Apresentação do programa

O elevado nível do nosso Mestrado permitir-lhe-á adquirir, num curto espaço de tempo, a qualificação que procura, conseguindo uma melhoria notável na sua prática diária"

O estudo da radiologia veterinária online é hoje uma realidade, uma vez que a existência de ferramentas tecnológicas cada vez melhores permite a possibilidade de aprender esta especialidade através de um ecrã. Por este motivo, a TECH  aproveita a facilidade oferecida pela rede para proporcionar aos alunos a experiência educativa mais completa do momento, através de uma metodologia inovadora que permite um estudo contextual dos casos apresentados. Além disso, existem estudos que demonstram que o veterinário que se familiarizou com as imagens radiológicas e as associa às diferentes patologias terá uma capacidade de diagnóstico muito melhor no futuro, por isso, a clareza oferecida pelas novas tecnologias permite que o processo de aprendizagem seja completo.

Para a realização deste Mestrado, a equipa docente da nossa universidade fez uma seleção cuidadosa dos diferentes procedimentos de diagnóstico radiológico, juntamente com outras alternativas de diagnóstico para os profissionais de Medicina Veterinária. Desta forma, a utilização da radiologia proporciona uma orientação clínica clara para resolver o diagnóstico de doenças de animais de pequeno porte, sem esquecer a grande variedade de outras opções de diagnóstico que são de grande utilidade na prática veterinária.

Em suma, trata-se de uma capacitação baseada na evidência científica e na prática quotidiana, com todos os pormenores que cada profissional pode contribuir, para que o aluno possa tê-la presente e confrontá-la com a bibliografia e enriquecida com a avaliação crítica que todos os profissionais devem ter presente.

Assim, ao longo desta capacitação, o estudante passará por todas as abordagens atuais aos diferentes desafios colocados pela sua profissão. Um passo importante que se tornará num processo de melhoria, não só a nível profissional, mas também pessoal. Além disso, a TECH assume um compromisso social: contribuir para a atualização de profissionais altamente qualificados e para o desenvolvimento das suas competências pessoais, sociais e laborais durante o Mestrado. Esta não só o levará através dos conhecimentos teóricos oferecidos, como também lhe mostrará uma outra forma de estudar e aprender, mais orgânica, mais simples e mais eficaz. Trabalha para manter a motivação e criar uma paixão pela aprendizagem; encoraja o pensamento e o desenvolvimento do espírito crítico.

Os estudos em radiologia veterinária permitir-lhe-ão utilizar as principais técnicas de diagnóstico por imagem em total segurança"

Este Mestrado emRadiologia Veterinária de Animais de Pequeno Porte conta com o conteúdo científico mais completo e atualizado do mercado. As suas principais características são: 

  • O desenvolvimento de casos práticos apresentados por especialistas em radiologia veterinária
  • Os conteúdos gráficos, esquemáticos e predominantemente práticos com que está concebido fornecem informações científicas e práticas sobre as disciplinas que são essenciais para a prática profissional
  • As novidades sobre radiologia veterinária
  • Os exercícios práticos onde o processo de autoavaliação pode ser efetuado a fim de melhorara aprendizagem
  • O seu foco especial em metodologias inovadoras em radiologia veterinária
  • Aulas teóricas, perguntas ao especialista, fóruns de discussão sobre questões controversase atividades de reflexão individual
  • A disponibilidade de acesso ao conteúdo a partir de qualquer dispositivo fixo ou portátilcom ligação à Internet

Esta capacitação, em formato e-learning, dar-lhe-á a possibilidade de alargar os seus conhecimentos com uma multiplicidade de ferramentas virtuais, tornando a sua aprendizagem mais rápida e eficaz"

O seu corpo docente inclui profissionais da área da Medicina Veterinária, que trazem a sua experiência profissional para esta capacitação, bem como especialistas reconhecidos de sociedades líderes e universidades de prestígio.

O seu conteúdo multimédia, desenvolvido com a mais recente tecnologia educativa, irá permitir que o profissional tenha acesso a uma aprendizagem situada e contextual, isto é, um ambiente de simulação que proporcionará uma capacitação imersiva, programada para praticar em situações reais.

Esta capacitação foi concebida tendo por base uma Aprendizagem Baseada em Problemas, através da qual o especialista deve tentar resolver as diferentes situações da prática profissional que surgem ao longo do Mestrado. Para isso, o profissional contará com a ajuda de um sistema inovador de vídeos interativos realizados por especialistas com ampla experiência em radiologia veterinária. 

