Apresentação do programa

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Plano de estudos

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Módulo 1. Fisiologia do exercício e atividade física 

1.1. Termodinâmica e Bioenergética 

1.1.1. Definição 
1.1.2. Conceitos gerais 

1.1.2.1. Química orgânica 
1.1.2.2. Grupos funcionais 
1.1.2.3. Enzimas 
1.1.2.4. Coenzimas 
1.1.2.5. Ácidos e bases 
1.1.2.6. PH 

1.2. Sistemas energéticos 

1.2.1. Conceitos gerais 

1.2.1.1. Capacidade e potência 
1.2.1.2. Processos citoplasmáticos x Mitocondriais 

1.2.2. Sistema Fosfagênio 

1.2.2.1. ATP-PC 
1.2.2.2. Via das Pentosas 
1.2.2.3. Metabolismo de Nucleotídeos 

1.2.3. Metabolismo dos Carboidratos 

1.2.3.1. Glicólise 
1.2.3.2. Glicogênese 
1.2.3.3. Glicogenólise 
1.2.3.4. Gluconeogênese 

1.2.4. Metabolismo dos Lipídios 

1.2.4.1. Lipídios bioativos 
1.2.4.2. Lipólise 
1.2.4.3. Beta-oxidação 
1.2.4.4. De Novo Lipogênese 

1.2.5. Fosforilação oxidativa 

1.2.5.1. Descarboxilação Oxidativa do Piruvato 
1.2.5.2. Ciclo de Krebs 
1.2.5.3. Cadeia transportadora de elétrons 
1.2.5.4. ROS 
1.2.5.5. Cross-talk Mitocondrial 

1.3. Vias de Sinalização 

1.3.1. Segundo Mensageiro 
1.3.2. Hormônios esteróides 
1.3.3. AMPK 
1.3.4. NAD+ 
1.3.5. PGC1 

1.4. Músculo Esquelético 

1.4.1. Estrutura e funções 
1.4.2. Fibras 
1.4.3. Inervação 
1.4.4. Citoarquitetura muscular 
1.4.5. Síntese e Degradação de Proteínas 
1.4.6. mTOR 

1.5. Adaptações Neuromusculares 

1.5.1. Recrutamento de Unidades motoras 
1.5.2. Sincronização 
1.5.3. Acionamento Neural 
1.5.4. Órgão Tendinoso de Golgi e Fuso Neuromuscular 

1.6. Adaptações estruturais 

1.6.1. Hipertrofia 
1.6.2. Mecanismo de transdução de sinais 
1.6.3. Estresse metabólico 
1.6.4. Danos musculares e inflamação 
1.6.5. Alterações na Arquitetura Muscular 

1.7. Fadiga 

1.7.1. Fadiga Central 
1.7.2. Fadiga Periférica 
1.7.3. HRV 
1.7.4. Modelo Bioenergético 
1.7.5. Modelo Cardiovascular 
1.7.6. Modelo Termoregulatório 
1.7.7. Modelo Psicológico 
1.7.8. Modelo do Governador Centro 

1.8. Consumo Máximo de Oxigênio 

1.8.1. Definição 
1.8.2. Avaliação 
1.8.3. Cinética do VO2 
1.8.4. VAM 
1.8.5. Economia de Corrida 

1.9. Limiares 

1.9.1. Lactato e Limiar Ventilatório 
1.9.2. MLSS 
1.9.3. Potência Crítica 
1.9.4. HIIT e LIT 
1.9.5. Reserva anaeróbica de velocidade 

1.10. Condições Fisiológicas Extremas 

1.10.1. Altura 
1.10.2. Temperatura 
1.10.3. Mergulho

Módulo 2. Condição e preparação física

2.1. Categorias inferiores e habilidades motoras 

2.1.1. Importância da preparação física nas categorias de base 
2.1.2. Treinamento de habilidades motoras 
2.1.3. De habilidades motoras a habilidades físicas 
2.1.4. Planejamento em categorias inferiores 

2.2. Lei de limiar 

2.2.1. Definição 
2.2.2. Como isso afeta o treinamento? 
2.2.3. Evolução do organismo em treinamento 
2.2.4. Aplicação no vôlei 

2.3. Teorias do estresse 

2.3.1. Definição 
2.3.2. O estresse como um processo fisiológico 
2.3.4. Tipos de estresses 
2.3.5. Aplicação no vôlei 

2.4. Princípio da supercompensação 

2.4.1. Definição 
2.4.2. Fases 
2.4.3. Fatores determinantes 
2.4.4. Aplicação no vôlei 

2.5. Capacidades físicas 

2.5.1. O que são? 
2.5.2. Flexibilidade 
2.5.3. Força e suas manifestações 
2.5.4. Resistência e suas manifestações 
2.5.5. Velocidade e suas manifestações 

2.6. Treinamento específico de saltos 

2.6.1. Características técnicas do salto no vôlei 
2.6.2. Influência da técnica correta de salto no jogo 
2.6.3. Importância na saúde de uma técnica correta 
2.6.4. Elaborar um plano de treinamento de salto 

2.7. Elaboração de um plano de treinamento 

2.7.1. Importância do planejamento adequado 
2.7.2. Critérios e objetivos de planejamento 
2.7.3. Estrutura do treinamento 
2.7.4. Modelos: Precursores, tradicionais e contemporâneos 

2.8. Periodização do treino 

2.8.1. Definição 
2.8.2. Unidades de planejamento 
2.8.3. Modelos de planejamento 
2.8.4. Necessidades específicas 

2.9. Carga de treino 

2.9.1. Definição 
2.9.2. Distribuição da carga 
2.9.3. Método paralelo-complexo 
2.9.4. Método sequencial-contíguo 

2.10. Recuperação e descanso 

2.10.1. Definição 
2.10.2. Importância da fase de recuperação 
2.10.3. Exemplos de exercícios 
2.10.4. Feedback como objetivo final 

Módulo 3. Treinamento de Força, da teoria à prática 

3.1. Força: conceitualização 

3.1.1. Força definida do ponto de vista mecânico 
3.1.2. Força definida do ponto de vista da fisiologia 
3.1.3. Definir o conceito de força aplicada 
3.1.4. Curva força-tempo 

3.1.4.1. Interpretação 

3.1.5. Definir o conceito de Força máxima 
3.1.6. Definir o conceito de RFD 
3.1.7. Definir o conceito de força útil 
3.1.8. Curvas de força, velocidade e potência 

3.1.8.1. Interpretação 

3.1.9. Definir o conceito de Déficit de Força 

3.2. Carga de treino 

3.2.1. Definir o conceito de carga de treino de força 
3.2.2. Definir o conceito de carga 
3.2.3. Conceito de carga: volume 

3.2.3.1. Definição e aplicabilidade na prática 

3.2.4. Conceito de carga: intensidade 

3.2.4.1. Definição e aplicabilidade na prática 

3.2.5. Conceito de carga: densidade 

3.2.5.1. Definição e aplicabilidade na prática 

3.2.6. Definir o conceito Característica do esforço 

3.2.6.1. Definição e aplicabilidade na prática 

3.3. Treino de força na prevenção de lesões e reabilitação 

3.3.1. Quadro conceitual e operacional na prevenção de lesões e reabilitação 

3.3.1.1. Terminologia 
3.3.1.2. Conceitos 

3.3.2. Treino de força e prevenção de lesões e reabilitação com base em evidências científicas 
3.3.3. Processo metodológico de treino de força na prevenção de lesões e recuperação funcional 

