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Por outro lado, também será apresentada a parte final do ensaio clínico e os SOPs (Standard Operating Procedures) propostos aos monitores pelo CRO (Clinical Research Organitation).
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Módulo 1 Ensaios Clínicos (I)
1.1. Ensaios clínicos. Conceitos fundamentais I
1.1.1. Introdução
1.1.2. Definição de ensaios clínicos (EECC)
1.1.3. História dos ensaios clínicos
1.1.4. Pesquisa clínica
1.1.5. Partes envolvidas nos EECC
1.1.6. Conclusões
1.2. Ensaios clínicos. Conceitos fundamentais II
1.2.1. Padrões de boas práticas clínicas
1.2.2. Protocolo de ensaios clínicos e anexos
1.2.3. Avaliação farmacoeconômica
1.2.4. Aspectos para melhorar em ensaios clínicos
1.3. Classificação dos ensaios clínicos
1.3.1. Ensaios clínicos por finalidade
1.3.2. Ensaios clínicos por campo de pesquisa
1.3.3. Ensaios clínicos por metodologia
1.3.4. Grupos de tratamento
1.3.5. Mascaramento
1.3.6. Atribuição ao tratamento
1.4. Ensaios clínicos em fase I
1.4.1. Introdução
1.4.2. Características do Ensaios clínicos em fase I
1.4.3. Projetos de Ensaios clínicos em fase I
1.4.3.1. Ensaios a dose única
1.4.3.2. Ensaios de dose múltiplas
1.4.3.3. Estudos farmacodinâmicos
1.4.3.4. Estudos farmacocinéticos
1.4.3.5. Ensaios de biodisponibilidade e bioequivalência
1.4.4. Unidades de fase I
1.4.5. Conclusões
1.5. Pesquisa não comercial
1.5.1. Introdução
1.5.3. Lançamento de ensaios clínicos não-comerciais
1.5.4. Dificuldades do promotor independente
1.5.5. Promover a pesquisa clínica independente
1.5.6. Solicitação de subsídios para pesquisa clínica não comercial
1.5.7. Bibliografia
1.6. EECC de equivalência e não inferioridade (I)
1.6.1. Ensaios clínicos de equivalência e não inferioridade
1.6.1.1. Introdução
1.6.1.2. Justificativa
1.6.1.3. Equivalência terapêutica e bioequivalência
1.6.1.4. Conceito de equivalência terapêutica e de não inferioridade
1.6.1.5. Objetivos
1.6.1.6. Aspectos estatísticos básicos
1.6.1.7. Monitoramento intermediário de dados
1.6.1.8. Qualidade dos ECA de equivalência e de não inferioridade
1.6.1.10. A pós-equivalência
1.6.2. Conclusões
1.7. EECC de equivalência e não inferioridade (II)
1.7.1. Equivalência terapêutica na prática clínica
1.7.1.1. Nível 1: ensaios diretos entre 2 medicamentos, com desenho de equivalência ou não inferioridade
1.7.1.2. Nível 2: ensaios diretos entre 2 medicamentos, com diferenças estatisticamente significativas, mas sem relevância clínica
1.7.1.3. Nível 3: ensaios não estatisticamente significativos
1.7.1.4. Nível 4: diferentes ensaios diferentes de um terceiro denominador comum
1.7.1.5. Nível 5: ensaios contra diferentes comparadores e estudos observacionais
1.7.1.6. Documentação de apoio: revisões, Diretrizes de Prática Clínica, recomendações, opinião de especialistas, julgamento clínico
1.7.2. Conclusões
1.8. Orientações para a preparação de um protocolo do ensaio clínico
1.8.1. Resumo
1.8.2. Índice
1.8.3. Informação geral
1.8.4. Justificativa
1.8.5. Hipóteses e objetivos do ensaio
1.8.6. Projeto de ensaio
1.8.7. Seleção e retirada de sujeitos
1.8.8. Tratamento de sujeitos
1.8.9. Avaliação da eficácia
1.8.10. Avaliação de segurança
1.8.10.1. Eventos adversos
1.8.10.2. Gerenciamento de eventos adversos
1.8.10.3. Notificação de eventos adversos
1.8.11. Estatística
1.8.13. Informação e consentimento
1.8.16. Conclusões
1.9. Aspectos administrativos não-protocolares dos ensaios clínicos
1.9.1. Documentação necessária para o início do julgamento
1.9.2. Registros de identificação, recrutamento e seleção de sujeitos
1.9.3. Documentos fonte
1.9.4. Cadernos para de coleta de dados(CRD)
1.9.5. Monitoramento
1.9.6. Conclusões
1.10. Caderno de coleta de dados(CRD)
1.10.1. Definição
1.10.2. Função
1.10.3. Importância e confidencialidade
1.10.4. Tipos de quadernos para a coleta de dados
1.10.5. Elaboração do a coleta de dados
1.10.5.1. Tipos de dados
1.10.5.2. Ordem
1.10.5.3. Projeto gráfico
1.10.5.4. Preenchimento dos dados
1.10.5.5. Recomendações
1.10.6. Conclusões
Módulo 2 Monitoramento de Ensaios Clínicos (l)