A nossa metodologia inovadora tem um grande sucesso entre os nossos alunos, devido aos benefícios que proporciona para um estudo contextualizado, que lhes permite aprender melhor"

Aprenda de forma eficiente, com um objetivo de qualificação real, com este Mestrado único pela sua qualidade e preço, no mercado do ensino online"

Plano de estudos

Os conteúdos deste Mestrado em Radiologia Veterinária de Animais de Pequeno Porte foram concebidos por uma equipa de especialistas, apoiados pelos seus anos de experiência.  Desta forma, foram responsáveis pela programação de um plano de estudos totalmente atualizado, destinado ao profissional do século XXI, que exige uma elevada qualidade de formação e o conhecimento das principais novidades na matéria. 

Colocamos à vossa disposição um plano de estudos muito completo, totalmente atualizado e com as principais novidades sobre as ferramentas da radiologia veterinária"

Módulo 1. Radiações ionizantes para fins de diagnóstico

1.1. Princípios gerais

1.1.1. Aceleração dos eletrões
1.1.2. Intensidade da corrente elétrica
1.1.3. O ânodo, onde os aniões colidem

1.2. A formação de fotões com efeitos de diagnóstico

1.2.1. Tipos de fotões
1.2.2. Energia dos fotões
1.2.3. Orientação dos fotões emitidos
1.2.4. Dispersão da energia gerada pelos fotões

1.3. Radiação dispersa

1.3.1. Dispersão do ânodo
1.3.2. Dispersão do paciente
1.3.3. Consequências para a imagiologia clínica
1.3.4. Dispersão dos objetos da sala de radiodiagnóstico

1.4. Formação da imagem radiológica

1.4.1. Chassis radiológicos
1.4.2. Películas radiológicas
1.4.3. Processamento de CR
1.4.4. Processamento de DR

1.5. Processamento de películas radiológicas

1.5.1. Revelação em processadores automáticos e em cubas para revelação
1.5.2. Reciclagem de líquidos
1.5.3. Processamento com chassis digital
1.5.4. Processamento digital direto

1.6. Fatores que afetam a imagem radiológica

1.6.1. Tempo
1.6.2. Voltagem
1.6.3. Amperagem

1.7. Alterações na perceção da imagem radiológica

1.7.1.  Pareidolia
1.7.2.  Magnificação
1.7.3.  Distorção

1.8. Interpretação radiológica

1.8.1. Sistematização da interpretação
1.8.2. Validade da imagem obtida
1.8.3. Diferenças entre tecidos
1.8.4. Identificação de órgãos saudáveis
1.8.5. Identificação de alterações radiológicas
1.8.6. Doenças típicas das diferentes regiões anatómicas

1.9. Fatores limitantes do diagnóstico radiológico, o tempo

1.9.1. Regiões em movimento
1.9.2. Regiões quiescentes
1.9.3. Borrão
1.9.4. Anestesia em radiologia
1.9.5. Posicionadores radiológicos
1.9.6. Regiões anatómicas em que o tempo deve ser tido em conta

1.10. Fatores limitantes do diagnóstico radiológico, a voltagem

1.10.1. Densidade da região radiografada
1.10.2. Contraste
1.10.3. Nitidez
1.10.4. Regiões anatómicas em que a energia dos fotões deve ser tida em conta

Módulo 2. Radioproteção

2.1. Física das radiações

2.1.1. Estrutura atómica
2.1.2. Interação da radiação com a matéria
2.1.3. Unidades radiológicas

2.2. Caraterísticas dos equipamentos de raios-x

2.2.1. Elementos do tubo
2.2.2. Dispositivos
2.2.3. Radiação produzida
2.2.4. A imagem radiológica

2.3. Medição das radiações ionizantes

2.3.1. Dosimetria pessoal
2.3.2. Dosimetria ambiental

2.4. Detetores utilizados em instalações de radiodiagnóstico

2.4.1. Princípios gerais
2.4.2. Detetores na sala
2.4.3. Detetores no exterior da sala
2.4.4. Detetores de pessoal

2.5. Radiobiologia

2.5.1. Resposta celular às radiações ionizantes
2.5.2. Resposta sistémica e orgânica
2.5.3. Doenças induzidas por radiações