3.3.3.1. Definição do método 
3.3.3.2. Aplicação do método na prática 

3.3.4. Papel da estabilidade central (CORE) na prevenção de lesões 

3.3.4.1. Definição de Core 
3.3.4.2. Treino do Core 

3.4. Método Pliométrico 

3.4.1. Mecanismos Fisiológicos 

3.4.1.1. Generalidades específicas 

3.4.2. Ações musculares nos exercícios pliométricos 
3.4.3. O Ciclo de Alongamento-Encurtamento (CAE) 

3.4.3.1. Utilização de energia ou capacidade elástica 
3.4.3.2. Participação de reflexo. Armazenamento de energia elástica em série e paralelo 

3.4.4. Classificação dos CAE 

3.4.4.1. CAE curto 
3.4.4.2. CAE longo 

3.4.5. Propriedades musculares e tendinosas 
3.4.6. Sistema nervoso central 

3.4.6.1. Recrutamento 
3.4.6.2. Frequência 
3.4.6.3. Sincronização 

3.4.7. Considerações práticas 

3.5. Treinamento de potência 

3.5.1. Definição de potência 

3.5.1.1. Aspectos conceituais da potência 
3.5.1.2. A importância da potência no contexto do desempenho esportivo 
3.5.1.3. Esclarecimento da terminologia relacionada com a potência 

3.5.2. Fatores que contribuem para o desenvolvimento máximo de energia 
3.5.3. Aspectos estruturais condicionando a produção de potência 

3.5.3.1. Hipertrofia muscular 
3.5.3.2. Composição muscular 
3.5.3.3. Relação entre cortes transversais de fibras rápidas e lentas 
3.5.3.4. Comprimento do músculo e seu efeito na contração muscular 
3.5.3.5. Quantidade e características dos componentes elásticos 

3.5.4. Aspectos neurais que condicionam a produção de potência 

3.5.4.1. Potencial de ação 
3.5.4.2. Velocidade de recrutamento da unidades motoras 
3.5.4.3. Coordenação intramuscular 
3.5.4.4. Coordenação intermuscular 
3.5.4.5. Estado muscular anterior 
3.5.4.6. Mecanismos de reflexo neuromuscular e sua incidência 

3.5.5. Aspectos teóricos para compreensão da curva força-tempo 

3.5.5.1. Impulso de força 
3.5.5.2. Fases da curva força-tempo 
3.5.5.3. Fase de aceleração da curva força-tempo 
3.5.5.4. Zona de máximo aceleração da curva força-tempo 
3.5.5.5. Fase de aceleração da curva força-tempo 

3.5.6. Aspectos teóricos para compreensão das curvas de potência 

3.5.6.1. Curva potência e tempo 
3.5.6.2. Curva potência e deslocamentos 
3.5.6.3. Carga ótima de trabalho para o desenvolvimento máximo de potência 

3.5.7. Considerações práticas 

3.6. Treinamento de força baseado em vetores 

3.6.1. Definição de Vetor de Força 

3.6.1.1. Vetor Axial 
3.6.1.2. Vetor Horizontal 
3.6.1.3. Vetor Rotacional 

3.6.2. Benefícios do uso desta terminologia 
3.6.3. Definição de vetores básicos em treinamento 

3.6.3.1. Análise dos principais gestos esportivos 
3.6.3.2. Análise dos principais exercícios de sobrecarga 
3.6.3.3. Análise dos principais exercícios de treinamento 

3.6.4. Considerações práticas 

3.7. Principais métodos de treino de força 

3.7.1. O próprio peso corporal 
3.7.2. Exercícios livres 
3.7.3. PAP 

3.7.3.1. Definição 
3.7.3.2. Aplicação do PAP prévia às modalidades esportivas relacionadas à potência 

3.7.4. Exercícios com máquinas 
3.7.5. Complex Training 
3.7.6. Exercícios e sua transferência 
3.7.7. Contrastes 
3.7.8. Cluster Trainig 
3.7.9. Considerações práticas 

3.8. VBT 

3.8.1. Conceptualização da implementação do VBT 

3.8.1.1. Grau de estabilidade da velocidade de execução com cada porcentagem de 1RM 

3.8.2. Diferença entre carga programada e real 

3.8.2.1. Definição do conceito 
3.8.2.2. Variáveis envolvidas na diferença entre a carga programada e a carga real de treinamento 

3.8.3. VBT como solução para o problema de usar 1RM e nRM para programar cargas 
3.8.4. VBT e grau de fadiga 

3.8.4.1. Relação com o lactato 
3.8.4.2. Relação com amônio 

3.8.5. VBT em relação à perda de velocidade e porcentagem de repetições realizadas 

3.8.5.1. Definir os diferentes graus de esforço na mesma série 
3.8.5.2. Diferentes adaptações de acordo com o grau de perda de velocidade na série 

3.8.6. Propostas metodológicas de acordo com diferentes autores 
3.8.7. Considerações práticas 

3.9. Força em relação à hipertrofia 

3.9.1. Mecanismo indutor de hipertrofia: tensão mecânica 
3.9.2. Mecanismo indutor de hipertrofia: estresse metabólico 
3.9.3. Mecanismo indutor de hipertrofia: dano muscular 
3.9.4. Variáveis de programação de hipertrofia 

3.9.4.1. Frequência 
3.9.4.2. Volume 
3.9.4.3. Intensidade 
3.9.4.4. Cadência 
3.9.4.5. Séries e repetições 
3.9.4.6. Densidade 
3.9.4.7. Ordem na execução dos exercícios 

3.9.5. Variáveis de treinamento e seus diferentes efeitos estruturais 

3.9.5.1. Efeito em diferentes tipos de fibra 
3.9.5.2. Efeitos sobre o tendão 
3.9.5.3. Comprimento do fascículo 
3.9.5.4. Ângulo de penação 

3.9.6. Considerações práticas 

3.10. Treino de força excêntrica 

3.10.1. Estrutura conceitual 

3.10.1.1. Definição de treino excêntrico 
3.10.1.2. Diferentes tipos de treino excêntrico 

3.10.2. Treino excêntrico e desempenho 
3.10.3. Treino excêntrico e prevenção e reabilitação de lesões 
3.10.4 . Tecnologia aplicada ao treino excêntrico 

3.10.4.1. Polias cônicas 
3.10.4.2. Dispositivos isoinerciais 

3.10.5. Considerações práticas 

Módulo 4. Treinamento de Velocidade, da teoría à prática 

4.1. Velocidade 

4.1.1. Definição 
4.1.2. Conceitos gerais 

4.1.2.1. Manifestações de velocidade 
4.1.2.2. Fatores determinantes do desempenho 
4.1.2.3. Diferença entre velocidade e velocidade 
4.1.2.4. Velocidade segmentar 
4.1.2.5. Velocidade angular 
4.1.2.6. Tempo de reação 

