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Módulo 1. O desenvolvimento dos povos: Introdução e Desafios
1.1. O desenvolvimento
1.1.1. Introdução
1.1.2. O que é Desenvolvimento?
1.1.3. Teorias sociológicas para o desenvolvimento
1.1.3.1. Desenvolvimento através da modernização
1.1.3.2. Desenvolvimento por dependência
1.1.3.3. Teoria do Desenvolvimento Neoinstitucional
1.1.3.4. Desenvolvimento através da democracia
1.1.3.5. Teoria do desenvolvimento da identidade cultural
1.1.4. Atores envolvidos no desenvolvimento
1.1.4.1. A depender de como é canalizada, a ajuda pode ser
1.1.4.2. De acordo com sua forma
1.1.5. Países pobres ou empobrecidos
1.1.5.1. O que se entende por empobrecido?
1.1.6. Desenvolvimento econômico, social e sustentável
1.1.7. PNUD
1.1.8. Bibliografia
1.2. Poder, dinâmica e atores na sociedade internacional
1.2.1. Introdução
1.2.2. Elementos de poder
1.2.3. Características da sociedade internacional
1.2.4. Modelos de sociedade internacional
1.2.4.1. Estático
1.2.4.2. Dinamismo
1.2.4.3. Global
1.2.5. Características da sociedade internacional
1.2.5.1. É uma sociedade de referência mundial
1.2.5.2. É distinto da sociedade interestatal
1.2.5.3. A sociedade internacional requer uma dimensão relacional
1.2.5.4. A sociedade internacional goza de uma ordem comum
1.2.6. Estrutura social da sociedade
1.2.7. Estrutura da sociedade internacional
1.2.7.1. Extensão espacial
1.2.7.2. Estrutura de diversificação
1.2.7.3. Dimensão cultural da sociedade internacional
1.2.8. Polarização da sociedade internacional
1.2.8.1. Conceito
1.2.9. Grau de institucionalização da Sociedade Internacional
1.2.10. Bibliografia
1.3. Livre comércio
1.3.1. Introdução
1.3.2. Interdependência desigual entre os países
1.3.3. Empresas transnacionais
1.3.3.1. O que são?
1.3.4. A situação atual dos intercâmbios comerciais
1.3.4.1.Transnacionais e livre comércio
1.3.5. OMC
1.3.5.1. Conceito
1.3.5.2. Breve história
1.3.5.3. As atividades da OMC são construídas em torno de três pilares
1.3.6. Rondas, conferências e lobby
1.3.7. Relações comerciais justas
1.3.8. Coordenador de ONG para o Desenvolvimento da Espanha (CONGDE)
1.3.8.1. Propostas CONGDE
1.3.9. Responsabilidade social corporativa
1.3.10. Um pacto global
1.3.11. O comércio justo
1.3.11.1. Definição internacional
1.3.12. Bibliografia
1.4. Desenvolvimento sustentável e educação
1.4.1. Introdução
1.4.2. Educação sobre e para o Desenvolvimento Sustentável
1.4.2.1. Principais diferenças
1.4.3. Sustentabilidade
1.4.3.1. Conceito
1.4.4. Desenvolvimento sustentável
1.4.4.1. Conceito
1.4.5. Componentes de desenvolvimento sustentável
1.4.6. Princípios do desenvolvimento sustentável
1.4.7. Educação para o desenvolvimento sustentável (EDS)
1.4.7.1. Definição
1.4.8. História da Educação para o Desenvolvimento Sustentável
1.4.8.1. Conceito
1.4.9. Reorientar a educação