2.6. Proteção contra as radiações ionizantes

2.6.1. Critérios gerais
2.6.2. Proteção contra as radiações na medicina intervencionista
2.6.3. Princípio ALARA

2.7. Proteção radiológica específica para radiodiagnóstico

2.7.1. Protetores pessoais
2.7.2. Blindagem da sala
2.7.3. Distância
2.7.4. Carga de trabalho

2.8. Requisitos gerais de uma instalação de radiodiagnóstico

2.8.1. Localização
2.8.2. Fornecimento elétrico
2.8.3. Blindagem

2.9. Controlo de qualidade da instalação de radiodiagnóstico

2.9.1. Blindagem
2.9.2. A fonte de raios-x
2.9.3. O colimador
2.9.4. A mesa de raios-x
2.9.5. Aventais de chumbo

2.10. Legislação

2.10.1. Legislação europeia
2.10.2. Legislação da sala
2.10.3. Controlos médicos
2.10.4. Outras considerações

Módulo 3. Radiodiagnóstico do sistema cardiovascular

3.1. Posicionamento no diagnóstico radiológico cardiovascular

3.1.1. Projeção lateral direita
3.1.2. Projeção dorsoventral
3.1.3. Diferenças com outras projeções

3.2. Imagiologia radiológica fisiológica do sistema cardiovascular

3.2.1. Silhueta cardíaca
3.2.2. Câmaras cardíacas
3.2.3. Grandes vasos

3.3. Imagem radiológica alterada do sistema cardiovascular

3.3.1. Alteração do tamanho do coração
3.3.2. Alteração vascular
3.3.3. Sinais radiográficos de insuficiência cardíaca

3.4. Cardiopatias adquiridas I

3.4.1. Doença degenerativa mitral
3.4.2. Cardiomiopatia canina
3.4.3. Doenças pericárdicas

3.5. Cardiopatias adquiridas II

3.5.1. Cardiomiopatia felina
3.5.2. Dirofilariose
3.5.3. Doenças sistémicas com consequências cardíacas

3.6. Oncologia

3.6.1. Neoplasia do átrio ou da aurícula direita
3.6.2. Neoplasia de origem cardíaca
3.6.3. Cardiopatias congénitas

3.7. Duto arterioso patente

3.7.1. Introdução
3.7.2. Formas existentes
3.7.3. Caraterísticas radiológicas
3.7.4. PDA com shunt D-I

3.8. Anomalias dos anéis vasculares

3.8.1. Introdução
3.8.2. Tipos
3.8.3. Caraterísticas radiológicas

3.9. Outras doenças congénitas

3.9.1. Estenose pulmonar
3.9.2. Defeito do septo ventricular
3.9.3. Tetralogia de Fallot
3.9.4. Estenose aórtica
3.9.5. Defeitos de septo interatrial
3.9.6. Displasia mitral
3.9.7. Displasia tricúspide
3.9.8. Microcardia

3.10. Diagnóstico radiológico das doenças do pericárdio

3.10.1. Diagnóstico radiológico das doenças do pericárdio

3.10.1.1. Efusão pericárdica
3.10.1.2. Introdução
3.10.1.3. Caraterísticas radiológicas

3.10.2. Hérnia peritônio-pericárdica

3.10.2.1. Introdução
3.10.2.2. Caraterísticas radiológicas

Módulo 4. Radiodiagnóstico do sistema respiratório e de outras estruturas intratorácicas

4.1. Posicionamento para radiologia torácica

4.1.1. Posicionamento ventrodorsal e dorsoventral
4.1.2. Posicionamento laterolateral direito e esquerdo

4.2. Imagiologia fisiológica do tórax

4.2.1. Imagiologia fisiológica da traqueia
4.2.2. Imagiologia fisiológica do mediastino

4.3. Imagiologia patológica em radiologia torácica

4.3.1. Padrão alveolar
4.3.2. Padrão brônquico
4.3.3. Padrão intersticial
4.3.4. Padrão vascular

4.4. Diagnóstico radiológico das doenças pulmonares adquiridas I

4.4.1. Patologias estruturais
4.4.2. Patologias infeciosas

4.5. Diagnóstico radiológico das doenças pulmonares adquiridas II

4.5.1. Patologias inflamatórias
4.5.2. Neoplasias

4.6. Radiologia torácica específica de felinos

4.6.1. Radiologia do coração no gato

4.6.1.1. Anatomia radiográfica do coração
4.6.1.2. Diagnóstico radiográfico das patologias cardíacas

4.6.2. Radiografia da parede torácica e do diafragma do gato

4.6.2.1. Anatomia da caixa torácica
4.6.2.2. Diagnóstico radiográfico das patologias da parede torácicae do diafragma

4.6.2.2.1. Malformações congénitas do esqueleto
4.6.2.2.2. Fraturas
4.6.2.2.3. Neoplasias
4.6.2.2.4. Alterações do diafragma

