Apresentação do programa

Especialize-se connosco e tenha a oportunidade de se destacar num sector com uma grande procura por parte dos profissionais”

Este programa destaca-se do resto, não só devido à experiência dos seus professores e à qualidade do seu conteúdo, mas também porque cobre todas as áreas do Coaching e da inteligência emocional.

O Coaching educativo refere-se ao conjunto de ações realizadas por um indivíduo com o objetivo de acompanhar outras pessoas para alcançarem os seus objetivos, melhorando as suas competências e fornecendo recursos para ultrapassarem as suas limitações.

Por outro lado, a Inteligência Emocional permite-nos compreender a direção que a psicologia tem tomado nas últimas décadas. Esta considera que as emoções são intrínsecas ao nosso comportamento e à nossa atividade mental e que, consequentemente, são algo que deve ser estudado a fim de compreender como somos.

Para os psicólogos interessados neste tema, há a necessidade de trabalhar com as emoções de forma inteligente através de estratégias apropriadas de gestão emocional, controlo e de lidar com elas.

Este Mestrado Avançado foi concebido para lhe dar acesso aos conhecimentos específicos desta disciplina de forma intensiva e prática. Uma aposta altamente valiosa para qualquer profissional. 

Além disso, como é uma especialização 100% online, é o próprio estudante que decide onde e quando estudar. Não há horários fixos e nenhuma obrigação de se deslocar à sala de aula, o que facilita a conciliação entre a vida profissional e familiar.

Ao longo desta especialização, os novos desenvolvimentos em Coaching educacional e inteligência emocional serão explorados a fundo, de um ponto de vista holístico, o que proporcionará ao psicólogo as competências necessárias para gerir alguns dos principais desafios da sociedade atual, tais como o bullying ou o impacto das redes sociais nos menores. 

Através desta especialização, o aluno aprenderá sobre todas as abordagens atuais dos diferentes desafios colocados pela sua profissão. Um passo importante que se converterá num processo de melhoria, não só a nível profissional, mas também pessoal.

Os psicólogos precisam de atualizar as suas competências e habilidades no Coaching Educativo e Inteligência Emocional para poderem evoluir na sua profissão. Neste Mestrado Avançado damos-lhe a solução para estas técnicas inovadoras”

Este Mestrado Avançado em Coaching Educativo e Inteligência Emocional conta com o conteúdo educacional mais completo e atualizado do mercado. As suas principais características são: 

  • A mais recente tecnologia em software de ensino online  
  • Sistema de ensino intensamente visual, apoiado por conteúdos gráficos e esquemáticos, fácil de assimilar e de compreender
  • Desenvolvimento de casos práticos apresentados por especialistas no ativo
  • Sistemas de vídeo interativos de última geração
  • Ensino apoiado pela teleprática
  • Sistemas de atualização e requalificação contínua
  • Aprendizagem autorregulada: total compatibilidade com outras ocupações
  • Exercícios práticos de autoavaliação e verificação da aprendizagem
  • Grupos de apoio e sinergias educativas: perguntas ao especialista, fóruns de discussão e conhecimento
  • Comunicação com o professor e trabalhos de reflexão individual
  • A disponibilidade de acesso aos conteúdos a partir de qualquer dispositivo fixo ou portátil com ligação à Internet
  • Bancos de documentação de apoio permanentemente disponíveis, inclusive após o final do curso

Adquira novas competências e estratégias em Coaching com esta especialização intensiva”

O corpo docente é composto por profissionais no ativo. Desta forma, a TECH garante que cumpre o objetivo da atualização educacional que almejamos. Uma equipa multidisciplinar de profissionais qualificados e experientes em diferentes áreas, que desenvolverão os conhecimentos teóricos de forma eficiente, mas acima de tudo, que colocarão ao serviço da especialização os conhecimentos práticos derivados da sua própria experiência: uma das qualidades diferenciais deste Mestrado Avançado.  

Este domínio do assunto é complementado pela eficácia do projeto metodológico desteMestrado Avançado. Desenvolvido por uma equipa de especialistas em e-learning integra os últimos avanços na tecnologia educacional. Desta forma, poderá estudar com uma variedade de equipamentos multimédia confortáveis e versáteis que lhe darão a operacionalidade de que necessita na sua especialização.  

A elaboração deste curso centra-se na Aprendizagem Baseada em Problemas: uma abordagem que concebe a aprendizagem como um processo eminentemente prático. Para o conseguirmos de forma remota, utilizaremos a teleprática. Com a ajuda de um sistema inovador de vídeo interativo e do Learning from an Expert, poderá adquirir os conhecimentos como se estivesse diante do cenário que está atualmente a aprender. Um conceito que permitirá que a aprendizagem seja integrada e fundamentada de forma realista e permanente.