2.1. O Promotor I
2.1.1. Aspectos gerais
2.1.2. Responsabilidades do Promotor
2.2. O Promotor II
2.2.1. Gestão de projetos
2.2.2. Pesquisa não comercial
2.3. O protocolo
2.3.1. Definição e conteúdo
2.3.2. Cumprimento do protocolo
2.4. Monitoramento
2.4.1. Introdução
2.4.2. Definição
2.4.3. Objetivos do Monitoramento
2.4.4. Tipos de monitoramento: tradicional e baseado em risco
2.5. O Monitor I
2.5.1. Quem pode ser Monitor?
2.5.2. CRO: Clinical Research Organization
2.5.3. Plano de monitoramento
2.6. O Monitor II
2.6.1. Responsabilidades do monitor
2.6.2. Verificação de documentos fonte: SDV
2.6.3. Relatório do Monitor e Carta de Acompanhamento
2.7. Visita de Seleção
2.7.1. Seleção do pesquisador
2.7.2. Aspectos a serem considerados
2.7.3. Adequação de instalações
2.7.4. Visita a outros departamentos do hospital
2.7.5. Deficiências nas instalações e no pessoal do estúdio
2.8. Startup em um centro de pesquisa clínica
2.8.1. Definição e funcionalidade
2.8.2. Documentos essenciais no início do ensaio
2.9. Visita de início
2.9.1. Objetivo
2.9.2. Preparação para a visita inicial
2.9.3. Arquivo do pesquisador
2.9.4. Investigator Meeting
2.10. Visita de início em Farmácia Hospitalar
2.10.1. Objetivo
2.10.2. Manejo para a medicação de estudo
2.10.3. Controle de temperaturas
2.10.4. Procedimento geral ante um desvio
Módulo 3 Monitoramento de Ensaios Clínicos (II)