4.2. Dinâmica e mecânica do sprint linear (modelo 100m) 

4.2.1. Análise cinemática da partida 
4.2.2. Dinâmica e aplicação da força durante a partida 
4.2.3. Análise cinemática da fase de aceleração 
4.2.4. Dinâmica e aplicação da força durante aceleração 
4.2.5. Análise cinemática da corrida em velocidade máxima 
4.2.6. Dinâmica e aplicação da força durante velocidade máxima 

4.3. Fases da corrida de velocidade (análise da técnica) 

4.3.1. Descrição técnica da partida 
4.3.2. Descrição técnica do corrida durante a fase de aceleração 

4.3.2.1. Modelo técnico de cinograma para a fase de aceleração 

4.3.3. Descrição técnica do corrida durante a fase de de velocidade máxima 

4.3.3.1. Modelo técnico de cinograma (ALTIS) para análise da técnica 

4.3.4. Velocidade de resistência 

4.4. Bioenergética da velocidade 

4.4.1. Bioenergética de sprints únicos 

4.4.1.1. Mioenergética de sprints únicos 
4.4.1.2. Sistema ATP- PC 
4.4.1.3. Sistema glicolítico 
4.4.1.4. Reação adenilato quinase 

4.4.2. Bioenergética de sprints repetidos 

4.4.2.1. Comparação energética entre sprints únicos e repetidos 
4.4.2.2. Comportamento dos sistemas de produção de energia durante os sprints repetidos 
4.4.2.3. Recuperação de PC 
4.4.2.4. Relação da potência aeróbica com os processos de recuperação da PC 
4.4.2.5. Fatores determinantes do desempenho de sprint repetido 

4.5. Análise da técnica de aceleração e velocidade máxima nos esportes de equipe 

4.5.1. Descrição da técnica nos esportes de equipe 
4.5.2. Comparação da técnica de corrida de velocidade nos esportes de equipe x testes atléticos 
4.5.3. Análise de tempo e movimento de eventos de velocidade em esportes de equipe 

4.6. Abordagem metodológica para o ensino da técnica 

4.6.1. Ensino técnico das diferentes fases de corrida 
4.6.2. Erros comuns e formas de correção 

4.7. Meios e métodos para o desenvolvimento da velocidade 

4.7.1. Meios e métodos para o treinamento da fase de aceleração 

4.7.1.1. Relação da força com a aceleração 
4.7.1.2. Trenó 
4.7.1.3. Inclinações 
4.7.1.4. Salto 

4.7.1.4.1. Construção do salto vertical 
4.7.1.4.2. Construção do salto horizontal 

4.7.1.5. Treinamento do sistema ATP/PC 

4.7.2. Meios e métodos para o treinamento da velocidade máxima/Top Speed 

4.7.2.1. Pliometria 
4.7.2.2. Overspeed 
4.7.2.3. Métodos de intervalos intensivos 

4.7.3. Meios e métodos para o desenvolvimento da velocidade resistência 

4.7.3.1. Métodos de intervalos intensivos 
4.7.3.2. Método de repetições 

4.8. Agilidade e mudança de direção 

4.8.1. Definição de Agilidade 
4.8.2. Definição de mudança de direção 
4.8.3. Fatores determinantes de agilidade e COD 
4.8.4. Técnica da mudança de direção 

4.8.4.1. Shuffle 
4.8.4.2. Crossover 
4.8.4.3. Drills de treinamento de agilidade e COD 

4.9. Avaliação e controle de treino de velocidade 

4.9.1. Perfil de força-velocidade 
4.9.2. Teste com fotocélulas e variantes com outros dispositivos de controle 
4.9.3. RSA 

4.10. Programação de treinamento de velocidade

Módulo 5. Treinamento de resistência da teoria à prática 

5.1. Conceitos gerais 

5.1.1. Definição gerais 

5.1.1.1. Treinamento 
5.1.1.2. Treinabilidade 
5.1.1.3. Preparação física esportiva 

5.1.2. Objetivos do treino de resistência 
5.1.3. Princípios gerais do treinamento 

5.1.3.1. Princípios da carga 
5.1.3.2. Princípios da organização 
5.1.3.3. Princípios da especialização 

5.2. Fisiologia do treino aeróbico 

5.2.1. Resposta fisiológica ao treinamento de resistência aeróbica 

5.2.1.1. Respostas aos esforços contínuos 
5.2.1.2. Respostas aos esforços de intervalos 
5.2.1.3. Respostas aos esforços intermitentes 
5.2.1.4. Respostas ao esforço em jogos de espaço reduzido 

5.2.2. Fatores relacionados ao desempenho de resistência aeróbica 

5.2.2.1. Potência aeróbica 
5.2.2.2. Limiar anaeróbico 
5.2.2.3. Velocidade aeróbica máxima 
5.2.2.4. Economia de esforço 
5.2.2.5. Uso de substratos 
5.2.2.6. Características das fibras musculares 

5.2.3. Adaptação fisiológica de resistência aeróbica 

5.2.3.1. Adaptação aos esforços contínuos 
5.2.3.2. Adaptação aos esforços de intervalos 
5.2.3.3. Adaptação aos esforços intermitentes 
5.2.3.4. Adaptação ao esforço em jogos de espaço reduzido 

5.3. Os esportes de  tomada de decisão e sua relação com a resistência aeróbica 

5.3.1. Situações em esportes de tomada de decisão do Grupo I; futebol, rúgbi e hóquei 
5.3.2. Situações em esportes de tomada de decisão do Grupo II; basquete, handebol, futsal 
5.3.3. Situações em esportes de tomada de decisão do Grupo III; tênis e vôlei 

5.4. Controle e avaliação da resistência aeróbica 

5.4.1. Avaliação direta em fita x campo 

5.4.1.1. VO2máx fita x campo 
5.4.1.2. VAM fita x campo 
5.4.1.3. VAM x VFA 
5.4.1.4. Tempo limite (VAM) 

5.4.2. Testes indiretos contínuos 

5.4.2.1. Tempo limite (VFA) 
5.4.2.2. Teste de 1000 metros 
5.4.2.3. Teste de 5 minutos 

5.4.3. Testes indiretos incrementais e máximos 

5.4.3.1. UMTT, UMTT-Brue, VAMEVAL e T-Bordeaux 
5.4.3.2. UNCa test; hexágono, pista 

5.4.4. Testes indiretos de ida e volta e intermitentes 

5.4.4.1. 20m Shuttle Run Test (Course Navette) 
5.4.4.2. Bateria Yo-Yo test 
5.4.4.3. Testes intermitentes; 30-15 IFT, Carminatti, 45-15 test 

5.4.5. Testes específicos com bola 

5.4.5.1. Test de hoff 

5.4.6. Proposta a partir da VFA 

5.4.6.1. Pontos de corte de VFA para Futebol, Rugby e Hóquei 
5.4.6.2. Pontos de corte de VFA para Basquete, Futsal e Handebol 

5.5. Planejamento do exercício aeróbico 

5.5.1. Modo de exercício 
5.5.2. Frequência do treino 
5.5.3. Duração do exercício 
5.5.4. Intensidade do treinamento 
5.5.5. Densidade 

5.6. Métodos para o desenvolvimento de resistência aeróbica 

5.6.1. Treino contínuo 
5.6.2. Treino de intervalo 
5.6.3. Treino intermitente 
5.6.4. Treinamento SSG (jogos em pequenos espaços) 
5.6.5. Treinamento misto (circuitos) 