Uma imersão profunda e completa nas estratégias e abordagens do Coaching Educativo e Inteligência Emocional"

Dispomos da melhor metodologia de ensino e de uma multiplicidade de casos simulados que o ajudarão a praticar em situações reais"

Plano de estudos

Os conteúdos desta especialização foram desenvolvidos por diferentes professores deste Mestrado Avançado com um único objetivo: assegurar que os alunos da TECH adquiram todas e cada uma das competências necessárias para se tornarem verdadeiros especialistas nesta matéria. O conteúdo deste Mestrado Avançado permitir-lhe-á aprender todos os aspetos das diferentes disciplinas envolvidas nesta área. Um programa abrangente e bem estruturado que o conduzirá aos mais altos padrões de qualidade e sucesso.

Tenha acesso ao conhecimento mais avançado do momento em Inteligência Emocional”

Modulo 1. Neurociências e Educação

1.1. Neurociência

1.1.1. Introdução
1.1.2. Conceito de neurociência
1.1.3. Neuromitos

1.1.3.1. Só utilizamos 10% do cérebro
1.1.3.2. Cérebro direito vs. Cérebro esquerdo
1.1.3.3. Estilos de aprendizagem
1.1.3.4. Cérebro do homem vs. Cérebro da mulher
1.1.3.5. Períodos críticos de aprendizagem

1.2. O cérebro

1.2.1. Estruturas cerebrais

1.2.1.1. Córtex cerebral
1.2.1.2. Cerebelo
1.2.1.3. Gânglios basais
1.2.1.4. Sistema límbico
1.2.1.5. Tronco encefálico
1.2.1.6. Tálamo
1.2.1.7. Medula espinal
1.2.1.8. Principais funções do cérebro

1.2.2. Modelo triuno

1.2.2.1. O cérebro reptiliano
1.2.2.2. O cérebro emocional
1.2.2.3. O neocórtex

1.2.3. Modelo bilateral

1.2.3.1. Hemisfério direito
1.2.3.2. Hemisfério esquerdo
1.2.3.3. Funcionamento dos hemisférios cerebrais

1.2.4. Cérebro cognitivo e cérebro emocional

1.2.4.1. O cérebro racional
1.2.4.2. O cérebro emocional

1.2.5. Os neurónios

1.2.5.1. O que são?
1.2.5.2. Poda neural

1.2.6. O que são os neurotransmissores?

1.2.6.1. Dopamina
1.2.6.2. Serotonina
1.2.6.3. Endorfina
1.2.6.4. Glutamato
1.2.6.5. Acetilcolina
1.2.6.6. Norepinefrina

1.3. Neurociência e aprendizagem

1.3.1. O que é aprender?

1.3.1.1. Aprender como memorização
1.3.1.2. Aprendizagem como acumulação de informação
1.3.1.3. Aprender como interpretação da realidade
1.3.1.4. Aprender como ação

1.3.2. Neurónios-espelho

1.3.2.1. Aprender através do exemplo

1.3.3. Níveis de aprendizagem

1.3.3.1. Taxonomia de Bloom
1.3.3.2. Taxonomia SOLO
1.3.3.3. Níveis de conhecimento

1.3.4. Estilos de aprendizagem

1.3.4.1. Convergente
1.3.4.2. Divergente
1.3.4.3. Acomodador
1.3.4.4. Assimilador

1.3.5. Tipos de aprendizagem

1.3.5.1. Aprendizagem implícita
1.3.5.2. Aprendizagem explícita
1.3.5.3. Aprendizagem associativa
1.3.5.4. Aprendizagem significativa
1.3.5.5. Aprendizagem cooperativa
1.3.5.6. Aprendizagem emocional
1.3.5.7. Aprendizagem experimental
1.3.5.8. Aprendizagem memorística
1.3.5.9. Aprendizagem por descobrimento

1.3.6. Competências para aprender

1.4. Inteligências múltiplas

1.4.1. Definição

1.4.1.1. Segundo Howard Gardner
1.4.1.2. Segundo outros autores

1.4.2. Classificação

1.4.2.1. Inteligência linguística
1.4.2.2. Inteligência lógico-matemática
1.4.2.3. Inteligência espacial
1.4.2.4. Inteligência musical
1.4.2.5. Inteligência corporal e cinestésica
1.4.2.6. Inteligência intrapessoal
1.4.2.7. Inteligência interpessoal
1.4.2.8. Inteligência naturista

1.4.3. Inteligências múltiplas e neurodidática
1.4.4. Como trabalhar com o IIMM na sala de aula
1.4.5. Vantagens e desvantagens ao aplicar as IIMM na educação

1.5. Neurociências – Educação

1.5.1. Neuroeducação

1.5.1.1. Introdução
1.5.1.2. O que é a neuroeducação?

1.5.2. Plasticidade cerebral

1.5.2.1. Plasticidade sináptica
1.5.2.2. A Neurogénese
1.5.2.3. Aprendizagem, ambiente e experiência
1.5.2.4. O efeito Pigmalião

1.5.3. A memória

1.5.3.1. O que é a memória?
1.5.3.2. Tipos de memória
1.5.3.3. Níveis de processamento
1.5.3.4. Memória e emoção
1.5.3.5. Memória e motivação

