2.2.2. Manifestações clínicas
2.2.2.3. Importância da fase lútea
2.2.2.4. Causas

2.2.2.4.1. Síndrome do ovário poliquístico
2.2.2.4.2. Perturbações hormonais mais comuns
2.2.2.4.3. Outras causas

2.2.2.5. Estudos para avaliar a ovulação

2.2.2.5.1. Perfil hormonal ginecológico
2.2.2.5.2. Outras hormonas

2.2.2.5.2.1. Hormonas tiroides
2.2.2.5.2.2. Prolactina
2.2.2.5.2.3. Androgénios

2.2.2.5.3. Progesterona de fase lútea

2.3. Fator uterino e tubal

2.3.1. Útero

2.3.1.1. Útero e endométrio
2.3.1.2. Malformações Müllerianas
2.3.1.3. Miomas e pólipos
2.3.1.4. Síndrome de Asherman
2.3.1.5. Fator uterino e falha na implantação
2.3.1.6. Fator uterino e aborto recorrente

2.3.2. As trompas de Falópio

2.3.2.1. Obstrução tubária

2.3.2.1.1. Infeciosa
2.3.2.1.2. Cirúrgica
2.3.2.1.3. Endometriose
2.3.2.1.4. Outros

2.3.3. Estudos

2.3.3.1. Ecografia 2D e 3D
2.3.3.2. Histeroscopia e outros

2.3.3.2.1. Histeroscopia
2.3.3.2.2. Histerosalpingografia
2.3.3.2.3. Histerosonografia
2.3.3.2.4. Histerolaparoscopia
2.3.3.2.5. RMN

2.4. Fator infecioso

2.4.1. Infeções e infertilidade
2.4.2. Infeções mais frequentes
2.4.3. Doença pélvica inflamatória
2.4.4. Hidrossalpinge
2.4.5. Estudos

2.4.5.1. Culturas e culturas especiais
2.4.5.2. PCR e outros

2.5. Fator genético

2.5.1. A genética na atualidade
2.5.2. Alterações genéticas mais frequentes

2.5.2.1. Síndrome de Turner
2.5.2.2. Síndrome do X Frágil
2.5.2.3. Trombofilias hereditárias
2.5.2.4. Outras mutações

2.5.3. Estudos de rastreio

2.6. Fator imunológico

2.6.1. Sistema imunitário e fertilidade
2.6.2. Principais perturbações

2.6.2.1. Síndrome dos anticorpos antifosfolipídicos
2.6.2.2. Lúpus eritematoso sistémico (LES)
2.6.2.3. Outros

2.6.3. Testes imunológicos chave

2.7. Endometriose

2.7.1. Endometriose na atualidade
2.7.2. Implicações na fertilidade
2.7.3. A paciente com endometriose
2.7.4. Estudo clínico e laboratorial

2.8. Falha de implantação e aborto recorrente

2.8.1. Falha na implantação

2.8.1.1. Definição
2.8.1.2. Principais causas
2.8.1.3. Estudo

2.8.2. Aborto recorrente

2.8.2.1. Definição
2.8.2.2. Principais causas
2.8.2.3. Estudo

2.9. Considerações especiais

2.9.1. Fator cervical

2.9.2.1. Importância da fisiologia cervical
2.9.2.2. Teste pós-coital

2.9.2. Sexologia

2.9.2.1. Vaginismo

2.9.3. Causas psicológicas
2.9.4. Infertilidade de origem desconhecida

2.9.4.1. Definição
2.9.4.2. O que fazer?

2.9.5. Abordagem integral

2.10. Conclusões

Módulo 3. Estudo da infertilidade masculina

3.1. Estudo inicial

3.1.1. Objetivos
3.1.2. Quando fazê-lo?
3.1.3. Avaliação mínima
3.1.4. Avaliação ótima
3.1.5. História clínica
3.1.6. Exame físico

3.2. Exames complementares

3.2.1. Testes de função do esperma
3.2.2. Determinações hormonais
3.2.3. Ecografia e ecografia com Doppler escrotal
3.2.4. Ecografia transretal
3.2.5. Estudo bacteriológico do sémen
3.2.6. Análise de urina pós-orgasmo