1.4.10. Diretrizes para o desenvolvimento sustentável
1.4.11. Bibliografia
1.5. Objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS)
1.5.1. Introdução
1.5.2. Objetivos de Desenvolvimento do Milênio
1.5.2.1. Antecedentes
1.5.3. Campanha do Milênio
1.5.4. Resultados dos ODM
1.5.5. Objetivos do Desenvolvimento Sustentável
1.5.5.1. Definição
1.5.5.2. Quem está envolvido?
1.5.6. O que são as ODS?
1.5.6.1.Características
1.5.7. Diferenças entre ODM e ODS
1.5.8. Agenda do Desenvolvimento Sustentável
1.5.8.1. Agenda 2030
1.5.8.2. Os ODSs são legalmente obrigatórios?
1.5.9. Monitorando a realização dos ODSs
1.5.10. Bibliografia
1.6. Teorias sobre desenvolvimento sustentável
1.6.1. Introdução
1.6.2. Agentes de desenvolvimento
1.6.3. Problemas da educação para o desenvolvimento sustentável
1.6.3.1. Habilidades
1.6.4. A ONU e seu trabalho de desenvolvimento
1.6.4.1. A história do ONU
1.6.4.2. A ONU e sustentabilidade
1.6.5. Programa 21: Agenda 21 da ONU
1.6.5.1. Objetivos da Agenda 21
1.6.6. PNUD
1.6.6.1. História da PNUD
1.6.6.2. Objetivos do PNUD
1.6.7. Outras teorias para apoiar o desenvolvimento sustentável
1.6.7.1. Decrescimento
1.6.8. Teorias alternativas ao desenvolvimento sustentável
1.6.8.1. Ecodesenvolvimento
1.6.9. Bibliografia
1.7. Sociedade civil, movimentos sociais e processos de transformação
1.7.1. Introdução
1.7.2. Conceito de Movimento social
1.7.3. Objetivos dos movimentos sociais
1.7.4. Estrutura dos movimentos sociais
1.7.5. Definições dos principais autores
1.7.6. Desafio coletivo
1.7.7. A busca de um objetivo comum
1.7.8. Evolução dos movimentos sociais
1.7.9. Participação e consolidação da democracia
1.7.10. Os movimentos sociais mais importantes dos últimos anos na Europa
1.7.11. Bibliografia
1.8. Desenvolvimento comunitário participativo
1.8.1. Introdução
1.8.2. Comunidade
1.8.2.1. De quem depende o sucesso de uma comunidade?
1.8.3. Conceito de participação
1.8.4. Conceito de desenvolvimento comunitário
1.8.5. Definindo as características do Desenvolvimento Comunitário
1.8.6. Processos para alcançar o desenvolvimento comunitário
1.8.6.1. Diagnóstico participativo
1.8.6.2. Plano de Desenvolvimento
1.8.6.3. Planejamento participativo
1.8.6.4. Plano de Desenvolvimento Comunitário
1.8.7. Doze lições de Desenvolvimento Comunitário Participativo
1.8.8. Fatores fundamentais
1.8.9. Bibliografia
1.9. Índice de Desenvolvimento Humano
1.9.1. Introdução
1.9.2. Índice de Desenvolvimento Humano
1.9.2.1. Princípios do IDH
1.9.2.2. Objetivos do IDH
1.9.2.3. Limitações da IDH
1.9.2.4. Tipos de indicadores
1.9.3. Características do desenvolvimento humano
1.9.4. Metodologia para calcular o IDH
1.9.5. Outros índices de desenvolvimento humano
1.9.5.1. Índice de Desenvolvimento Humano ajustado à desigualdade
1.9.5.2. Índice de desigualdade de gênero
1.9.5.3. Índice de Pobreza Multidimensional (IPM)