4.6.3. Radiologia da pleura e da cavidade pleural do gato

4.6.3.1. Diagnóstico radiográfico das patologias da pleura e cavidade pleural

4.6.3.1.1. Efusão pleural

4.6.3.3.1.2. pneumotórax
4.6.3.3.1.3. hidropneumotórax

4.6.3.1.4. Massas pleurais

4.6.4. Radiologia do mediastino do gato

4.6.4.1. Anatomia radiográfica do mediastino
4.6.4.2. Diagnóstico radiográfico das patologias do mediastino e dos órgãosque contém

4.6.4.2.1. Pneumomediastino
4.6.4.2.2. Massas mediastínicas
4.6.4.2.3. Doenças esofágicas
4.6.4.2.4. Doenças da traqueia

4.6.5. Radiologia pulmonar do gato

4.6.5.1. Anatomia radiológica pulmonar normal
4.6.5.2. Diagnóstico radiográfico das patologias pulmonares

4.6.5.2.1. Padrões pulmonares
4.6.5.2.2. Diminuição da opacidade pulmonar

4.7. Radiologia do mediastino

4.7.1. Anatomia radiográfica do mediastino
4.7.2. Derrame mediastínico
4.7.3. Pneumomediastino
4.7.4. Massas mediastínicas
4.7.5. Desvio do mediastino

4.8. Doenças congénitas torácicas

4.8.1. Duto arterioso patente
4.8.2. Estenose pulmonar
4.8.3. Estenose aórtica
4.8.4. Defeito do septo ventricular
4.8.5. Tetralogia de Fallot

4.9. Oncologia

4.9.1. Massas pleurais
4.9.2. Massas mediastínicas
4.9.3. Tumores cardíacos
4.9.4. Tumores pulmonares

4.10. Radiologia da caixa torácica

4.10.1. Anatomia radiológica da caixa torácica
4.10.2. Anomalias radiológicas das costelas
4.10.3. Alterações radiológicas do esterno

Módulo 5. Radiodiagnóstico do sistema digestivo

5.1. Diagnóstico radiológico do esófago

5.1.1. Radiologia do esófago normal
5.1.2. Radiologia do esófago patológico

5.2. Radiologia do estômago

5.2.1. Radiologia e posicionamento para o diagnóstico das doenças gástricas
5.2.2. Torção do estômago
5.2.3. Hérnias do hiato
5.2.4. Tumores gástricos
5.2.5. Corpos estranhos

5.3. Radiologia do intestino delgado

5.3.1. Duodeno
5.3.2. Jejuno
5.3.3. Íleo

5.4. Radiologia da válvula ileocecal

5.4.1. Imagem fisiológica da válvula
5.4.2. Imagem patológica
5.4.3. Patologias comuns

5.5. Radiologia do cólon

5.5.1. Anatomia radiológica do cólon
5.5.2. Doenças oncológicas do cólon
5.5.3. Megacólon

5.6. Radiologia retal

5.6.1. Anatomia
5.6.2. Divertículos
5.6.3. Neoplasias
5.6.4. Deslocações

5.7. Imagem radiológica da hérnia perineal

5.7.1. Estrutura anatómica
5.7.2. Imagens radiológicas anómalas
5.7.3. Contrastes

5.8. Oncologia radiológica da região perineal

5.8.1. Estruturas afetadas
5.8.2. Exame dos linfonodos

5.9. Contrastes radiológicos aplicados ao sistema digestivo

5.9.1. Deglutição de bário
5.9.2. Ingestão de bário
5.9.3. Nemogastrografia
5.9.4. Enema de bário e enema com duplo contraste
5.9.5. Avaliação radiológica da evolução cirúrgica das doenças do estômago

5.10. Avaliação radiológica da evolução cirúrgica das doenças do estômago

5.10.1. Deiscência do futuro
5.10.2. Perturbações do trânsito
5.10.3. Tomada de decisões sobre reoperação cirúrgica
5.10.4. Outras complicações

Módulo 6. Radiodiagnóstico do resto das estruturas abdominais

6.1. Diagnóstico radiológico hepático

6.1.1. Imagem radiológica do fígado fisiológico
6.1.2. Doença hepática
6.1.3. Exame radiológico da via biliar
6.1.4. Shunt portossistémico
6.1.5. Oncologia