3.3. Estudos genéticos

3.3.1. Cariótipo
3.3.2. Microdeleções Yq
3.3.3. Mutações CFTR
3.3.4. Estudos de cromossomas meióticos
3.3.5. FISH de espermatozoides

3.4. Espermograma

3.4.1. Considerações básicas
3.4.2. Manuseamento adequado da amostra
3.4.3. Recolha da amostra

3.4.3.1. Preparação
3.4.3.2. Recolha para diagnóstico
3.4.3.3. Recolha para utilização em reprodução assistida
3.4.3.4. Recolha para análise microbiológica
3.4.3.5. Recolha em casa
3.4.3.6. Recolha com preservativo

3.4.4. Exame macroscópico inicial

3.4.4.1. Liquefação
3.4.4.2. Viscosidade
3.4.4.3. Aparência
3.4.4.4. Volume
3.4.4.5. pH

3.4.5. Exame microscópico inicial

3.4.5.1. Como obter uma amostra representativa?
3.4.5.2. Quantidade da amostra
3.4.5.3. Agregação
3.4.5.4. Aglutinação
3.4.5.5. Presença de outros elementos celulares que não sejam espermatozoides

3.4.6. Motilidade
3.4.7. Vitalidade
3.4.8. Concentração
3.4.9. Contagem de células que não sejam espermatozoides
3.4.10. Morfologia do esperma
3.4.11. Presença de leucócitos no sémen
3.4.12. Teste de anticorpos anti-espermatozoides
3.4.13. Análise automatizada

3.5. Análise e processamento de amostras para técnicas de reprodução assistida (TRA)

3.5.1. Lavagem
3.5.2. Swim-up
3.5.3. Gradientes de densidade

3.6. Congelação de sémen

3.6.1. Indicações
3.6.2. Crioprotetores
3.6.3. Técnicas de congelação de sémen
3.6.4. Contentores de armazenamento

3.7. Lavagem de sémen para homens com VIH, Hepatite B e Hepatite C 

3.7.1. Hepatite B
3.7.2. VIH
3.7.3. Hepatite C
3.7.4. Considerações gerais

3.8. Doação de sémen

3.8.1. Generalidades
3.8.2. Indicações
3.8.3. Considerações dos dadores de sémen
3.8.4. Testes recomendados
3.8.5. Anonimato
3.8.6. Escolha do dador adequado
3.8.7. Riscos
3.8.8. Cessação da doação

3.9. Técnicas complementares de seleção de espermatozoides

3.9.1. MACS (classificação de células marcadas magneticamente)

3.9.1.1. Bases biológicas da técnica
3.9.1.2. Indicações
3.9.1.3. Vantagens e desvantagens

3.9.2. IMSI (injeção intracitoplasmática de espermatozoides selecionados morfologicamente)

3.9.2.1. Procedimento
3.9.2.2. Indicações
3.9.2.3. Vantagens e desvantagens

3.9.3. Seleção baseada na união a ácido hialurónico

3.9.3.1. Procedimento
3.9.3.2. Indicações
3.9.3.3. Vantagens e desvantagens

3.10. Terapias orais. Utilização de antioxidantes 

3.10.1. Conceito de antioxidante
3.10.2. Espécies de oxigénio reativo (ROS)
3.10.3. Fatores que levam ao aumento de ROS no sémen
3.10.4. Danos causados pelo aumento de ROS nos espermatozoides
3.10.5. Sistema antioxidante no sémen

3.10.5.1. Antioxidantes enzimáticos
3.10.5.2. Superóxido dismutasa
3.10.5.3. Catalase
3.10.5.4. Óxido nítrico sintase
3.10.5.5. Glutationa S-transferase
3.10.5.6. Peroxirredoxina
3.10.5.7. Tiorredoxinas
3.10.5.8. Glutationa peroxidase

3.10.6. Suplementação exógena

3.10.6.1. Ácidos gordos ómega 3
3.10.6.2. Vitamina C
3.10.6.3. Coenzima Q10
3.10.6.4. L-Carnitina
3.10.6.5. Vitamina E
3.10.6.6. Selénio
3.10.6.7. Zinco
3.10.6.8. Ácido fólico
3.10.6.9. L-Arginina
3.10.7. Conclusões