5.7. Desenho de programas 

5.7.1. Período de pré-temporada 
5.7.2. Período de competição 
5.7.3. Período de pós-temporada 

5.8. Aspectos especiais relacionados ao treinamento 

5.8.1. Treino concorrente 
5.8.2. Estratégias para elaborar treinamentos concorrentes 
5.8.3. Adaptações geradas pelo treinamento concorrente 
5.8.4. Diferenças entre os sexos 5.8.5. Destreinamento 

5.9. Treino aeróbico em crianças e jovens 

5.9.1. Conceitos gerais 

5.9.1.1. Crescimento, desenvolvimento e amadurecimento 

5.9.2. Avaliação do VO2max e do VAM 

5.9.2.1. Medição direta 
5.9.2.2. Medição indireta no campo 

5.9.3. Adaptação fisiológica em crianças e jovens 

5.9.3.1. Adaptações de VO2max e VAM 

5.9.4. Desenho de treino aeróbico 

5.9.4.1. Método intermitente 
5.9.4.2. Aderência e motivação 
5.9.4.3. Jogos em espaços limitados 

Módulo 6. Mobilidade: da teoria ao desempenho 

6.1. Sistema neuromuscular 

6.1.1. Princípios neurofisiológicos: inibição e excitabilidade 

6.1.1.1. Adaptação do sistema nervoso 
6.1.1.2. Estratégias para modificar a excitabilidade corticospinal 
6.1.1.3. Chaves para a ativação neuromuscular 

6.1.2. Sistemas de informação somatossensorial 

6.1.2.1. Subsistemas de informação 
6.1.2.2. Tipos de reflexos 

6.1.2.2.1. Reflexos monossinápticos 
6.1.2.2.2. Reflexos polissinápticos 
6.1.2.2.3. Reflexos musculares, tendinosos e articulares 

6.1.2.3. Respostas de alongamento dinâmico e estático 

6.2. Controle motor e movimento 

6.2.1. Sistemas de estabilização e mobilização 

6.2.1.1. Sistema local: sistema estabilizador 
6.2.1.2. Sistema global: sistema mobilizador 
6.2.1.3. Padrão respiratório 

6.2.2. Padrão de movimento 

6.2.2.1. Coativação 
6.2.2.2. Teoria Joint by Joint 
6.2.2.3. Complexos primários de movimento 

6.3. Compreendendo a mobilidade 

6.3.1. Principais conceitos e crenças em mobilidade 

6.3.1.1. Manifestações de mobilidade no esporte 
6.3.1.2. Fatores neurofisiológicos e biomecânicos que influenciam o desenvolvimento da mobilidade 
6.3.1.3. Influência da mobilidade no desenvolvimento da força 

6.3.2. Objetivos do treino de mobilidade no esporte 

6.3.2.1. Mobilidade na sessão de treino 
6.3.2.2. Benefícios do treino de mobilidade 

6.3.3. Mobilidade e estabilidade por estruturas 

6.3.3.1. Complexo pés e tornozelos 
6.3.3.2. Complexo de joelho e quadril 
6.3.3.3. Complexo de coluna e ombro 

6.4. Treinamento de mobilidade 

6.4.1. Base fundamental 

6.4.1.1. Estratégias e instrumentos para otimizar a mobilidade 
6.4.1.2. Esquema específico de pré-exercício 
6.4.1.3. Esquema específico de pós-exercício 

6.4.2. Mobilidade e estabilidade nos movimentos básicos 

6.4.2.1. Squat and Dead Lift 
6.4.2.2. Aceleração e multidireção 

6.5. Métodos de recuperação 

6.5.1. Proposta de eficácia sob evidência científica 

6.6. Métodos de treino de mobilidade 

6.6.1. Métodos focados em tecidos: alongamentos de tensão passiva e de tensão ativa 
6.6.2. Métodos centrados na artrocoinemática: alongamentos isolados e alongamentos integrados 
6.6.3. Treinamento excêntrico 

6.7. Programação do treino de mobilidade 

6.7.1. Efeitos de alongamento a curto e longo prazo 
6.7.2. Momento ideal para alongamento 

6.8. Avaliação e análise do atleta 

6.8.1. Avaliação funcional e neuromuscular 

6.8.1.1. Conceitos-chave na avaliação 
6.8.1.2. Processos de de avaliação 

6.8.1.2.1. Analisar o padrão de movimento 
6.8.1.2.2. Determinar o teste 
6.8.1.2.3. Detecção de elos fracos 

6.8.2. Metodologia de avaliação do atleta 

6.8.2.1. Tipos de teste 

6.8.2.1.1. Teste de avaliação analítica 
6.8.2.1.2. Teste de avaliação geral 
6.8.2.1.3. Teste de avaliação específica-dinâmica 

6.8.2.2. Avaliação por estruturas 

6.8.2.2.1. Complexo pés e tornozelos 
6.8.2.2.2. Complexo de joelho e quadril 
6.8.2.2.3. Complexo de coluna e ombro 

6.9. Mobilidade no atleta lesionado 

6.9.1. Fisiopatologia das lesões: efeitos sobre a mobilidade 

6.9.1.1. Estrutura muscular 
6.9.1.2. Estrutura dos tendões 
6.9.1.3. Estrutura dos ligamentos 

6.9.2. Mobilidade e prevenção de lesões: estudo de caso 

6.9.2.1. Ruptura de isquialis no corredor 

Módulo 7. Técnicas individuais 

7.1. O que é a técnica? 

7.1.1. Definição de técnica 

7.2. Importância em comparação com outros esportes 

7.2.1. Desenvolvimento do atleta 
7.2.2. Como treiná-lo? 
7.2.3. Importância da técnica correta no jogo e na saúde 
7.2.4. Desenvolvimento de habilidades físicas 
7.2.5. Aplicações na leitura de jogos 
7.2.6. Principais aspectos da saúde do atleta 
7.2.7. O impacto da técnica individual no jogo em equipe 

7.3. Serviço 

7.3.1. O que é? 
7.3.2. Tipos de serviço 
7.3.3. Fases do serviço 
7.3.4. Como treiná-lo? 

7.4. Bloqueio 

7.4.1. O que é? 
7.4.2. Tronco superior 
7.4.3. Tronco inferior 
7.4.4. Como treiná-lo? 

7.5. Ataque 

7.5.1. O que é? 
7.5.2. Tipos de ataques 
7.5.3. Fases do ataque 7.5.4. Como treiná-lo? 

7.6. Recepção 

7.6.1. O que é? 
7.6.2. Leitura prévia 
7.6.3. Posição corporal 
7.6.4. Como treiná-lo? 

7.7. Defesa 

7.7.1. O que é? 
7.7.2. Leitura prévia 
7.7.3. Posição corporal 
7.7.4. Como treiná-lo? 

7.8. Colocação 

7.8.1. O que é? 
7.8.2. Tipos de colocação 
7.8.3. Importância no jogo 
7.8.4. Como treiná-lo? 

7.9. Antebraço 

7.9.1. O que é? 
7.9.2. Posicionamento do corpo 
7.9.3. Aplicações 
7.9.4. Como treiná-lo? 

7.10. Toque dos dedos 

7.10.1. O que é? 
7.10.2. Posicionamento do corpo 
7.10.3. Aplicações 
7.10.4. Como treiná-lo? 

Módulo 8. Táticas 

8.1. Conceito de táticas e sistemas de jogo 

8.1.1. O que é? 
8.1.2. Sistemas de jogos 
8.1.3. Importância 
8.1.4. Como treiná-lo? 

8.2. Prontidão e especialização dos jogadores 

8.2.1. Funções do jogo 
8.2.2. Especialização funcional 
8.2.3. Especialização posicional 
8.2.4. Universalidade x Especialização 