1.9.6. PNUD- Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento
1.9.7. Conclusões
1.9.8. Bibliografia
1.10. Parcerias locais para o desenvolvimento
1.10.1. Introdução
1.10.2. O que é uma ONGs para o Desenvolvimento?
1.10.3. Os movimentos de desenvolvimento do Estado
1.10.4. Pobreza zero
1.10.4.1. Objetivos
1.10.4.2. Estratégia de ação
1.10.4.3. Suas organizações constituintes
1.10.5. Coordenadora de ONGs para o Desenvolvimento Espanha
1.10.5.1. Objetivo
1.10.5.2. Planos estratégicos
1.10.5.3. Linhas estratégicas
1.10.6. Coordenadores automáticos
1.10.7. Grupos de Ação Social
1.10.8. Bibliografia
Módulo 2. Cooperação Internacional para o Desenvolvimento
2.1. Cooperação Internacional para o Desenvolvimento
2.1.1. Introdução
2.1.2. O que é cooperação internacional para o desenvolvimento?
2.1.3. Objetivos e propósitos da Cooperação Internacional para o Desenvolvimento
2.1.4. Objetivos de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento Português
2.1.5. Evolução de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento no Brasil
2.1.6. Origens e evolução histórica da Cooperação Internacional
2.1.7. Os planos de reconstrução da Europa no conflito bipolar
2.1.8. Os processos de descolonização nos anos do pós-guerra
2.1.9. Crise de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento
2.1.10. Mudanças na Cooperação Internacional para o Desenvolvimento
2.1.11. Bibliografia
2.2. Modalidades da Cooperação Internacional para o Desenvolvimento
2.2.1. Introdução
2.2.2. Principais instrumentos de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento
2.2.2.1. Cooperação para o desenvolvimento
2.2.2.2. Educação para o Desenvolvimento
2.2.2.3. Assistência técnica, treinamento e pesquisa
2.2.2.4. Ações humanitárias
2.2.3. Outras ferramentas de cooperação
2.2.3.1. Cooperação econômica
2.2.3.2. Ajuda financeira
2.2.3.3. Cooperação científica e tecnológica
2.2.3.4. Ajuda alimentar
2.2.4. Modalidades de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento
2.2.5. Tipos de modalidades
2.2.5.1. Modalidade de acordo com a origem dos fundos
2.2.6. Tipos de ajuda de acordo com os atores que canalizam os fundos da Cooperação Internacional para o Desenvolvimento
2.2.6.1. Bilateral
2.2.6.2. Multilateralidade
2.2.6.3. Cooperação descentralizada
2.2.6.4. Cooperação não-governamental
2.2.6.5. Cooperação empresarial
2.2.7. Dependendo da situação geopolítica e do nível de desenvolvimento dos países doadores e receptores
2.2.8. De acordo com a existência ou não de limitações no uso dos fundos
2.2.9. Outras ferramentas de cooperação.Codesenvolvimento
2.2.9.1. Intervenções de co-desenvolvimento
2.2.10. Bibliografia
2.3. Organizações Multilaterais
2.3.1. O Sistema Internacional de Cooperação para o Desenvolvimento
2.3.2. Atores de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento
2.3.3. Os atores do sistema de Ajuda Oficial ao Desenvolvimento
2.3.4. Definições relevantes da Organização Internacional (OI)
2.3.5. Características das Organizações Internacionais
2.3.5.1. Tipos de Organizações Internacionais
2.3.6. Vantagens da cooperação multilateral
2.3.7. Contribuições das Organizações Internacionais para o Sistema Multilateral
2.3.8. Instituições Financeiras Multilaterais (IMFs)
2.3.8.1. Características das IFM
2.3.8.2. Composição das IMFs
2.3.8.3. Tipos de Instituições Financeiras Multilaterais
2.3.9. Bibliografia
2.4. Fontes de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento
2.4.1. Introdução
2.4.2. Diferença entre Cooperação Governamental e Não-Governamental
2.4.3. Instituições Financeiras Multilaterais
2.4.4. O Fundo Monetário Internacional (FMI)
2.4.5. Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional EUA ID
2.4.5.1. Quem é a audiência?
2.4.5.2. História do EUA ID
2.4.5.3. Setores de intervenção
2.4.6. A União Europeia
2.4.6.1. Objetivos da UE
2.4.6.2. Objetivos gerais da ação externa da UE
2.4.7. Instituições Multilaterais não-financeiras
2.4.7.1. Lista de Instituições Multilaterais não-financeiras
2.4.7.2. Ações das Instituições Multilaterais Não-Financeiras
2.4.8. Organização das Nações Unidas
2.4.9. Bibliografia
2.5. Plano Diretor da Cooperação Espanhola 2018-2021
2.5.1. Introdução
2.5.2. Desafios de ação e gestão da Cooperação Espanhola
2.5.3. O que é um plano diretor?
2.5.3.1. Plano Diretor da Cooperação Espanhola
2.5.3.2. Áreas que compõem o V Plano Diretor da CE
2.5.4. Objetivos do Plano Diretor
2.5.4.1. Objetivos gerais da ação externa da CID
2.5.5. Prioridades geográficas para ação no âmbito do Plano Diretor da CID
2.5.6. Agenda 2030
2.5.6.1. O que é a Agenda 2030?
2.5.6.2. Desenvolvimento da Agenda 2030
2.5.6.3. Especificações gerais
2.5.6.4. Implementação da Agenda 2030
2.5.7. Bibliografia
2.6. Ações humanitárias
2.6.1. Introdução
2.6.2. Ajuda Humanitária no Contexto Internacional
2.6.3. Tendências em Ação Humanitária
2.6.4. Principais objetivos da Ação Humanitária
2.6.5. Primeira Estratégia de Ação Humanitária na Cooperação Espanhola
2.6.6. AECID e Ação Humanitária
2.6.7. O financiamento da Ação Humanitária e sua evolução
2.6.8. Princípios do Direito Internacional dos Direitos Humanos e da Ação Humanitária
2.6.9. Resumo
2.6.10. Bibliografia
2.7. Foco de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento
2.7.1. Introdução
2.7.2. O que é foco de gênero?
2.7.3. Por que é importante integrar o gênero nos processos de desenvolvimento?
2.7.4. A abordagem de gênero na Cooperação Internacional para o Desenvolvimento
2.7.5. Linhas estratégicas de trabalho sobre a abordagem de gênero na Cooperação Internacional para o Desenvolvimento
2.7.6. Objetivos do Quinto Plano Diretor de Cooperação Espanhola em termos de promoção dos direitos e oportunidades para homens e mulheres