6.2. Radiologia do pâncreas

6.2.1. Imagem radiológica do pâncreas fisiológico
6.2.2. Pancreatite
6.2.3. Oncologia

6.3. Radiologia do baço

6.3.1. Imagiologia radiológica fisiológica do baço
6.3.2. Esplenomegalia difusa
6.3.3. Esplenomegalia focal

6.4. Radiologia do sistema excretor

6.4.1. Radiologia renal
6.4.2. Radiologia dos ureteres
6.4.3. Radiologia da bexiga
6.4.4. Radiologia da uretra
6.4.5. Oncologia do sistema excretor

6.5. Radiologia do trato genital

6.5.1. Imagem radiológica normal do trato genital feminino
6.5.2. Imagem radiológica patológica do trato genital feminino
6.5.3. Imagem radiológica normal do trato genital masculino
6.5.4. Imagem radiológica patológica do trato genital masculino

6.6. Radiologia do espaço retroperitoneal

6.6.1. Aspeto normal do retroperitoneu
6.6.2. Retroperitonite
6.6.3. Massas no espaço retroperitoneal

6.7. Radiologia do peritoneu

6.7.1. Patologia peritoneal da cavidade
6.7.2. Espaço retroperitoneal
6.7.3. Massas abdominais

6.8. Radiologia das glândulas adrenais

6.8.1. Aspeto normal da adrenal
6.8.2. Técnicas e diagnóstico benigno/maligno
6.8.3. Lesões adrenais comuns

6.9. Radiologia oncológica

6.9.1. Deteção de tumores clinicamente indetetáveis
6.9.2. Massas primárias vs. Metástases
6.9.3. Sinais de malignidade radiológica

6.10. Radiologia das doenças da parede e dos limites abdominais

6.10.1. Hérnias e doenças do diafragma
6.10.2. Hérnias abdominais
6.10.3. Hérnias perineais
6.10.4. Fraturas pélvicas
6.10.5. Doenças obliterantes do fluxo

Módulo 7. Diagnóstico radiológico em Neurologia

7.1. Anatomia radiológica

7.1.1. Estruturas a avaliar por radiologia

7.1.1.1. Anatomia radiológica normal da coluna vertebral
7.1.1.2. Anatomia radiológica normal do crânio e das suas estruturas

7.2. Exame radiológico da coluna vertebral

7.2.1. C1-C6
7.2.2. T1-T13
7.2.3. L1-L7
7.2.4. S1-Cd

7.3. Exame por contrastes

7.3.1. Mielografia cisternal
7.3.2. Mielografia lombar
7.3.3. Alterações patológicas observadas por mielografia

7.4. Diagnóstico de patologias vasculares

7.4.1. Patologias vasculares: até onde se pode ir com a radiologia convencional
7.4.2. Avaliação das patologias vasculares com recurso a técnicas de contraste
7.4.3. Avaliação das patologias vasculares através de outras técnicas de imagem

7.5. Malformações cerebrais e meníngeas

7.5.1. Hidrocefalia
7.5.2. Meningocele

7.6. Patologias inflamatórias

7.6.1. Infeciosas
7.6.2. Não infeciosas
7.6.3. Discoespondilite

7.7. Patologias degenerativas

7.7.1. Doença degenerativa do disco
7.7.2. Síndrome de Wobbler
7.7.3. Instabilidade lombossacra, síndrome da cauda equina

7.8. Traumatismo em espiral

7.8.1. Fisiopatologia
7.8.2. Fraturas

7.9. Oncologia

7.9.1. Doenças neoplásicas primárias
7.9.2. Doenças metastáticas secundárias

7.10. Outras doenças neurológicas

7.10.1. Metabólicas
7.10.2. Nutricionais
7.10.3. Congénitas

Módulo 8. Diagnóstico radiológico ortopédico I

8.1. A placa de crescimento

8.1.1. Organização da placa de crescimento e o seu impacto na imagiologia radiológica
8.1.2. Irrigação sanguínea da placa de crescimento
8.1.3. Estrutura e função da placa de crescimento. Componentes cartilaginosos

8.1.3.1. Zona de reserva
8.1.3.2. Zona proliferativa
8.1.3.3. Zona hipertrófica

8.1.4. Componentes ósseos (metáfise)
8.1.5. Componentes fibrosos e fibrocartilaginosos
8.1.6. Imagens radiológicas da placa de crescimento nas diferentes fases de crescimento

8.1.6.1. Epifisiólise
8.1.6.2. Outras doenças do crescimento

8.2. Reparação das fraturas

8.2.1. Resposta radiológica do osso traumatizado
8.2.2. Reparação faseada da fratura

8.2.2.1. Fase inflamatória
8.2.2.2. Fase de reparação
8.2.2.3. Fase de remodelação
8.2.2.4. Formação do calos
8.2.2.5. Consolidação da fratura
8.2.2.6. Reparação por primeira intenção
8.2.2.7. Reparação por segunda intenção
8.2.2.8. União clínica
8.2.2.9. Intervalos de ligação clínica

