Qualificação universitária
A maior faculdade de medicina do mundo”
Apresentação do programa
Os avanços na Internação Domiciliar exigem novas propostas de especialização para manter o profissional atualizado"
A mudança demográfica exige uma reformulação extrema dos cuidados à saúde (antes focalizados nos processos agudos e na cura como objetivo principal e tendo os hospitais como centro de atenção), em direção a um tratamento voltado para o cuidado e não para a cura e que tenha como centro a pessoa e seu ambiente mais próximo, a casa onde ela vive, sem reduzir a qualidade do atendimento ou o uso de recursos hospitalares intensivos, mas sendo muito mais eficiente no uso e consumo de recursos públicos e privados.
A internação em casa é o motor da mudança no atendimento médico moderno. Um atendimento focado nas pessoas e em suas necessidades de saúde e sociais.
Nossos pacientes e usuários já experimentaram a mudança que, ano após ano e durante décadas, ouvimos das diferentes sociedades médicas e dos gestores de saúde. Como vimos, temos uma sociedade envelhecida, com problemas crônicos que se manifestam e que precisam de atendimento fora do ambiente hospitalar, mas que seja atendida com a intensidade, a tecnologia e a especialização que é fornecida diariamente nos nossos hospitais. Neste caso, os mais capacitados e preparados para liderar essa mudança são as Unidades de Internação Domiciliar.
Os objetivos deste programa são aprofundar em todos aqueles aspectos que tornam a Internação Domiciliar única e diferente de outras especialidades médicas, além de mostrar as carências e oportunidades para o futuro que ainda temos pela frente, aproveitando as novas tecnologias educacionais.
O programa é apresentado de forma rigorosa através das últimas evidências científicas e de casos clínicos, o que nos permite ampliar o nosso conhecimento, compartilhando experiências e técnicas inovadoras que já estão sendo utilizadas por médicos nas diferentes Unidades de Internação Domiciliar em todo o mundo.
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Este Mestrado em Internação Domiciliar conta com o programa científico mais completo e atualizado do mercado. As principais características desta capacitação são:
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O corpo docente do curso é formado por profissionais espanhóis renomados e de prestígio que possuem uma longa carreira nas áreas de saúde, ensino e pesquisa, que já atuaram em diferentes hospitais em nível nacional adquirindo experiência profissional e de ensino que transmitem de forma extraordinária neste Mestrado.
O desenho metodológico deste programa, desenvolvido por uma equipe multidisciplinar de especialistas em e-learning, integra os últimos avanços da tecnologia educacional para a criação de inúmeras ferramentas educacionais multimídia que permitem ao profissional, com base fundamentalmente no método científico, encontrar a solução para problemas reais em sua prática clínica habitual, o que lhe permitirá avançar na aprendizagem e no desenvolvimento de habilidades que irão impactar no seu trabalho profissional futuro.
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Plano de estudos
Este programa foi criado por um grupo de professores e profissionais de medicina de diversas especialidades e com ampla experiência clínica, de pesquisa e de ensino, interessados na integração do conhecimento científico mais recente e atualizado da Internação Domiciliar, garantindo a capacitação e o aperfeiçoamento profissional e proporcionando uma melhoria na prática clínica diária dos profissionais.
Este Mestrado em Internação Domiciliar conta com o programa científico mais completo e atualizado do mercado”
Módulo 1. Organização da internação domiciliar
1.1. Introdução e justificativa
1.1.1. Introdução
1.1.2. Justificativa
1.2. História da Internação Domiciliar
1.2.1. Revisão histórica
1.2.2. Unidades de referência
1.2.3. O presente e o futuro da ID