8.3. Táticas de serviço 

8.3.1. Tipos de serviço 
8.3.2. Objetivo 
8.3.3. Seleção do saque 
8.3.4. Como treiná-lo? 

8.4. Táticas de recepção 

8.4.1. Variantes táticas 
8.4.2. Objetivo 
8.4.3. Seleção tática 
8.4.4. Como treiná-lo? 

8.5. Táticas ofensivas 

8.5.1. Tipos de ataques 
8.5.2. Objetivo 
8.5.3. Seleção de ataque 
8.5.4. Como treiná-lo? 

8.6. Táticas ofensivas 

8.6.1. Variantes táticas 
8.6.2. Objetivo 
8.6.3. Seleção tática 
8.6.4. Como treiná-lo? 

8.7. Táticas de bloqueio 

8.7.1. Tipos de bloqueios 
8.7.2. Objetivo: Táticas ofensivas ou defensivas 
8.7.3. Seleção 
8.7.4. Como treiná-lo? 

8.8. Fases do jogo 

8.8.1. O que são? 
8.8.2. Fase ofensiva 
8.8.3. Fase defensiva 
8.8.4. Como treiná-lo? 

8.9. Complexos estratégicos (K0, K1, K2...) 

8.9.1. O que são complexos estratégicos? 
8.9.2. K0, K1 E K2 
8.9.3. K2 E K4 
8.9.4. Como treiná-lo? 

8.10. Escolha do sistema de jogo 

8.10.1. Capacidade técnica 
8.10.2. Condições físico-antropométricas 
8.10.3. Táticas de rivalidade 
8.10.4. Atores externos e tipo de concorrência 

Módulo 9. Outras modalidades 

9.1. Vôlei de praia 

9.1.1. O que é? 
9.1.2. Regras e características 
9.1.3. Concursos 
9.1.4. Evolução histórica 

9.2. Técnica de vôlei de praia 

9.2.1. Diferenças com o vôlei 
9.2.2. Técnicas ofensivas 
9.2.3. Técnicas defensivas 
9.2.4. Como treiná-lo? 

9.3. Táticas de vôlei de praia 

9.3.1. Diferenças com o vôlei 
9.3.2. Fase ofensiva 
9.3.3. Fase defensiva 
9.3.4. Como treiná-lo? 

9.4. Preparação física no vôlei de praia 

9.4.1. Diferenças com o vôlei 
9.4.2. Periodização 
9.4.3. Plano de preparação 
9.4.4. Exemplos 

9.5. Psicologia de vôlei de praia 

9.5.1. Diferenças com o vôlei 
9.5.2. Benefícios 
9.5.3. Técnicas de motivação 
9.5.4. Habilidades 

9.6. Sitting volley 

9.6.1. O que é? 
9.6.2. Regras e características 
9.6.3. Concursos 
9.6.4. Evolução histórica 

9.7. Técnica no Sitting volley 

9.7.1. Diferenças com o vôlei 
9.7.2. Técnicas ofensivas 
9.7.3. Técnicas defensivas 
9.7.4. Como treiná-lo? 

9.8. Táticas no Sitting volley 

9.8.1. Diferenças com o vôlei 
9.8.2. Fase ofensiva 
9.8.3. Fase defensiva 
9.8.4. Como treiná-lo? 

9.9. Preparação física no Sitting volley 

9.9.1. Diferenças com o vôlei 
9.9.2. Periodização 
9.9.3. Plano de preparação 
9.9.4. Exemplos 

9.10. Psicologia no Sitting volley 

9.10.1. Diferenças com o vôlei 
9.10.2. Benefícios do esporte paraolímpico 
9.10.3. Técnicas de motivação 
9.10.4. Habilidades 

Módulo 10. Estruturas de equipe, organização e regulamentos

10.1. Regulamentos de vôlei 

10.1.1. Filosofia das regras e do árbitro 
10.1.2. Jogos 
10.1.3. Árbitros, responsabilidades e sinais 
10.1.4. Diagramas 
10.1.5. Definições 

10.2. Interpretação das regras: como interpretar e aplicar as regras em situações específicas durante o jogo 

10.2.1. Importância de conhecer os regulamentos 
10.2.2. Gestão de tempo de inatividade 
10.2.3. Atenção na própria equipe e na equipe do adversário 
10.2.4. Situações complexas possibilitadas pelo regulamento 

10.3. Categorias por idade 

10.3.1. Minivolley 
10.3.2. Infantil 
10.3.3. Cadetes e jovens 
10.3.4. Sênior 

10.4. Categorias de competições 

10.4.1. Competições municipais e regionais 
10.4.2. Competições nacionais 
10.4.3. Competições nacionais profissionais 
10.4.4. Competições internacionais 

10.5. Competições internacionais 

10.5.1. Estrutura da FIVB 
10.5.2. Combinações internacionais 
10.5.3. Competições continentais 
10.5.4. Competições internacionais 

10.6. Funções do instrutor e dos assistentes 

10.6.1. Capacidades de acordo com a categoria 
10.6.2. Gestão de grupos 
10.6.3. Importância da comunicação interdepartamental 
10.6.4. Tipos de treinadores 

10.7. Funções do preparador físico 

10.7.1. O que é? 
10.7.2. Objetivos individuais 
10.7.3. Objetivos coletivos 
10.7.4. Alternativas em sua ausência 

10.8. Funções do team Manager 

10.8.1. O que é? 
10.8.2. Objetivos 
10.8.3. Funções 
10.8.4. Alternativas em sua ausência 

10.9. Funções do Scoutman 

10.9.1. O que é? 
10.9.2. Objetivos 
10.9.3. Funções 
10.9.4. Alternativas em sua ausência 

10.10. O papel do fisioterapeuta 

10.10.1. O que é? 
10.10.2. Objetivos 
10.10.3. Funções 
10.10.4. Alternativas em sua ausência 

Módulo 11. Planejamento aplicado ao Alto Rendimento Esportivo 

11.1. Fundamentos de base 

11.1.1. Critérios de adaptação 

11.1.1.1. Síndrome de Adaptação Geral 
11.1.1.2. Capacidade de Rendimento Atual, Exigência de Treinamento 

11.1.2. Fadiga, desempenho, condicionamento, como ferramenta 
11.1.3. Conceito de Dose-Resposta e sua aplicação 

11.2. Conceitos e aplicações de base 

11.2.1. Conceito e aplicação do planejamento 
11.2.2. Conceito e aplicação da periodização 
11.2.3. Conceito e aplicação da programação 
11.2.4. Conceito e aplicação do controle da carga 

11.3. Desenvolvimento conceitual do Planejamento e seus diferentes modelos 

11.3.1. Primeiros registros históricos de planejamento 
11.3.2. Primeiras propostas, analisando as bases 
11.3.3. Modelos clássicos 