2.7.7. Objetivos prioritários de igualdade no CID
2.7.8. Estratégia Setorial de Gênero na Cooperação para o Desenvolvimento da Cooperação Espanhola
2.7.9. Guia de Integração da Perspectiva de Gênero
2.7.10. Bibliografia
2.8. Foco no dos Direitos Humanos HH.na Cooperação Internacional para o Desenvolvimento
2.8.1. Introdução
2.8.2. Direitos humanos
2.8.3. Abordagem dos Direitos Humanos na Cooperação para o Desenvolvimento
2.8.4. Como surgiu a abordagem dos direitos humanos
2.8.5. Elementos que a abordagem dos DH à Cooperação Internacional para o Desenvolvimento
2.8.5.1. Novo marco de referência: Padrões internacionais de Direitos Humanos HH
2.8.5.2. Um novo olhar sobre o desenvolvimento da capacidade
2.8.5.3. Participação em políticas públicas
2.8.5.4. Prestação de contas
2.8.6. Desafios do foco em Direitos Humanos em Intervenções de Cooperação para o Desenvolvimento
2.8.7. Desafios na identificação e formulação de projetos
2.8.8. Desafios na execução de projetos
2.8.9. Desafios na identificação e avaliação de projetos
2.8.10. Bibliografia
2.9. Mobilidade humana e migrações
2.9.1. Introdução
2.9.2. Migrações
2.9.2.1. Os primeiros movimentos humanos
2.9.2.2. Tipos de migração
2.9.2.3. Causas de migrações
2.9.3. Organização na era da globalização
2.9.3.1. Melhoria das condições de vida
2.9.3.2. Vulnerabilidade e migração
2.9.4. Segurança humana e conflitos
2.9.5. Desafios do Sistema Internacional
Módulo 3. Comunicação social e transformadora
3.1. Fundamentos da Comunicação
3.1.1. Introdução
3.1.2. O que é comunicação?
3.1.2.1. Conceito e definição
3.1.3. Objetivos, públicos e mensagens
3.1.4. Direito à informação e comunicação
3.1.4.1. Liberdade de opinião e de expressão
3.1.5. Acesso e participação
3.1.6. Breve panorama dos meios segundo a tipologia
3.1.6.1. Imprensa escrita
3.1.6.2. Rádio
3.1.6.3. Televisão
3.1.6.4. Internet e redes sociais
3.1.7. Conclusões
3.2. Comunicação e poder na era digital
3.2.1 O que é o poder?
3.2.1.1. O poder na era global
3.2.2. Notícias falsas, monitoramento e vazamentos
3.2.3. Meios de comunicação públicos
3.2.4. Mídias comerciais
3.2.4.1. Grandes conglomerados na Europa
3.2.4.2. Grandes conglomerados na América Latina
3.2.4.3. Outros conglomerados
3.2.5. Meios alternativos
3.2.5.1. Evolução da mídia alternativa na Espanha
3.2.5.2. Tendências atuais
3.2.5.3. O problema do Financiamento
3.2.5.4. Jornalismo profissional / Jornalismo ativista
3.2.6. Iniciativas para a democratização da comunicação
3.2.6.1. Exemplos na Europa
3.2.6.2. Exemplos na América Latina
3.2.7. Conclusões
3.3. Comunicação e cooperação internacional
3.3.1. A comunicação social
3.3.1.1. Conceito
3.3.1.2. Temáticas
3.3.2. Atores: associações e centros de pesquisa
3.3.2.1. Movimentos sociais
3.3.3. Redes de colaboração e intercâmbio
3.3.4. Cooperação, educação para a transformação social e comunicação
3.3.4.1. Tipos de comunicação das ONGs para o Desenvolvimento
3.3.5. Códigos de conduta
3.3.5.1. Marketing social
3.3.6. A educomunicação
3.3.7. O trabalho com mídias alternativas
3.3.8. O trabalho com os meios de comunicação públicos e comerciais
3.3.9. Comunicação e cooperação em tempos de crise
3.3.9.1. Impactos técnicos e laborais
3.3.9.2. Impactos nos movimentos sociais
3.3.10. Tensões entre o jornalismo profissional e o jornalismo ativista
3.4. Comunicação e igualdade de gênero
3.4.1. Introdução
3.4.2. Conceitos chave
3.4.3. Mulheres nos meios de comunicação
3.4.3.1. Representação e visibilidade
3.4.4. Produção de mídia e tomada de decisões
3.4.5. A Plataforma de Ação de Pequim (Capítulo J)
3.4.6. Comunicação feminista e linguagem inclusiva
3.4.6.1. Conceitos básicos
3.4.7. Como identificar e evitar os estereótipos
3.4.8. Guia, boas práticas
3.4.9. Exemplos de iniciativas
3.4.10. Conclusões
3.5. Comunidade e desenvolvimento sustentável
3.5.1. Objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS)