Módulo 4. Genética e imunologia da reprodução

4.1. Citogenética básica: a importância do cariótipo

4.1.1. O ADN e a sua estrutura

4.1.1.1. Genes
4.1.1.2. Cromossomas

4.1.2. O cariótipo
4.1.3. Usos do cariótipo: diagnóstico pré-natal 

4.1.3.1. Amniocentese
4.1.3.2. Biópsia de vilosidades coriónicas
4.1.3.3. Análise de abortos
4.1.3.4. Estudos de meiose

4.1.4. A nova era do diagnóstico: citogenética molecular e sequenciação massiva

4.1.4.1. FISH
4.1.4.2. Arrays de CGH
4.1.4.3. Sequenciação massiva

4.1.5. Origem e etiologia das anomalias cromossómicas

4.1.5.1. Introdução
4.1.5.2. Classificação de acordo com a origem

4.1.5.2.1. Numéricas
4.1.5.2.2. Estruturais
4.1.5.2.3. Mosaicismo

4.1.5.3. Classificação de acordo com a etiologia

4.1.5.3.1. Autossómicas
4.1.5.3.2. Sexuais
4.1.5.3.3. Poliploidia e haploidia

4.1.6. Perturbações genéticas no casal infértil

4.1.6.1. Perturbações genéticas na mulher 

4.1.6.1.1. Origem hipotalâmica
4.1.6.1.2. Origem hipofisária
4.1.6.1.3. Origem ovariana

4.1.6.1.3.1. Alterações cromossómicas

4.1.6.1.3.1.1. Eliminação total do cromossoma X: síndrome de Turner
4.1.6.1.3.1.2. Eliminação parcial do cromossoma X
4.1.6.1.3.1.3. Translocações do cromossoma X e autossomas
4.1.6.1.3.1.4. Outras

4.1.6.1.3.2. Alterações monogénicas

4.1.6.1.3.2.1. X-Frágil

4.1.6.1.3.3. Trombofilias hereditárias

4.1.6.1.4. Perturbações genéticas no homem

4.1.6.1.4.1. Alterações numéricas: Síndrome de Klineffelter
4.1.6.1.4.2. Translocações Robertsonianas
4.1.6.1.4.3. Mutações em CFTR
4.1.6.1.4.4. Microdeleções no cromossoma Y

4.1.7. Diagnóstico genético de pré-implantação (PGT: Preimplantation Genetic Testing )

4.1.7.1. Introdução
4.1.7.2. Biópsia embrionária
4.1.7.3. Indicações
4.1.7.4. Diagnóstico genético para doenças monogénicas (PGT-M)

4.1.7.4.1. Estudos de portadores

4.1.7.5. Diagnóstico genético para anomalias estruturais

4.1.7.5.1. Numéricas (aneuploidias; PGT-A)
4.1.7.5.2. Estruturais (PGT-SR)

4.1.7.6. Diagnóstico genético combinado 
4.1.7.7. Limitações
4.1.7.8. Os embriões mosaico como caso especial
4.1.7.9. Diagnóstico genético de pré-implantação não invasivo

4.1.8. Bebés com três progenitores genéticos, a transferência nuclear em doenças mitocondriais

4.1.8.1. ADN mitocondrial
4.1.8.2. Doenças mitocondriais
4.1.8.3. Transferência de dadores citoplasmáticos

4.1.9. Epigenética

4.1.9.1. Conceitos gerais
4.1.9.2. Modificações epigenéticas
4.1.9.3. Impressão genética

4.1.10. Estudos genéticos em dadores

4.1.10.1. Recomendações
4.1.10.2. Matching de portadores
4.1.10.3. Painéis de portadores

4.1.11. O fator imunológico na reprodução assistida

4.1.11.1. Aspetos gerais
4.1.11.2. O sistema imunitário nas mulheres em constante mudança
4.1.11.3. População de células imunológicas no sistema reprodutor feminino