3.1. Visita de acompanhamento
3.1.1. Preparação
3.1.1.1. Carta de confirmação da visita
3.1.1.2. Preparação
3.1.2. Desenvolvimento no centro
3.1.2.1. Revisão da documentação
3.1.2.2. SAEs
3.1.2.3. Critérios de inclusão e exclusão
3.1.2.4. Verificar
3.1.3. Treinamento da equipe de pesquisa
3.1.3.1. Acompanhamento
3.1.3.1.1. Produção de relatórios de monitoramento
3.1.3.1.2. Acompanhamento de issues
3.1.3.1.3. Suporte da equipe
3.1.3.1.4. Carta de acompanhamento
3.1.3.2. Temperatura
3.1.3.2.1. Medicação suficiente
3.1.3.2.2. Recepção
3.1.3.2.3. Vencimento
3.1.3.2.4. Dispensação
3.1.3.2.5. Acondicionamento
3.1.3.2.6. Devolutiva
3.1.3.2.7. Armazenamento
3.1.3.2.8. Documentação
3.1.3.3. Amostras
3.1.3.3.1. Local e central
3.1.3.3.2. Tipos
3.1.3.3.3. Registro de temperaturas
3.1.3.3.4. Certificado de calibração/manutenção
3.1.3.4. Reunião com a equipe de pesquisa
3.1.3.4.1. Assinatura da documentação pendente
3.1.3.4.2. Discussão dos resultados
3.1.3.4.3. Re-treinamento
3.1.3.4.4. Medidas corretivas
3.1.3.5. Revisão de ISF (Investigator Site File)
3.1.3.5.1. Novos circuitos integrados e protocolos
3.1.3.5.2. Novas aprovações do Comitê de Ética e da AEMPS
3.1.3.5.3. LOGs
3.1.3.5.4. Carta de visita
3.1.3.5.5. Documentação nova
3.1.3.6. SUSARs
3.1.3.6.1. Conceito
3.1.3.3.2. Revisão por PI
3.1.3.7. Caderno eletrônico
3.2. Visita de encerramento ou Close-out Visit
3.2.1. Definição
3.2.2. Razões para as visitas de encerramento
3.2.2.1. Finalização de ensaios clínicos
3.2.2.2. Incumprimento do protocolo
3.2.2.3. Incumprimento das boas práticas clínicas
3.2.2.4. A pedido do pesquisador
3.2.2.5. Baixo recrutamento
3.2.3. Procedimentos e responsabilidades
3.2.3.1. Preparação para a visita de encerramento
3.2.3.2. Durante a visita de encerramento
3.2.3.3. Preparação para a visita de encerramento
3.2.4. Visita de Encerramento de Farmácia
3.2.5. Relatório final
3.2.6. Conclusões
3.3. Gestão de “Queries”, interrupções na base de dados
3.3.1. Definição
3.3.2. Normas das “Queries”
3.3.3. Como são geradas as “Queries”?
3.3.3.1. De forma automática
3.3.3.2. Pelo monitor
3.3.3.3. Por um revisor externo
3.3.4. Quando são geradas as “Queries”?
3.3.4.1. Preparação para a visita de monitoramento
3.3.4.2. Próximo ao fechamento de um banco de dados
3.3.5. Estados de uma “Query”
3.3.5.1. Aberta
3.3.5.2. Pendente de revisão
3.3.5.3. Fechar
3.3.6. Cortes de banco de dados
3.3.6.1. Erros mais frequentes de CRDs
3.3.7. Conclusões
3.4. Gestão de AE e Notificação SAE
3.4.1. Definições
3.4.1.1. Eventos adversos “Adverse Event” (AA o AE)
3.4.1.2. Reações adversas (RA)
3.4.1.3. Evento adverso grave ou reação adversa grave (AAG o RAG) “Serious Adverse Event” (SAE)
3.4.1.4. Reação Adversa Grave e Inesperada (RAGI). SUSAR
3.4.2. Dados a serem coletados pelo pesquisador
3.4.3. Coleta e avaliação dos dados de segurança obtidos no ensaio clínico
3.4.3.1. Descrição
3.4.3.2. Datas
3.4.3.3. Desdobramento
3.4.3.4. Intensidade
3.4.3.5. Medidas tomadas
3.4.3.6. Relação de causalidade
3.4.3.7. Perguntas básicas
3.4.3.7.1. Quem notifica, o que é notificado, quem é notificado, como é notificado, quando é notificado?
3.4.4. Procedimentos para o relatório de AA/RA com medicamentos de pesquisa
3.4.4.1. Notificação rápida de casos individuais
3.4.4.2. Relatórios periódicos de segurança
3.4.4.3. Relatórios de segurança "ad hoc”
3.4.4.4. Relatórios anuais
3.4.5. Eventos de interesse especial
3.4.6. Conclusões
3.5. Procedimentos Operacionais Padrão CRA. (PNT) ou Standard Operating Procedures (SOP)
3.5.1. Definição e objetivos
3.5.2. Escrever um SOP
3.5.2.1. Procedimento
3.5.2.2. Formato
3.5.2.3. Implementação
3.5.2.4. Revisão
3.5.3. PNT Feasibility e Visita de seleção (Site Qualification Visit)
3.5.3.1 Procedimentos
3.5.4. PNT Visita início
3.5.4.1. Procedimentos antes da visita inicial
3.5.4.2. Procedimentos durante a visita inicial
3.5.4.3. Procedimentos de acompanhamento para a visita inicial
3.5.5. PNT visita monitoramento
3.5.5.1. Procedimentos antes da visita inicial de monitoramento
3.5.5.2. Procedimentos durante a visita inicial de monitoramento
3.5.5.3. Carta de acompanhamento
3.5.6. PNT Visita de Encerramento
3.5.6.1. Preparar a visita de encerramento
3.5.6.2. Gerenciar a visita de encerramento
3.5.6.3. Acompanhamento Preparação para a visita de Encerramento
3.5.7. Conclusões
3.6. Garantia de qualidade. Auditorias e inspeções
3.6.1. Definição
3.6.3. Tipos de auditorias
3.6.3.1. Auditoria Interna
3.6.3.2. Auditorias externas ou inspeções
3.6.4. Como preparar uma Auditoria?
3.6.5. Principais conclusões ou findings
3.6.6. Conclusões
3.7. Desvios de protocolo
3.7.1. Critérios
3.7.1.1. Não cumprimento dos critérios de inclusão
3.7.1.2. Cumprimento dos critérios de exclusão