3.5.1.1. Proposta e limites
3.5.2. O Antropoceno
3.5.2.1. Mudança climática e desenvolvimento humano
3.5.3. Comunicação da NGDO sobre "desastres naturais"
3.5.3.1. Cobertura regular nos meios de comunicação
3.5.4. Possibilidades de Incidência das ONGDs
3.5.5. Defensoras e defensores do meio ambiente na América Latina
3.5.5.1. Os dados: ameaças e mortes
3.5.6. Como as ONGs para o Desenvolvimento podem comunicar o trabalho dos defensores?
3.6. Comunicação e migração
3.6.1. Introdução
3.6.2. Principais conceitos e dados
3.6.3. O discurso do ódio e sua base
3.6.3.1. Desumanização e vitimização
3.6.4. Necropolítica
3.6.5. Cobertura regular nos meios de comunicação
3.6.6. Redes sociais, WhatsApp e embustes
3.6.7. Possibilidades de Incidência das ONGDs
3.6.7.1. Como reconhecer preconceitos
3.6.7.2. Superando o Eurocentrismo
3.6.8. Boas práticas e diretrizes sobre comunicação e migração
3.6.9. Conclusões
3.7. Comunicação e construção da paz
3.7.1. Introdução
3.7.2. Jornalismo de paz vs. Jornalismo de guerra
3.7.2.1. Características
3.7.3. Um breve panorama histórico de belicismo
3.7.4. Comunicação sobre conflitos armados e processos de paz
3.7.5. Jornalistas em conflitos armados
3.7.6. Possibilidades para as ONGs para o Desenvolvimento
3.7.6.1. Mudança de foco para a solução
3.7.7. Pesquisa e diretrizes
3.8. Educomunicação para caminhar
3.8.1. Introdução
3.8.2. Pedagogia e educação popular
3.8.3. Alfabetização midiática
3.8.4. Projetos de educomunicação
3.8.4.1. Características
3.8.4.2. Agentes
3.8.5. Comunicação em massa para a mudança social
3.8.5.1. O componente de comunicação em outros projetos
3.8.6. A importância da comunicação interna nas ONGs para o Desenvolvimento
3.8.7. Comunicação aos parceiros e colaboradores
3.8.8. Conclusões
3.9. Cultura digital e ONGs de desenvolvimento
3.9.1. Introdução
3.9.2. Mudanças de paradigma e novos espaços
3.9.2.1. Características e principais atores e redes
3.9.3. A tirania do clique
3.9.4. A imposição da brevidade
3.9.5. Participação dos cidadãos na sociedade digital
3.9.5.1. Mudanças de solidariedade e ativismo na cultura digital
3.9.6. Promover a participação das ONGs para o Desenvolvimento nos espaços digitais
3.9.7. A Indicadores comunicação 2.0 nas ONGs para o Desenvolvimento
3.9.8. Conclusões
3.10. Na prática
3.10.1. Introdução
3.10.2. Elaboração de plano de comunicação organizacional
3.10.2.1. Introdução plano de comunicação
3.10.3. Planos de comunicação para projetos e ações
3.10.4. Conteúdo básico e erros comuns em websites
3.10.5. Planos de publicação em redes sociais
3.10.6. Gestão de crises e questões não programadas de mídia social
3.10.7. Sujeito, verbo e predicado
3.10.7.1 Recordando noções
3.10.8. Conclusões
Módulo 4. Igualdade e cooperação
4.1. Gênero e cooperação
4.1.1. Introdução
4.1.2. Conceitos fundamentais
4.1.2.1. Questões de gênero a serem consideradas
4.1.3. Empoderamento
4.1.3.1. Introdução
4.1.3.2. Conceito de empoderamento
4.1.3.3. O que é empoderamento?
4.1.3.4. Uma breve história de empoderamento
4.1.4. O movimento feminista no mundo
4.1.4.1. Conceito
4.1.4.2. Uma breve história do feminismo no mundo
4.1.5. Bibliografia
4.2. Evolução histórica dos movimentos feministas Principais correntes
4.2.1. Introdução
4.2.1.1. Antecedentes históricos
4.2.2. As precursoras do movimento feminista
4.2.3. Sufragistas nos Estados Unidos e Europa
4.2.4. Exemplos na América Latina
4.2.5. Feminismo como um movimento social ou novo feminismo
4.2.6. O feminismo contemporâneo
4.2.6.1. Feministas do século XXI
4.2.6.2. Evolução dos movimentos feministas de destaque
4.2.7. Bibliografia
4.3. Patriarcados regionais e movimentos femininos
4.3.1. Patriarcado
4.3.1.1. Introdução
4.3.1.2. Conceito de patriarcado
4.3.1.3. Conceito de matriarcado
4.3.1.4. Principais características do patriarcado no mundo