8.3. Complicações das fraturas

8.3.1. União atrasada
8.3.2. Não união
8.3.3. Má união
8.3.4. Osteomielite

8.4. Imagiologia radiológica da artrite e da poliartrite

8.4.1. Tipos de artrite e poliartrite
8.4.2. Diagnóstico clínico
8.4.3. Diagnóstico diferencial radiológico

8.5. Imagiologia radiológica da osteoartrite

8.5.1. Etiologia
8.5.2. Diagnóstico radiológico
8.5.3. Prognóstico de acordo com a imagiologia radiológica

8.6. Tomada de decisões em traumatologia e ortopedia com base no diagnóstico radiológico

8.6.1. Cumpriu a sua função clínica
8.6.2. O implante rompe-se
8.6.3. O implante dobra-se
8.6.4. O implante migra
8.6.5. Rejeição
8.6.6. Infeção
8.6.7. Interferência térmica

8.7. Radiologia das doenças ortopédicas

8.7.1. Radiologia da osteocondrite dissecante
8.7.2. Panosteite
8.7.3. Núcleo cartilaginoso retido
8.7.4. Osteodistrofia hipertrófica
8.7.5. Osteopatia craniomandibular
8.7.6. Tumores ósseos
8.7.7. Outras doenças dos ossos

8.8. Radiologia da displasia da anca

8.8.1. Radiologia fisiológica da anca
8.8.2. Radiologia da anca patológica
8.8.3. Classificação da displasia da anca
8.8.4. Tratamentos cirúrgicos da displasia da anca
8.8.5. Evolução clínica/radiográfica da displasia da anca

8.9. Radiologia da displasia do cotovelo

8.9.1. Radiologia do cotovelo fisiológico
8.9.2. Radiologia do cotovelo patológico
8.9.3. Tipos displasia do cotovelo
8.9.4. Tratamentos cirúrgicos da displasia do cotovelo
8.9.5. Evolução clínica/radiográfica da displasia do cotovelo

8.10. Radiologia do joelho

8.10.1. Radiologia da rutura do ligamento cruzado anterior

8.10.1.1. Tratamento cirúrgico da rutura do ligamento cruzado anterior

8.10.2. Radiologia da luxação da rótula

8.10.2.1. Classificação da luxação da rótula
8.10.2.2. Tratamento cirúrgico da luxação da rótula

Módulo 9. Diagnóstico radiológico ortopédico II

9.1. Anatomia radiologia da pélvis

9.1.1. Considerações gerais
9.1.2. Avaliação radiológica das fraturas estáveis da anca
9.1.3. Indicação radiológica cirúrgica

9.1.3.1. Fratura intra-articular
9.1.3.2. Encerramento do canal pélvico
9.1.3.3. Instabilidade articular de uma hemipélvis

9.1.4. Fratura de separação da articulação sacroilíaca
9.1.5. Fraturas do acetábulo
9.1.6. Fratura do ílio
9.1.7. Fraturas do ísquio
9.1.8. Fraturas da sínfise púbica
9.1.9. Fraturas da tuberosidade isquiática

9.2. Imagem radiológica das fraturas do fémur

9.2.1. Fraturas proximais do fémur
9.2.2. Fraturas do terço médio do fémur
9.2.3. Fraturas do terço distal do fémur

9.3. Imagem radiológica das fraturas da tíbia

9.3.1. Fraturas do terço proximal
9.3.2. Fraturas do terço médio da tíbia
9.3.3. Fraturas do terço distal da tíbia
9.3.4. Fraturas dos maléolos tibiais

9.4. Membro anterior

9.4.1. Imagem radiológica das fraturas da escápula
9.4.2. Imagem radiológica das fraturas do úmero
9.4.3. Imagem radiológica das fraturas do rádio e do cúbito

9.5. Fraturas do maxilar e da mandíbula, imagem radiológica do crânio

9.5.1. Radiologia da mandíbula

9.5.1.1. A mandíbula rostral
9.5.1.2. Radiologia dentária
9.5.1.3. A ATM

9.5.2. Radiologia do maxilar

9.5.2.1. Radiologia dentária
9.5.2.2. Radiologia do maxilar

9.5.3. Radiologia dos seios paranasais
9.5.4. Radiologia do crânio
9.5.5. Oncologia

9.6. Radiologia das fraturas e outras alterações que resultam em incongruênciada superfície articular

9.6.1. Fraturas que afetam o núcleo de crescimento
9.6.2. Classificação da epífise com base no seu tipo
9.6.3. Classificação dos deslizamentos ou fraturas por cisão que envolvem o núcleo de crescimento e a epífise e metáfise adjacente
9.6.4. Avaliação clínica e tratamento de danos nos núcleos de crescimento
9.6.5. Radiologia das fraturas articulares dos animais adultos