11.3.3.1. Tradicional 
11.3.3.2. Pêndulo 
11.3.3.3. Altas Cargas 

11.4. Modelos orientados para a individualidade e/ou concentração de cargas 

11.4.1. Blocos 
11.4.2. Macrociclo integrado 
11.4.3. Modelo Integrado 
11.4.4. ATR 
11.4.5. Longo Estado de Forma 
11.4.6. Por Objetivos 
11.4.7. Sinos Estruturais 
11.4.8. Autorregulação (APRE) 

11.5 Modelos orientados à especificidade e/ou capacidade de movimento 

11.5.1. Cognitivo (ou microciclo estruturado) 
11.5.2. Periodização tática 
11.5.3. Desenvolvimento condicional por capacidade de movimento 

11.6. Critérios para uma correta programação e periodização 

11.6.1. Critérios para programação e periodização de treinamento de força 
11.6.2. Critérios para programação e periodização de treinamento de resistência 
11.6.3. Critérios para programação e periodização de treinamento de velocidade 
11.6.4. Critérios de "interferência" na programação e periodização em treinamentos concorrentes 

11.7. Planejamento através de controle de carga com dispositivo GNSS (GPS) 

11.7.1. Base de economia de sessão para um controle adequado 

11.7.1.1. Cálculo do Average de sessão de grupo para uma correta análise de carga 
11.7.1.2. Erros comuns no armazenamento e seu impacto no planejamento 

11.7.2. A relativização da carga em função da competição 
11.7.3. Controle de volume ou densidade da carga, alcance e limitações 

11.8. Unidade temática integradora 1 (aplicação prática) 

11.8.1. Construção de um modelo real Planejamento de curto prazo 

11.8.1.1. Seleção e aplicação o modelo de Periodização 
11.8.1.2. Desenvolver a programação correspondente 

11.11. Unidade temática integradora 2 (aplicação prática) 

11.11.1. Construção de um planejamento plurianual 
11.11.2. Construção de um planejamento anual

Módulo 12. Avaliação do desempenho esportivo 

12.1. Avaliação 

12.1.1. Definições: teste, avaliação, medição 
12.1.2. Validade, confiabilidade 
12.1.3. Propósitos da avaliação 

12.2. Tipos de Teste 

12.2.1. Teste de laboratório 

12.2.1.1. Pontos fortes e limitações dos testes de laboratório 

12.2.2. Teste de Campo 

12.2.2.1. Pontos fortes e limitações dos testes de laboratório

12.2.3. Testes diretos 

12.2.3.1. Aplicações e transferência para o treinamento 

12.2.4. Testes diretos 

12.2.4.1. Considerações práticas e transferência para o treino 

12.3. Avaliação da composição corporal 

12.3.1. Bioimpedância 

12.3.1.1. Considerações sobre a aplicação no campo 
12.3.1.2. Limitações sobre a validade de seus dados 

12.3.2. Antropometria 

12.3.2.1. Ferramentas para implementação 
12.3.2.2. Modelos de análise para composição corporal 

12.3.3. Índice de Massa Corporal (IMC) 

12.3.3.1. Restrições sobre os dados obtidos para a interpretação da composição corporal 

12.4. Avaliação da aptidão aeróbica 

12.4.1. Teste VO2Max em fita 

12.4.1.1. Teste de Astrand 
12.4.1.2. Teste de Balke 
12.4.1.3. Teste de ACSM 
12.4.1.4. Teste de Bruce 
12.4.1.5. Teste de Foster 
12.4.1.6. Teste de Pollack 

12.4.2. Teste de VO2max em Cicloergômetro 

12.4.2.1. Astrand. Ryhming 
12.4.2.2. Teste de Fox 

12.4.3. Teste de Potência em Cicloergômetro 

12.4.3.1. Teste de Wingate 

12.4.4. Teste VO2Max em campo 

12.4.4.1. Teste de Leger 
12.4.4.2. Teste da Universidade de Montreal 
12.4.4.3. Teste de 1 Milha 
12.4.4.4. Teste de 12 minutos 
12.4.4.5. Teste dos 2,4 km 

12.4.5. Teste de campo para determinar as zonas de treino 

12.4.5.1. Teste de 30-15 IFT 

12.4.6. UNca Test 
12.4.7. Yo-Yo Test 

12.4.7.1. Yo-Yo Resistência. YYET Nível 1 e 2 
12.4.7.2. Yo-Yo Resistência Intermitente. YYEIT Nível 1 e 2 
12.4.7.3. Yo-Yo Recuperação Intermitente. YYERT Nível 1 e 2 

12.5. Avaliação aptidão neuromuscular 

12.5.1. Teste de repetições submáximas 

12.5.1.1. Aplicações práticas para avaliação 
12.5.1.2. Fórmulas de estimativa validadas para os diferentes exercícios de treinamento 

12.5.2. Test de 1 RM 

12.5.2.1. Protocolos para a sua implementação 
12.5.2.2. Limitações da avaliação da 1 RM 

12.5.3. Testes de Saltos Horizontais 

12.5.3.1. Protocolos de avaliação 

12.5.4. Teste de Velocidade (5 m,10 m,15 m, etc.) 

12.5.4.1. Considerações sobre dados obtidos em avaliações do tipo tempo/distância 

12.5.5. Testes Progressivos Incrementais Máximos/Submáximos 

12.5.5.1. Protocolos validados 
12.5.5.2. Aplicações práticas 

12.5.6. Testes de Saltos verticais 

12.5.6.1. Salto SJ 
12.5.6.2. Salto CMJ 
12.5.6.3. Salto ABK 
12.5.6.4. Test DJ 
12.5.6.5. Testes de saltos contínuos 

12.5.7. Perfis F/V verticais/horizontais 

12.5.7.1. Protocolos de avaliação de Morin e Samozino 
12.5.7.2. Aplicações práticas a partir de um perfil de força/velocidade 

12.5.8. Testes isométricos com célula de carga 

12.5.8.1. Tese da Força Isométrica Máxima Voluntária (FMI) 
12.5.8.2. Teste de Déficit Bilateral em Isometria (%DBL) 
12.5.8.3. Teste de Déficit lateral (%DL) 
12.5.8.4. Teste da Relação Isquiotibiais/Quadríceps 

12.6. Ferramentas de avaliação e monitoramento 

12.6.1. Monitores da frequência cardíaca 

12.6.1.1. Características dos dispositivos 
12.6.1.2. Zonas de treino pela FC 

12.6.2. Analisadores de Lactato 

12.6.2.1. Tipos de dispositivos, recursos e características 
12.6.2.2. Zonas de treino de acordo com a determinação do limiar de lactato 

12.6.3. Analisadores de gases 

12.6.3.1. Dispositivos de laboratório x Portáteis 

12.6.4. GPS 

12.6.4.1. Tipos de GPS, características, forças e limitações 
12.6.4.2. Métricas determinadas para a interpretação da carga externa 

12.6.5. Acelerômetros 

12.6.5.1. Tipos de acelerômetros e características 
12.6.5.2. Aplicações práticas da coleta de dados do acelerômetro 

12.6.6. Transdutores de posição 

12.6.6.1. Tipos de transdutores para movimentos verticais e horizontais 
12.6.6.2. Variáveis medidas e estimadas por meio de um transdutor de posição 
12.6.6.3. Dados obtidos de um transdutor de posição e suas aplicações à programação de treino 