4.3.2. Mulheres nos movimentos históricos influentes no mundo
4.3.2.1. Evolução dos direitos das mulheres
4.3.2.1.1. Primeira convenção para os direitos da mulher
4.3.2.1.2. Dia Internacional da Mulher: um dia para a mulher
4.3.2.1.3. A medicina contra a mutilação genital feminina
4.3.2.1.4. A revolta das mulheres em Aba
4.3.2.1.5. O mundo do trabalho em transformação
4.3.2.1.6. No trabalho e em greve, com força
4.3.2.1.7. Nasce a Organização das Nações Unidas
4.3.2.1.8. Às mulheres do mundo
4.3.2.1.9. As borboletas inesquecíveis
4.3.2.1.10. Ativistas, unam-se
4.3.2.1.11. CEDAW
4.3.2.1.12. Declaração sobre a eliminação da violência contra as mulheres
4.3.2.1.13. Programa de ação da CIPD
4.3.2.1.14. Declaração e Plataforma de Ação de Pequim
4.3.2.1.15. Resolução 1325 do Conselho de Segurança
4.3.2.1.16. Declaração do Milênio das Nações Unidas
4.3.2.1.17. Ação coletiva pela paz
4.3.2.1.18. A Gangue Gulabi: justiça para as mulheres
4.3.2.1.19. Desafiando o status quo
4.3.3. Bibliografia
4.4. Divisão do trabalho: arranjos tradicionais e dinâmicas contemporâneas
4.4.1. Introdução
4.4.2. Divisão sexual do trabalho
4.4.2.1. Restrições intrínsecas e extrínsecas à participação das mulheres no trabalho
4.4.2.2. Segregação vertical e horizontal das mulheres em empregos remunerados
4.4.2.3. Masculinidades e trabalho remunerado
4.4.3. Divisão do trabalho entre homens e mulheres
4.4.4. Feminização da pobreza
4.4.5. Dados sobre a participação no mercado de trabalho, as diferenças de gênero e as diferentes formas de inserção no mercado de trabalho
4.4.5.1. Indicadores
4.4.5.2. Empregada por ramo de atividade
4.4.5.3. Empregada por tipo de profissão
4.4.5.4. Empregada por status profissional
4.4.5.5. Empregada por tipo de cargo
4.4.6. Bibliografia
4.5. Políticas de cuidados e economia
4.5.1. Cuidados para a vida
4.5.2. Efeitos na vida das mulheres
4.5.2.1. Valor associado ao trabalho não remunerado na esfera doméstica e outros trabalhos de cuidado
4.5.2.2. Conceito de conciliação
4.5.2.3. Medidas adotadas para alcançar a reconciliação
4.5.3. Cuidados e atividades domésticas Crianças que frequentam centros de educação e cuidado Famílias com dependentes
4.5.3.1. Frequência semanal de cuidados e atividades domésticas España y UE-28
4.5.3.2. Horas semanais dedicadas a cuidados e atividades domésticas
4.5.3.3. Pessoas com 16 anos ou mais cuidando de dependentes (por idade e sexo)
4.5.4. Novas masculinidades
4.5.5. Bibliografia
4.6. Gênero e migração
4.6.1. Causas e situação global da migração
4.6.2. Desenvolvimentos históricos na migração
4.6.3. Fenômeno de feminização da migração
4.6.4. Características dos fluxos migratórios a partir de uma perspectiva de gênero
4.6.5. Efeitos dos processos de migração nas mulheres
4.6.6. Conclusões
4.6.7. Estratégia de migração com a perspectiva de gênero
4.6.8. Bibliografia
4.7. O Sistema Internacional de Cooperação para o Desenvolvimento a partir de uma perspectiva de gênero
4.7.1. Introdução
4.7.2. O sistema de cooperação internacional para o desenvolvimento
4.7.2.1. Objetivos de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento Português
4.7.2.2. Políticas e instrumentos da Cooperação Internacional para o Desenvolvimento a partir de uma perspectiva de gênero
4.7.2.3. Linhas estratégicas de trabalho sobre a abordagem de gênero na Cooperação Internacional para o Desenvolvimento
4.7.3. Gênero e advocacy
4.7.4. Gênero e desenvolvimento
4.7.5. Planejamento que responda às questões de gênero
4.7.5.1. Diretrizes para processos de planejamento
4.7.6. Marcos de Parceria por País (MPPs) e ferramentas de cooperação espanholas disponíveis
4.7.7. Diretrizes para a transversalização
4.7.7.1. Lista de verificação
4.7.7.2. Lista de verificação da Fase 1. Etapa 0
4.7.8. Bibliografia
4.8. Políticas públicas com uma perspectiva de gênero
4.8.1. Introdução
4.8.2. Economia e desenvolvimento