9.7. Luxações articulares, radiologia

9.7.1. Posicionamento radiológico
9.7.2. Nomenclatura
9.7.3. Luxações traumáticas
9.7.4. Instabilidade escapuloumeral

9.8. Radiologia de intervenção em traumatologia

9.8.1. Radiologia das fraturas que afetam o núcleo de crescimento
9.8.2. Radiologia das fraturas que afetam a epífise em função do tipo de fratura
9.8.3. Radiologia dos deslizamentos ou fraturas por cisão envolvendo o núcleode crescimento, a epífise e a metáfise adjacente
9.8.4. Radiologia das fraturas articulares dos animais adultos

9.9. Radiologia das doenças musculares, tendinosas e ligamentares

9.9.1. Radiologia das doenças musculares
9.9.2. Radiologia das doenças tendinosas e ligamentares
9.9.3. Outras alternativas para o diagnóstico imagiológico destas patologias

9.10. Radiologia das perturbações metabólicas e nutricionais

9.10.1. Introdução
9.10.2. Imagiologia radiológica no hiperparatiroidismo nutricional secundário
9.10.3. Imagiologia radiológica no hiperparatiroidismo renal secundário
9.10.4. Imagiologia radiológica na hipervitaminose A
9.10.5. Imagem radiológica no nanismo hipofisário

Módulo 10. Outros métodos de diagnóstico por imagem. Diagnóstico noutras espécies. Animais Exóticos

10.1. Diagnóstico ecográfico

10.1.1. Ecografia da cavidade abdominal

10.1.1.1. Introdução ao método ecográfico
10.1.1.2. Rotina de exame e protocolo para a realização do exame ecográfico
10.1.1.3. Identificação das principais estruturas abdominais
10.1.1.4. Técnica ECOFAST
10.1.1.5. Patologias da cavidade abdominal

10.1.2. Ecografia cardíaca

10.1.2.1. Introdução ao estudo cardíaco. Ecografia com Doppler
10.1.2.2. Protocolo do exame
10.1.2.3. Modo B e modo M
10.1.2.4. Cardiopatia adquirida
10.1.2.5. Cardiopatia congénita
10.1.2.6. Pericárdio

10.1.3. Ecografia do sistema musculoesquelético

10.1.3.1. Técnica de exploração
10.1.3.2. Avaliação das fibras musculares e dos tendões
10.1.3.3. Avaliação ecográfica do osso
10.1.3.4. Avaliação ecográfica das articulações
10.1.3.5. Avaliação ecográfica do pescoço

10.1.4. Ecografia da cavidade torácica

10.1.4.1. Introdução
10.1.4.2. Parede torácica
10.1.4.3. Doenças do parênquima pulmonar
10.1.4.4. Doenças do diafragma
10.1.4.5. Doenças do mediastino

10.1.5. Trajetos fistulosos e ecografia de massas de origem desconhecida

10.2. Tomografia axial computorizada

10.2.1. Introdução
10.2.2. Equipamento de TAC
10.2.3. Nomenclatura. Unidades Hounsfield
10.2.4. Diagnóstico em Neurologia

10.2.4.1. Cabeça
10.2.4.2. Cavidade nasal e cavidade craniana
10.2.4.3. Coluna vertebral. Mielo-TAC

10.2.5. Diagnóstico ortopédico

10.2.5.1. Sistema ósseo
10.2.5.2. Doenças das articulações
10.2.5.3. Doenças do desenvolvimento

10.2.6. Oncologia

10.2.6.1. Avaliação das massas
10.2.6.2. Metástases pulmonares
10.2.6.3. Avaliação do sistema linfático

10.2.7. Diagnóstico abdominal

10.2.7.1. Cavidade abdominal
10.2.7.2. Sistema urinário
10.2.7.3. Pâncreas
10.2.7.4. Vascularização

10.2.8. Diagnóstico torácico

10.2.8.1. Pulmão e vias respiratórias
10.2.8.2. Parede torácica
10.2.8.3. Espaço pleural
10.2.8.4. Mediastino, coração e grandes vasos