12.6.7. Plataformas de força 

12.6.7.1. Tipos e características das plataformas de força 
12.6.7.2. Variáveis medidas e estimadas por meio do uso de uma plataforma de força 
12.6.7.3. Abordagem prática da programação de treinamento 

12.6.8. Células de carga 

12.6.8.1. Tipos de células, características e desempenho 
12.6.8.2. Usos e aplicações para desempenho esportivo e saúde 

12.6.9. Células fotoelétricas 

12.6.9.1. Características e limitações dos dispositivos 
12.6.9.2. Usos e aplicabilidade na prática 

12.6.10. Aplicações móveis 

12.6.10.1. Descrição dos aplicativos mais utilizados no mercado: My Jump, PowerLift, Runmatic, Nordic 

12.7. Carga interna e carga externa 

12.7.1. Meio de avaliação objetivos 

12.7.1.1. Velocidade de execução 
12.7.1.2. Potência mecânica média 
12.7.1.3. Métricas dos dispositivos GPS 

12.7.2. Meios subjetivos de avaliação 

12.7.2.1. PSE 
12.7.2.2. sPSE 
12.7.2.3. Relação de carga crônica/aguda 

12.8. Fadiga 

12.8.1. Conceitos gerais de fadiga e recuperação 
12.8.2. Avaliações 

12.8.2.1. Objetivas de laboratório: CK, ureia, cortisol, etc
12.8.2.2. Objetivas de campo: CMJ, Teste isométrico, etc
12.8.2.3. Subjetivas: Escalas Wellness, TQR, etc

12.8.3. Estratégias de recuperação: imersão em água fria, estratégias nutricionais, automassagem, sono 

12.9. Considerações para a implementação prática 

12.9.1. Testes de Saltos Verticais. Aplicações práticas 
12.9.2. Teste Progressivo Incremental Máximo/Submáximo. Aplicações práticas 
12.9.3. Perfil de Força Velocidade Vertical. Aplicações práticas

Módulo 13. Estatísticas aplicadas ao Rendimento e à pesquisa 

13.1. Noções de Probabilidade 

13.1.1. Probabilidade simples 
13.1.2. Probabilidade condicional 
13.1.3. Teorema de Bayes 

13.2. Distribuições de Probabilidade 

13.2.1. Distribuição binomial 
13.2.2. Distribuição de Poisson 
13.2.3. Distribuição normal 

13.3. Inferência estatística 

13.3.1. Parâmetros Populacionais 
13.3.2. Estimativa dos Parâmetros Ppopulacionais 
13.3.3. Distribuições de amostras associadas com a distribuição normal 
13.3.4. Distribuição da média da amostra 
13.3.5. Estimativas pontuais 
13.3.6. Propriedades de estimadores 
13.3.7. Critérios de comparação de estimadores 
13.3.8. Estimadores por regiões de confiança 
13.3.9. Método de obtenção de intervalos de confiança 
13.3.10. Intervalos de confiança associados com a distribuição normal 
13.3.11. Teorema do Limite Central 

13.4. Teste de Hipótese 

13.4.1. O Valor-P 
13.4.2. Força estatística 

13.5. Análise Exploratória e Estatística Descritiva 

13.5.1. Gráficos e Tabelas 
13.5.2. Teste de qui-quadrado 
13.5.3. Risco relativo 
13.5.4. Odds Ratio 

13.6. O Teste T 

13.6.1. Teste T de uma amostra 
13.6.2. Teste T para duas amostras independentes 
13.6.3. Teste T de amostras emparelhadas 

13.7. Análise de Correlação 
13.8. Análise de Regressão Linear Simples 

13.8.1. A linha de regressão e seus coeficientes 
13.8.2. Resíduos 
13.8.3. Avaliação da regressão utilizando resíduos 
13.8.4. Coeficiente de determinação 

13.9. Variância e Análise de Variância (ANOVA) 

13.9.1. ANOVA de um fator (One-way ANOVA) 
13.9.2. ANOVA de dois fatores (Two-way ANOVA) 
13.9.3. ANOVA para medidas repetidas 
13.9.4. ANOVA fatorial 

Módulo 14. Biomecânica e lesões 

14.1. Lesões mais comuns no Voleibol 

14.1.1. Lesões no joelho 
14.1.2. Lesões no ombro 
14.1.3. Lesões nas costas 
14.1.4. Lesões no tornozelo 

14.2. Primeiros socorros: como lidar com uma lesão no jogo 

14.2.1. Identificar e avaliar a gravidade 
14.2.2. Oferecer atendimento imediato 
14.2.3. Oferecer conforto e segurança 
14.2.4. Comunicação

14.3. Tratamento de lesões: como tratar as lesões adequadamente para minimizar o tempo de recuperação

14.3.1. Processo 
14.3.2. Altamente competitiva 
14.3.3. Tempos de recuperação 
14.3.4. Objetivos 

14.4. Prevenção de lesões: como evitar lesões por meio de preparação física e técnica adequada 

14.4.1. Preparação física 
14.4.2. Lesões resultantes de preparação física inadequada 
14.4.3. Técnica e prevenção 
14.4.4. Lesões resultantes de técnica inadequada 

14.5. O que é biomecânica? 

14.5.1. Definição 
14.5.2. Evolução histórica 
14.5.3. Objetivos 
14.5.4. Aplicativos de desempenho 

14.6. Sistema biomecânico da técnica de vôlei 

14.6.1. Fundamentos biomecânicos 
14.6.2. Propriedades mecânicas 
14.6.3. Qualidades musculares 
14.6.4. Estado funcional do músculo 

14.7. Características dos movimentos no vôlei 

14.7.1. Objetivos 
14.7.2. Estruturas técnicas quantitativas 
14.7.3. Estruturas técnicas qualitativas 
14.7.4. Avaliação do comportamento motor 

14.8. Fases da análise biomecânica de jogadores 

14.8.1. Coleta de informações 
14.8.2. Objetivo final 
14.8.3. Princípios 
14.8.4. Critérios de avaliação 

14.9. Análise biomecânica do ataque 

14.9.1. Características do ataque 
14.9.2. Forças  
14.9.3. Alavancas e movimentos gerados 
14.9.4. Ação muscular 
14.9.5. Cadeia e grau cinemático 

14.10. Movimento de acordo com o plano de referência

 Módulo 15. Psicologia do esporte 

15.1. Gerenciamento da pressão 

15.1.1. Definição 
15.1.2. Importância da gestão adequada 
15.1.3. Impacto da pressão sobre o jogador de vôlei 
15.1.4. Como trabalhá-lo? 

15.2. Equipe de vôlei unida 

15.2.1. A coesão de grupo 
15.2.2. Importância e benefícios de um grupo coeso 
15.2.3. Objetivos 
15.2.4. Dinâmica 

15.3. Gestão emocional do jogador de vôlei na quadra 

15.3.1. Educação emocional 
15.3.2. Gestão de emoções positivas e negativas 
15.3.3. Aprendizagem do controle emocional 
15.3.4. Dinâmica 

15.4. Como motivar uma equipe de vôlei? 

15.4.1. Motivação 
15.4.2. Desenvolvimento de metas pessoais 
15.4.3. Técnicas de motivação intrínseca para o jogador 
15.4.4. Técnicas de motivação extrínseca para o jogador 

15.5. Funções de liderança em um time de vôlei 

15.5.1. Liderança 
15.5.2. Tipos de líderes de equipe 
15.5.3. Qualidades do líder 
15.5.4. Como motivar uma equipe de vôlei? 