4.8.2.1. Bases econômicas do desenvolvimento
4.8.2.2. Definição de economia de desenvolvimento
4.8.2.3. Evolução economia de desenvolvimento
4.8.3. Economia de gênero
4.8.4. Políticas públicas com uma perspectiva de gênero
4.8.5. Metodologia de orçamentação de gênero
4.8.6. Índice de Desenvolvimento Humano na perspectiva de gênero
4.8.6.1. Conceito
4.8.6.2. Parâmetros do Índice de Desenvolvimento Humano
4.8.7. Bibliografia
4.9. A perspectiva de gênero na Cooperação Internacional para o Desenvolvimento
4.9.1. Gênero na cooperação internacional Evolução histórica
4.9.2. Conceitos básicos
4.9.2.1. Igualdade de gênero
4.9.2.2. Igualdade de gênero
4.9.2.3. Identidade de gênero
4.9.2.4. Masculinidades
4.9.2.5. Patriarcado
4.9.2.6. Divisão sexual de trabalho
4.9.2.7. Papéis de gênero
4.9.2.8. Abordagem setorial
4.9.2.9. Abordagem transversal
4.9.2.10. Necessidades práticas
4.9.2.11. Interesses estratégicos de gênero
4.9.3. Por que é importante integrar o gênero nos processos de desenvolvimento?
4.9.4. Decálogo para Integração da Perspectiva de Gênero
4.9.5. Indicadores de gênero
4.9.5.1. Conceito
4.9.5.2. Áreas que podem ser alvo de indicadores
4.9.5.3. Características

Uma experiência única, fundamental e decisiva para impulsionar seu crescimento profissional"
Programa Avançado de Transformação Social através da Cooperação Internacional para o Desenvolvimento
A transformação social por meio da cooperação internacional para o desenvolvimento refere-se à colaboração entre países e organizações para criar condições que promovam um desenvolvimento justo e sustentável em comunidades desfavorecidas ao redor do mundo. Essa cooperação inclui financiamento, tecnologia, conhecimento e recursos humanos, para que as pessoas mais vulneráveis tenham acesso a ferramentas e recursos que lhes permitam melhorar sua qualidade de vida a longo prazo.
O desenvolvimento é um processo complexo que envolve não apenas o crescimento econômico, mas também o bem-estar social, a proteção do meio ambiente, a justiça e a igualdade. A cooperação internacional para o desenvolvimento deve, portanto, ser abrangente e inclusiva em todas essas áreas.
O desenvolvimento sustentável é um conceito-chave dentro da cooperação internacional para o desenvolvimento, sugerindo que os esforços de desenvolvimento devem abordar as necessidades atuais sem comprometer as necessidades das futuras gerações. Isso significa garantir que o desenvolvimento seja sustentável não apenas do ponto de vista econômico, mas também social e ambiental.
Passos para desenvolver a cooperação internacional para o desenvolvimento
Identificação de necessidades: identificar as necessidades das comunidades vulneráveis e estabelecer prioridades em áreas como saúde, educação, infraestrutura, proteção ambiental, entre outras.
Design de projetos: desenvolver projetos específicos que buscam atender às necessidades identificadas, levando em consideração os contextos e culturas das comunidades. Esses projetos podem incluir iniciativas de educação, saúde, fornecimento de água e energia, entre outras.
Financiamento e recursos: estabelecer fontes de financiamento e buscar os recursos necessários para a implementação dos projetos.
Implementação: colocar em prática os projetos, garantindo a participação ativa da comunidade e a transferência de conhecimento e habilidades para que as comunidades possam manter e melhorar os resultados do projeto a longo prazo.
Avaliação: realizar avaliações periódicas para medir o impacto dos projetos e tomar decisões de ajuste, caso seja necessário.
A cooperação internacional para o desenvolvimento é fundamental para enfrentar os desafios mais complexos enfrentados pelas comunidades vulneráveis ao redor do mundo. É necessário priorizar a colaboração e o trabalho em equipe, comprometendo-se a construir um futuro mais justo e sustentável para todos.