10.3. Ressonância Magnética Nuclear

10.3.1. Introdução
10.3.2. Vantagens. Desvantagens
10.3.3. Equipamento de ressonância magnética nuclear. Princípios de interpretação
10.3.4. Diagnóstico em NeurologiaDiagnóstico em Neurologia

10.3.4.1. Sistema nervoso central
10.3.4.2. Sistema nervoso periférico
10.3.4.3. Coluna vertebral

10.3.5. Diagnóstico ortopédico

10.3.5.1. Doenças do desenvolvimento
10.3.5.2. Doenças das articulações
10.3.5.3. Infeções ósseas e neoplasias

10.3.6. Oncologia

10.3.6.1. Massas abdominais
10.3.6.2. Linfonodos
10.3.6.3. Vascularização

10.3.7. Diagnóstico abdominal

10.3.7.1. Cavidade abdominal
10.3.7.2. Principais patologias

10.4. Diagnóstico por técnicas minimamente invasivas e de intervenção

10.4.1. Endoscopia

10.4.1.1. Introdução
10.4.1.2. Equipamento
10.4.1.3. Preparação do paciente
10.4.1.4. Rotina de exame
10.4.1.5. Patologias identificáveis

10.4.2. Artroscopia

10.4.2.1. Introdução
10.4.2.2. Preparação do paciente
10.4.2.3. Patologias identificáveis

10.4.3. Laparoscopia

10.4.3.1. Introdução
10.4.3.2. Preparação do paciente
10.4.3.3. Patologias identificáveis

10.4.4. Cateterismo

10.4.4.1. Introdução
10.4.4.2. Técnica e equipamento
10.4.4.3. Utilizações para diagnóstico

10.5. Exame radiográfico de animais exóticos

10.5.1. Posicionamento e projeções

10.5.1.1. Aves
10.5.1.2. Pequenos mamíferos
10.5.1.3. Répteis

10.6. Achados radiográficos patológicos do crânio e do esqueleto axial em animais exóticos

10.6.1. Achados radiográficos patológicos do crânio

10.6.1.1. Aves
10.6.1.2. Pequenos mamíferos
10.6.1.3. Répteis

10.6.2. Achados patológicos do esqueleto axial

10.6.2.1. Aves
10.6.2.2. Pequenos mamíferos
10.6.2.3. Répteis

10.7. Achados radiográficos patológicos do tórax em animais exóticos:

10.7.1. Aves

10.7.1.1. Passagens nasais e seios nasais
10.7.1.2. Traqueia e siringe
10.7.1.3. Pulmões
10.7.1.4. Sacos aéreos
10.7.1.5. Coração e vasos sanguíneos

10.7.2. Pequenos mamíferos

10.7.2.1. Cavidade pleural
10.7.2.2. Traqueia
10.7.2.3. Esófago
10.7.2.4. Pulmões
10.7.2.5. Coração e vasos sanguíneos

10.7.3. Répteis

10.7.3.1. Trato respiratório
10.7.3.2. Coração

10.8. Achados radiográficos patológicos do abdómen em animais exóticos:

10.8.1. Aves

10.8.1.1. Proventrículo, ventrículo e intestino
10.8.1.2. Fígado, vesícula biliar e baço
10.8.1.3. Trato urogenital

10.8.2. Pequenos mamíferos

10.8.2.1. Estômago, apêndice, intestino delgado e grosso
10.8.2.2. Pâncreas, fígado e baço
10.8.2.3. Trato urogenital

10.8.3. Répteis

10.8.3.1.Trato gastrointestinal e fígado
10.8.3.2.Trato urinário
10.8.3.3.Trato genital

10.9. Achados radiográficos patológicos nas extremidades anteriores e posterioresem animais exóticos

10.9.1. Extremidades anteriores

10.9.1.1. Aves
10.9.1.2. Pequenos mamíferos
10.9.1.3. Répteis

10.9.2. Extremidades posteriores

10.9.2.1. Aves
10.9.2.2. Pequenos mamíferos
10.9.2.3. Répteis

10.10. Outros procedimentos de diagnóstico em animais exóticos

10.10.1. Ecografia

10.10.1.1. Aves
10.10.1.2. Pequenos mamíferos
10.10.1.3. Répteis

10.10.2. Tomografia computorizada (TAC)

10.10.2.1. Aves
10.10.2.2. Animais de pequeno porte
10.10.2.3. Répteis

10.10.3.    Ressonância Magnética (RM)

10.10.3.1. Aves
10.10.3.2. Animais de pequeno porte
10.10.3.3. Répteis

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