15.6. Dinâmica para uma equipe de vôlei 

15.6.1. O que são? 
15.6.2. Benefícios de sua implementação 
15.6.3. Planejamento e objetivos 
15.6.4. Exemplos 

15.7. Atenção e o jogador de vôlei 

15.7.1. Habilidades de atenção 
15.7.2. Importância no vôlei 
15.7.3. Fatores que influenciam a atenção 
15.7.4. Como treiná-lo? 

15.8. Desenvolvimento de habilidades interpessoais do jogador de vôlei 

15.8.1. Habilidades interpessoais 
15.8.2. Benefícios para uma equipe de vôlei 
15.8.3. Comunicação eficaz em uma equipe 
15.8.4. Como trabalhar com eles? 

15.9. Ativação do jogador de vôlei 

15.9.1. Controle de ativação 
15.9.2. Níveis de ativação  
15.9.3. Busca por N.O.A
15.9.4. Dinâmica 

15.10. Relaxamento e visualização antes da partida  

15.10.1. O que é a relaxação 
15.10.2.  O que é visualização? 
15.10.3. Impacto no vôlei 
15.10.4. Dinâmica 

Módulo 16. Nutrição esportiva

16.1. Conceito de nutrição esportiva 

16.1.1. Definição 
16.1.2. Objetivo 
16.1.3. Diferenças com a nutrição clínica 
16.1.4. Impacto no desempenho 

16.2. Requisitos nutricionais no vôlei 

16.2.1. O que é? 
16.2.2. Posicionamento do corpo 
16.2.3. Aplicações 
16.2.4. Como treiná-lo? 

16.3. Alimentação antes do jogo de vôlei 

16.3.1. Importância no desempenho 
16.3.2. Armazenamento de glicogênio 
16.3.3. Periodização 
16.3.4. Exemplos 

16.4. Alimentação durante a partida 

16.4.1. Importância no desempenho 
16.4.2. Ritmo e energia 
16.4.3. Dificuldade de recarga de carboidratos 
16.4.4. Exemplos 

16.5. Processo de recuperação pós-jogo 

16.5.1. Importância no desempenho 
16.5.2. Reidratação 
16.5.3. Recuperação muscular 
16.5.4. Exemplos 

16.6. Hidratação no jogador de vôlei 

16.6.1. O que é? 
16.6.2. Eletrólitos 
16.6.3. Taxa de transpiração 
16.6.4. Necessidades de hidratação 

16.7. Suplementação no jogador de vôlei 

16.7.1. Definição 
16.7.2. Sistema ABCD 
16.7.3. Estudo individual 
16.7.4. Auxílios ergonutricionais 

16.8. Sistemas de energia vôlei 

16.8.1. Definição 
16.8.2. Sistema aeróbico 
16.8.3. Sistema anaeróbico 
16.8.4. Importância da nutrição nos sistemas de energia 

16.9. Periodização do jogador de vôlei 

16.9.1. Definição 
16.9.2. Necessidades de macronutrientes 
16.9.3. Necessidades de micronutrientes 
16.9.5. Periodização nutricional 

16.10. BCM, ECM e FFM na equipe de vôlei 

16.10.1. Definições 
16.10.2. BCM de um time de vôlei de acordo com as funções 
16.10.3. ECM e FFM em um time de vôlei de acordo com as funções 
16.10.4. Relação BCM/ECM em um time de vôlei de acordo com as funções 

Módulo 17. Tecnologia no vôlei

17.1. Uso de vídeo: como usar o vídeo como uma ferramenta para análise e aprimoramento do jogo 

17.1.1. Por que é importante? 
17.1.2. Objetivos 
17.1.3. Elementos de estudo 
17.1.4. Implementação após análise

17.2. Análise tática: como analisar o jogo da equipe e do adversário

17.2.1. Por que é importante? 
17.2.2. Objetivos 
17.2.3. Táticas do oponente 
17.2.4. Táticas da nossa equipe

17.3. Análise da técnica individual: como analisar a técnica individual dos jogadores
por meio de vídeo 

17.3.1. Por que é importante? 
17.3.2. Objetivos 
17.3.3. Implementação após análise 
17.3.4. Suporte visual de dados estatísticos 

17.4. Apresentação dos resultados: como apresentar os resultados da análise de vídeo de forma eficaz 

17.4.1. Seleção  
17.4.2. Estudo  
17.4.3. Exposição  
17.4.4. Objetivo 

17.5. Aplicações para análise técnica 

17.5.1. Vídeo Delay 
17.5.2. Coach’s eye 
17.5.3. Huddle Technique 
17.5.4. Kinovea 

17.6. Aplicações para análise tática 

17.6.1. Coachnote 
17.6.2. Settex 
17.6.3. Data volley 
17.6.4. Volleyball Scout 

17.7. Aplicações para análise física 

17.7.1. My jump 
17.7.2. Powerlift 
17.7.3. Nordics 
17.7.4. Dorsiflex 

17.8. Scout no vôlei 

17.8.1. O que é? 
17.8.2. Coleta de informações 
17.8.3. Análise estatística 
17.8.4. Aplicação da informação 

17.9. Análise quantitativa: Data 

17.9.1. O que é? 
17.9.2. Ferramentas principais 
17.9.3. Seleção de dados 
17.9.4. Implementação após análise 

17.10. Análise qualitativa: Planilhas e vídeos 

17.10.1. O que é? 
17.10.2. Ferramentas 
17.10.3. Seleção de dados 
17.10.4. Implementação após análise  

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Incorpore à gestão do seu time de vôlei as mais recentes aplicações tecnológicas para análise física e tática"

Mestrado Avançado em Voleibol de Alto Desempenho e Competição

A TECH Universidade Tecnológica apresenta o seu inovador programa de Mestrado Avançado em Voleibol de Alto Desempenho e Competição, projetado para fornecer aos profissionais de voleibol as ferramentas necessárias para alcançar o sucesso no campo esportivo. Este programa virtual concentra-se no desenvolvimento de habilidades técnicas, táticas e estratégicas necessárias para alto desempenho na competição de voleibol. Os participantes entrarão em um ambiente de aprendizado interativo e colaborativo, que lhes permitirá aprimorar seu conhecimento e prática esportiva, além de entender as últimas tendências e avanços no condicionamento físico e mental de atletas de alto nível.

Este programa de pós-graduação é baseado em uma sólida fundamentação teórica e prática do voleibol, combinada com o uso de tecnologia de ponta para análise e treinamento dos jogadores. Os participantes aprenderão sobre planejamento e periodização de treinamento, gestão de equipes e otimização de desempenho esportivo. Além disso, serão abordados temas relevantes como nutrição esportiva, prevenção e recuperação de lesões e psicologia esportiva. Com este programa, os profissionais de voleibol estarão preparados para enfrentar os desafios da competição de alto nível e se destacar no campo do voleibol.