4.1.11.3.1. Regulação das populações de linfócitos T
4.1.11.3.2. Citocinas
4.1.11.3.3. Hormonas femininas

4.1.11.4. Infertilidade de origem autoimune

4.1.11.4.1. Síndrome antifosfolipídica
4.1.11.4.2. Anticorpos anti-tiroide
4.1.11.4.3. Anticorpos antinucleares
4.1.11.4.4. Anticorpos anti-ováricos e anti-FSH
4.1.11.4.5. Anticorpos anti-espermatozoides

4.1.11.5. Infertilidade de origem aloimune, a contribuição do feto

4.1.11.5.1. O embrião como antigénio
4.1.11.5.2. Falha na implantação de embriões euplóides

4.1.11.5.2.1. Células NK
4.1.11.5.2.2. T-Helpers
4.1.11.5.2.3. Auto-anticorpos

4.1.11.6. O papel do sémen e dos espermatozoides

4.1.11.6.1. Regulação dos linfócitos T
4.1.11.6.2. Fluido seminal e células dendríticas
4.1.11.6.3. Relevância clínica

4.1.12. Imunoterapia e situações especiais 

4.1.12.1. Introdução
4.1.12.2. Aspirina e heparina 
4.1.12.3. Corticosteróides
4.1.12.4. Antibioticoterapia
4.1.12.5. Fatores de crescimento de colónias
4.1.12.6. Emulsões de gordura intravenosa
4.1.12.7. Imunoglobulinas intravenosas
4.1.12.8. Adalimumabe
4.1.12.9. Células mononucleares periféricas
4.1.12.10. Plasma seminal
4.1.12.11. Preparações de sémen sem anticorpos
4.1.12.12. Tacrolimus
4.1.12.13. Riscos e benefícios
4.1.12.14. Conclusões
4.1.12.15. Situações especiais: endometriose
4.1.12.16. Situações especiais: infeção por Chlamydia trachomatis

Um conteúdo muito completo, estruturado em unidades didáticas abrangentes e específicas, numa aprendizagem compatível com sua vida pessoal e profissional"

Curso de Especialização em Infertilidade na Reprodução Assistida para Enfermeiros

O Curso de Especialização em Infertilidade na Reprodução Assistida para Enfermeiros oferecido pela TECH Global Universitye Tecnológica é um curso de pós-graduação online destinado a formar enfermeiros no domínio da infertilidade e da reprodução assistida. Este curso oferece uma abordagem interdisciplinar que inclui avaliação clínica, gestão farmacológica, técnicas de inseminação artificial e cirurgia reprodutiva. Os participantes terão a oportunidade de explorar tópicos-chave como anatomia e fisiologia reprodutiva, terapia hormonal, gestão da ovulação, criopreservação de gâmetas e embriões e tecnologia avançada em reprodução assistida. Além disso, ficará a conhecer os aspetos éticos, jurídicos e psicológicos relacionados com a infertilidade e a reprodução assistida. Se procura crescer profissionalmente adquirindo competências numa área de saúde com grande procura, veio ao sítio certo.

Estude uma pós-graduação em infertilidade e reprodução assistida

Este programa foi concebido para aqueles que procuram melhorar as suas competências e conhecimentos no tratamento de pacientes com problemas de infertilidade, e para aqueles que desejam especializar-se neste campo excitante e em constante evolução. Os participantes terão também a oportunidade de colaborar com outros profissionais de saúde, tais como médicos, embriologistas e psicólogos. Uma das principais vantagens deste curso de pós-graduação é o facto de ser ministrado inteiramente online, permitindo aos alunos estudar em qualquer lugar e a qualquer hora que lhes seja conveniente. Dispõe ainda de recursos interativos, discussões online e uma equipa docente altamente formada e acessível, bem como de metodologias académicas de vanguarda que permitem obter ótimos resultados. O Curso de Especialização em Infertilidade na Reprodução Assistida para Enfermeiros é uma oportunidade única para quem procura melhorar a sua prática clínica e alargar as suas perspetivas de carreira no domínio da reprodução assistida. Inscreva-se agora e dê o próximo passo na sua carreira de enfermagem!"