1.3. Modelos de organização
1.3.1. Atendimento domiciliar baseado nos hospitais
1.3.2. Atendimento baseado no atendimento primário
1.3.3. Serviço de ajuda a domicílio
1.4. Diferenças entre UID e cuidados domiciliares dos cuidados primários e outros modelos de cuidados domiciliares (PADES, ESAD)
1.4.1. UID
1.4.2. Modelos de atendimento domiciliar
1.5. Medicina baseada em evidências
1.5.1. Vantagens e desvantagens do modelo UID comparado com a hospitalização convencional
1.6. Catálogo de serviços
1.6.1. Plano de alta antecipada
1.6.2. Esquema de alta tecnologia
1.6.3. Esquema da função de apoio
1.7. Critérios gerais de inclusão e exclusão
1.7.1. Voluntariedade
1.7.2. Critérios sociais
1.7.3. Critérios geográficos
1.7.4. Critérios médicos
1.8. Integração com diferentes níveis de cuidado
1.8.1. Atenção primária
1.8.2. Urgências
1.8.3. Hospitalização convencional
1.8.4. Centros Sociossanitários
1.8.5. Residências
1.9. Estrutura e recursos da UID
1.9.1. Estrutura da UID
1.9.2. Recursos das UID
Módulo 2. Visão geral Pesquisa e ensino na UID
2.1. Gestão de processos
2.1.1. Avaliação pré-admissional
2.1.2. Admissão
2.1.3. Descarga e transferência para a atenção primária
2.1.4. Readmissão
2.1.5. Gerenciamento de casos
2.2. Prontuário médico eletrônico, peculiaridades da UID (mobilidade e acessibilidade)
2.2.1. Telemedicina
2.3. Indicadores de qualidade
2.3.1. Indicadores de gestão
2.3.2. Indicadores clínicos
2.4. Pesquisa em UID
2.4.1. Linhas de trabalho futuras e atuais na ID
2.5. Ensino superior e pós-graduação
2.5.1. Ensino superior
2.5.2. Ensino pós-graduação
2.6. Perspectivas futuras
2.6.1. Desafios futuros
2.7. Telemedicina
2.7.1. Conceito e considerações
2.8. Gerenciamento de casos
2.8.1. Gerenciamento de casos de enfermagem hospitalar
2.8.2. Gerenciamento de casos de enfermagem comunitária
2.8.3. Gerenciamento de casos baseados na Medicina
Módulo 3. Cuidados para os diferentes tipos de pacientes em particular
3.1. Paciente geriátrico frágil
3.1.1. Peculiaridades dos pacientes geriátricos
3.1.2. Modelo de relacionamento com centros assistenciais
3.1.3. Tratamento de pacientes geriátricos
3.2. Paciente crônico complexo
3.2.1. Definição
3.2.2. Modelos de gestão dos pacientes crônicos complexos
3.2.3. Critérios de terminalidade
3.3. Paciente paliativo
3.3.1. Diferenças entre pacientes paliativos oncológicos e não oncológicos
3.3.2. Critérios de terminalidade
3.3.3. Modelos de gestão dos pacientes paliativos
3.4. Paciente frequentador
3.4.1. Gerenciamento de casos
3.5. Antibioterapia domiciliar
3.5.1. Visão geral
3.5.2. TADE
3.6. Paciente psiquiátrico
3.6.1. Peculiaridades do monitoramento domiciliar da saúde mental
3.7. Paciente pediátrico
3.7.1. Considerações em pacientes pediátricos
Módulo 4. Síndromes subordinadas de gestão domiciliar
4.1. Insuficiência cardíaca
4.1.1. Critérios de admissão e exclusão
4.1.2. Manejo dos sintomas e tratamento domiciliar
4.1.3. Critérios da alta
4.2. DPOC
4.2.1. Critérios de admissão e exclusão
4.2.2. Manejo dos sintomas e tratamento domiciliar
4.3. Cuidados ao paciente pós-cirúrgico
4.3.1. Critérios de admissão e exclusão
4.3.2. Manejo dos principais sintomas e complicações em pacientes pós-cirúrgicos
4.4. Paciente neurológico
4.4.1. Demência
4.4.2. Esclerose múltipla
4.4.3. ELA
4.5. TVP e TEP
4.5.1. Diagnóstico domiciliar
4.5.2. Tratamento domiciliar
4.5.3. Critérios de admissão à hospitalização convencional
4.6. Reabilitação domiciliar Perda de funcionalidade Fracturas
4.6.1. Escalas de funcionalidade
4.6.2. Possibilidades de reabilitação domiciliar
4.7. Síndromes nefrourológicos
4.7.1. Pielonefrite
4.7.2. Patologia do trato urinário
4.7.3. Doença da próstata
4.7.4. Doença renal aguda e crônica
4.8. Paciente com doenças digestivas
4.8.1. Cirrose
4.8.2. Encefalopatia hepática
4.8.3. Intestino curto
Módulo 5. Manejo de infecções no domicílio Critérios de admissão e exclusão, manejo, critérios de alta
5.1. Pneumonia
5.1.1. Diagnóstico
5.1.2. Manejo domiciliar