3.7.2. Deficiências de ICF
3.7.2.1. Assinaturas corretas em documentos (CI, LOG)
3.7.2.2. Datas corretas
3.7.2.3. Documentação correta
3.7.2.4. Armazenamento correto
3.7.2.5. Versão correta
3.7.3. Visitas fora da janela
3.7.4. Documentação pobre ou errônea
3.7.5. Os 5 corretos
3.7.5.1. Paciente correto
3.7.5.2. Medicamento correto
3.7.5.3. Tempo correto
3.7.5.4. Dose correta
3.7.5.5. Rota correta
3.7.6. Amostras e parâmetros perdidos
3.7.6.1. Amostras perdidas
3.7.6.2. Parâmetro não realizado
3.7.6.3. Amostra não enviada a tempo
3.7.6.4. Hora de coleta de amostras
3.7.6.6. Solicitação de kits fora do tempo
3.7.7. Privacidade da informação
3.7.7.1. Segurança da informação
3.7.7.2. Segurança de relatórios
3.7.7.3. Segurança de fotos
3.7.8. Desvios de temperatura
3.7.8.1. Registrar
3.7.8.2. Informar
3.7.8.3. Atuar
3.7.9. Abrir às cegas no momento errado
3.7.10. Disponibilidade de IP
3.7.10.1. Não atualizado em IVRS
3.7.10.2. Não enviados a tempo
3.7.10.3. Não registrado a tempo
3.7.10.4. Roteiro de estoque
3.7.11. Medicação proibida
3.7.12. Key y non-key
3.8. Documentos fonte e essenciais
3.8.1. Características
3.8.2. Localização de documentos fonte
3.8.3. Acesso ao documento fonte
3.8.4. Tipo de documento fonte
3.8.5. Como corrigir um documento fonte?
3.8.6. Tempo de conservação do documento fonte
3.8.7. Componentes principais de história clínica
3.8.8. Manual do pesquisador(IB)
3.9. Monitoring Plan
3.9.1. Visitas
3.9.2. Frequência
3.9.3. Organização
3.9.4. Confirmação
3.9.5. Categorização de site issues
3.9.6. Comunicação com os pesquisadores
3.9.7. Treinamento da equipe de pesquisa
3.9.8. Trial Experto Universitario file
3.9.9. Documentos de referência
3.9.10. Revisão remota de cadernos eletrônicos
3.9.11. Data Privacy
3.9.12. Atividades de gestão no centro
3.10. Caderno de coleta de dados
3.10.1. Conceito e história
3.10.2. Cumprimento da timelines
3.10.3. Validação de dados
3.10.4. Gestão de inconsistências de dados ou “queries”
3.10.5. Exportação de dados
3.10.6. Segurança e papéis
3.10.7. Rastreabilidade e logs
3.10.8. Geração de relatórios
3.10.9. Notificações e alertas
3.10.10. Caderno eletrônico vs. caderno em papel

Esta é uma capacitação essencial para avançar em sua carreira”
Curso de Monitoramento de Ensaios Clínicos
Os ensaios clínicos tornaram-se um fator essencial no tratamento de diversas doenças, ao longo dos anos foram realizadas avaliações experimentais em produtos e substâncias, bem como em medicamentos e técnicas de diagnóstico; graças a isto, os médicos utilizam uma variedade de tratamentos previamente experimentados e testados para uso em pacientes. Com o progresso da tecnologia também há avanços neste setor, razão pela qual é necessário que os profissionais dedicados a este campo atualizem seus conhecimentos com o objetivo de se manterem atualizados sobre os novos desenvolvimentos. Na TECH, elaboramos um Curso de Monitoramento de Ensaios Clínicos que, além de se aprofundar nos aspectos mais importantes da pesquisa médica, proporcionará um estudo detalhado do manejo e gestão dos documentos dos arquivos de pesquisa, de acordo com os regulamentos atuais da BCP e ICH. Também determinará os recursos para definir os principais componentes deste procedimento e, assim, aprender sobre a variedade de tarefas que devem ser realizadas durante o desenvolvimento de qualquer estudo observacional.
Capacite-se no monitoramento de ensaios clínicos
Na TECH fornecemos o programa científico mais atualizado e completo do mercado. O conteúdo e a metodologia deste plano de estudos foi elaborado por uma equipe de profissionais dedicados ao setor de pesquisa e saúde; isto facilitará o desenvolvimento de seu curso com as melhores técnicas teóricas e práticas. Durante 300 horas de capacitação você poderá adquirir as habilidades necessárias para supervisionar estes processos, incluindo a liderança da equipe para realizar as funções do grupo de pesquisa, a aplicação da legislação em documentos de arquivo e a gestão da coleta de dados para avaliar a segurança em um ensaio clínico (AEs e SAEs). Ao estudar este programa, você será capaz não apenas de supervisionar os ensaios clínicos, mas também de estabelecer estratégias que lhe permitam abordar corretamente a gestão de diferentes problemas que surgem durante o curso dos ensaios; tudo isso sem negligenciar o correto cumprimento dos procedimentos e atividades marcados pelo protocolo e pelas Normas de Boas Práticas Clínicas. Você também se capacitará no manejo do plano de monitoramento e dos PNTs para o acompanhamento de cada pesquisa; devido a isto, você será capaz de atingir um percentual de sucesso e eficácia nos projetos realizados.