5.1.3. Broncoaspirações Prevenção e manejo
5.2. Infecções do trato urinário
5.2.1. Pielonefrite
5.2.2. Infecções urinárias
5.2.3. Prostatite
5.3. Infecções intra-abdominais
5.3.1. Abscesso hepático
5.3.2. Abscessos pós-operatórios
5.3.3. Colecistite e colangite
5.3.4. Diverticulite
5.3.5. Pancreatite infecciosa
5.4. Abscessos
5.4.1. Visão geral
5.4.2. Tratamentos
5.4.3. Tipos de curas
5.5. Infecções de partes moles
5.5.1. Conceito
5.5.2. Classificação
5.6. Infecção da ferida cirúrgica
5.6.1. Conceito
5.6.2. Classificação
5.7. Osteomielite
5.7.1. Conceito
5.7.2. Classificação
5.8. Endocardite
5.8.1. Conceito
5.8.2. Classificação
5.9. Infecções de próteses e dispositivos intravasculares
5.9.1. Conceito
5.9.2. Classificação
5.10. Neutropenia febril
5.10.1. Diagnóstico
5.10.2. Terapêutica
Módulo 6. Cuidados paliativos e pacientes oncológicos
6.1. Avaliação completa em cuidados paliativos
6.1.1. Modelo de história clínica de cuidados paliativos
6.1.2. Anamnese em cuidados paliativos
6.1.3. A importância da família e das circunstâncias sociais em uma avaliação completa
6.2. Escala de classificação de cuidados paliativos
6.2.1. ECOG
6.2.2. Barthel
6.2.3. Karnofsky
6.2.4. EVA
6.2.5. Escala de classificação de sintomas de Edmonton
6.2.6. Escala de Gijón
6.2.7. APGAR Familiar
6.2.8. Pfeiffer
6.2.9. Avaliação nutricional
6.3. Modelos de cuidados contínuos em pacientes oncológicos paliativos
6.3.1. O paciente paliativo
6.3.1.1. Modelos
6.4. Manejo da dor em cuidados paliativos
6.4.1. Escada analgésica
6.4.2. Primeiro degrau
6.4.3. Segundo degrau
6.4.4. Terceiro degrau
6.4.5. Coadjuvantes
6.5. Controle de dispneia
6.5.1. Diagnóstico
6.5.2. Etiologia
6.5.3. Manejo domiciliar
6.6. Controle do delírio
6.6.1. Diagnóstico
6.6.2. Etiologia
6.6.3. Manejo domiciliar
6.7. Controle de náuseas e vômitos
6.7.1. Diagnóstico
6.7.2. Etiologia
6.7.3. Manejo domiciliar
6.8. Alterações do ritmo intestinal Diarréia e prisão de ventre
6.8.1. Diagnóstico
6.8.2. Etiologia
6.8.3. Manejo domiciliar
6.9. Anorexia-caquexia
6.9.1. Diagnóstico
6.9.2. Etiologia
6.9.3. Manejo domiciliar
6.10. Insônia - ansiedade
6.10.1. Diagnóstico
6.10.2. Etiologia
6.10.3. Manejo domiciliar
6.11. Situação dos últimos dias e sedação paliativa
6.11.1. Critérios de terminalidade
6.11.2. Sedação paliativa x Eutanásia passiva x Eutanásia ativa
6.11.3. Manejo domiciliar
6.12. Luto e assistência à família
6.12.1. O luto
6.12.2. O ambiente familiar
Módulo 7. Manejo da dor na internação domiciliar
7.1. Manejo da dor
7.1.1. Visão geral
7.1.2. Considerações no domicílio
7.2. Escala e avaliação do paciente com dor
7.2.1. Classificação
7.2.2. Avaliação do paciente
7.3. Tratamento analgésico de primeira linha
7.3.1. Terapêutica
7.3.2. Procedimentos no domicílio
7.4. Tratamento analgésico de segubnda linha
7.4.1. Terapêutica
7.4.2. Procedimentos no domicílio
7.5. Tratamento de terceiro degrau Opióides
7.5.1. Terapêutica
7.5.2. Procedimentos no domicílio
7.6. Coadjuvantes
7.6.1. Classificação
7.6.2. Procedimento
7.7. Manejo intervencionista da dor
7.7.1. A Interconsulta
7.7.2. Procedimentos no domicílio
Módulo 8. Nutrição na internação domiciliar
8.1. Avaliação nutricional Escalas
8.1.1. MUST
8.1.2. MNA
8.1.3. Parâmetros de laboratório
8.1.4. Parâmetros clínicos
8.2. Disfagia
8.2.1. Diagnóstico
8.2.2. Etiologia
8.2.3. Manejo domiciliar
8.3. O paciente oncológico
8.3.1. Necessidades nutricionais nos pacientes oncológicos
8.3.2. Peculiaridades
8.4. Paciente geriátrico
8.4.1. Necessidades nutricionais nos pacientes geriátricos
8.4.2. Peculiaridades
8.5. Pacientes com doenças infecciosas
8.5.1. Necessidades nutricionais em pacientes com infecções
8.5.2. Peculiaridades
8.6. Nutrição enteral domiciliar
8.6.1. Tipos de nutrição
8.6.2. Normocalórica e normoproteica
8.6.3. Hiperproteicas e hipercalóricas
8.6.4. Hiperproteica e normocalórica
8.6.5. Suplementos especiais
8.7. Nutrição parenteral domiciliar
8.7.1. Tipos de nutrição
8.7.2. Sondas
Módulo 9. Tratamentos especiais
9.1. Soroterapia e medicação EV
9.1.1. Vias periféricas
9.1.2. Vias centrais
9.1.3. Combinações de medicamentos
9.2. Administração de hemoderivados
9.2.1. Concentrados de hemácias
9.2.2. Concentrado de plaquetas
9.2.3. Plasma
9.2.4. Protocolos para transfusão de hemoderivados sanguíneos em domicílio
9.3. Medicamentos subcutâneos
9.3.1. Infusores elastoméricos
9.3.2. Tratamento com a possibilidade de administração subcutânea
9.3.3. Combinações de medicamentos
9.4. Quimioterapia em domicílio
9.4.1. Classificação
9.4.2. Considerações
9.5. Tratamento endovenoso com bomba de perfusão em domicílio
9.5.1. Classificação
9.5.2. Considerações
9.6. Cateterização da bexiga e do trato digestivo
9.6.1. Protocolos de troca em domicílio
9.6.2. Vídeos de técnicas
9.7. Reposição de PEG
9.7.1. Protocolos de troca em domicílio
9.7.2. Vídeos de técnicas
9.8. Troca da traqueostomia
9.8.1. Protocolos de troca em domicílio
9.8.2. Vídeos de técnicas
9.9. Obtenção e transporte de amostras: análises, culturas, entre outros
Módulo 10. Paciente pediátrico em internação domiciliar
10.1. Introdução
10.1.1. Particularidades do paciente pediátrico
10.2. Avaliação pediátrica específica em domicílio
10.2.1. Considerações
10.3. Oncologia pediátrica
10.4. Infecções em pediatria
10.4.1. Classificação
10.4.2. Procedimento
10.5. Patologia congênita
10.5.1. Classificação
10.5.2. Considerações
10.6. Legislação no atendimento de pacientes pediátricos
10.6.1. Considerações
Módulo 11. Medicina preventiva na internação domiciliar
11.1. Medicina preventiva
11.1.1. Conceitos e visão geral
11.2. Higiene
11.2.1. Considerações
11.2.2. Procedimentos no domicílio
11.3. Colonização em infecções por bactérias multirresistentes Medidas em domicílio
11.3.1. Colonização
11.3.2. Bactérias multirresistentes
11.3.3. Medidas em domicílio
11.4. Adequação do tratamento domiciliar com antibióticos
11.4.1. Tipos de tratamentos
11.4.2. Adequação terapêutica
11.5. Vacinação em pacientes especiais
11.5.1. Vacinas
11.5.2. Pacientes especiais
Módulo 12. Técnicas terapêuticas
12.1. Paracentese
12.1.1. Procedimento
12.1.2. Paracentese em domicílio
12.2. Toracentese
12.2.1. Procedimento
12.2.2. Toracentese em domicílio
12.3. Artrocentese
12.3.1. Procedimento
12.3.2 . Artrocentese em domicílio
12.4. Oxigenoterapia
12.4.1. Procedimento
12.4.2. Oxigenoterapia em domicílio
12.5. Aerossolterapia
12.5.1. Procedimento
12.5.2. Aerossolterapia em domicílio
12.6. Ventilação mecânica
12.6.1. Procedimento
12.6.2. VM em domicílio
Módulo 13. Técnicas de diagnóstico
13.1. ECG
13.1.1. Procedimento
13.1.2. ECG em domicílio
13.2. Ultrassonografia
13.2.1. Procedimento
13.2.2. Ultrassonografia em domicílio
13.3. Oximetria de pulso
13.3.1. Procedimento
13.3.2. Oximetria de pulso em domicilio
13.4. Exames de sangue
13.4.1. Procedimento
13.4.2. Exames de sangue em domicilio
13.5. Culturas
13.5.1. Procedimento
13.5.2. Exames de sangue em domicilio
13.6. Escalas (avaliação funcional, cognitiva, nutricional, etc.)
13.6.1. Procedimento
13.6.2. Classificação
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Mestrado em Internação Domiciliar
A hospitalização domiciliar tem sido apresentada como uma alternativa para o atendimento especializado para pessoas que precisam de assistência médica constante. Com o passar do tempo, os avanços tecnológicos permitiram novas alternativas para melhorar a qualidade de vida através deste ramo da medicina, razão pela qual é necessário que os médicos sejam atualizados com programas especializados como os que temos na TECH Universidade Tecnológica. O Mestrado em Hospitalização domiciliar conta com os mais completos eixos temáticos nos quais você poderá aprender as últimas inovações nesta disciplina, graças a isto, você estará preparado para identificar as principais síndromes clínicas com possibilidades de tratamento e monitoramento a partir da hospitalização domiciliar.
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