1.5.4. A emoção

1.5.4.1. O binómio da emoção e da cognição
1.5.4.2. Emoções primárias
1.5.4.3. Emoções secundárias
1.5.4.4. Funções das emoções
1.5.4.5. Estados emocionais e envolvimento no processo de aprendizagem

1.5.5. A atenção

1.5.5.1. Redes de atenções
1.5.5.2. Relação entre atenção, memória e emoção
1.5.5.3. A atenção executiva

1.5.6. A motivação

1.5.6.1. As 7 etapas da motivação escolar

1.5.7. Contribuições da neurociência para a aprendizagem
1.5.8. O que é a neurodidática?
1.5.9. Contribuições da neurodidática para as estratégias de aprendizagem

1.6. Neuroeducação na sala de aula

1.6.1. A figura do neuroeducador
1.6.2. Relevância neuro-educacional e neuro-pedagógica
1.6.3. Neurónios-espelho e empatia dos professores
1.6.4. Atitude empática e aprendizagem
1.6.5. Aplicações na sala de aula
1.6.6. Organização da sala de aula
1.6.7. Proposta para melhorar as aulas

1.7. O jogo e as novas tecnologias

1.7.1. Etimologia do jogo
1.7.2. Benefícios dos jogos
1.7.3. Aprender jogando
1.7.4. O processo neurocognitivo
1.7.5. Princípios básicos dos jogos educativos
1.7.6. Neuroeducação e jogos de tabuleiro
1.7.7. Tecnologia Educacional e Neurociência

1.7.7.1. Integração da tecnologia na sala de aula

1.7.8. Desenvolvimento das funções executivas

1.8. Corpo e cérebro

1.8.1. A ligação entre o corpo e o cérebro
1.8.2. O cérebro social
1.8.3. Como preparar o cérebro para a aprendizagem?
1.8.4. Alimentação

1.8.4.1. Hábitos nutricionais

1.8.5. Descanso

1.8.5.1. Importância do sonho na aprendizagem

1.8.6. Exercício

1.8.6.1. Exercício físico e aprendizagem

1.9. A neurociência e o insucesso escolar

1.9.1. Benefícios da neurociência
1.9.2. Perturbações de aprendizagem
1.9.3. Elementos para uma pedagogia orientada para o sucesso
1.9.4. Algumas sugestões para melhorar o processo de aprendizagem

1.10. Razão e emoção

1.10.1. O binómio razão e emoção
1.10.2. Para que nos servem as emoções?
1.10.3. Porquê o ensino das emoções na sala de aula?
1.10.4. Aprendizagem eficaz através das emoções

Módulo 2. Crenças, valores e identidade

2.1. Natureza das crenças

2.1.1. Conceitos sobre as crenças
2.1.2. Características de uma crença
2.1.3. Formação de crenças
2.1.4. Comportamento e crenças
2.1.5. Crenças limitantes
2.1.6. Crenças empoderantes
2.1.7. Origem das crenças limitantes

2.2. Gerir a mudança de crenças

2.2.1. Sarar o passado
2.2.2. Base para enfrentar a mudança de crenças
2.2.3. Robert Dilts
2.2.4. Morty Lefkoe
2.2.5. “The Word”, Byron Katie

2.3. Mentalidade para a mudança e inovação

2.3.1. Mentalidade fixa
2.3.2. Mentalidade de crescimento
2.3.3. Comparar a mentalidade fixa e de crescimento
2.3.4. A atitude para a mudança e inovação
2.3.5. Zona de inércia
2.3.6. Zona de aprendizagem

2.4. O Coaching e as mudanças

2.4.1. O Círculo Dourado de Simon Sinek
2.4.2. Níveis neurológicos de mudança e aprendizagem

2.4.2.1. Ambiente
2.4.2.2. Comportamento
2.4.2.3. Capacidade
2.4.2.4. Valores e crenças
2.4.2.5. Identidade
2.4.2.6. Transpessoalidade

2.4.3. Mudanças remediadoras
2.4.4. Mudanças generativas
2.4.5. Mudanças evolutivas
2.4.6. Reconhecimento do nível neurológico

2.5. Valores e contravalores

2.5.1. Conceptualização dos valores
2.5.2. Tipos de valores
2.5.3. Aprendizagem dos valores
2.5.4. Valores e comportamento
2.5.5. Contravalores
2.5.6. Dinâmica de reconhecimento de valores
2.5.7. Dinâmica para reconhecimento de contravalores

2.6. Identidade

2.6.1. Características de identificação
2.6.2. Conceito de identidade
2.6.3. Tradição e identidade
2.6.4. Modelos psicológicos e identidade
2.6.5. Identidade e ciência

2.7. Modelos da personalidade

2.7.1. Eneagrama
2.7.2. Descoberta do próprio eneagrama
2.7.3. Evolução a partir do eneagrama
2.7.4. Utilização do Eneagrama nas interações sociais e de grupo
2.7.5. Arquétipos internos
2.7.6. Coaching Transformacional

2.8. Níveis lógicos

2.8.1. Necessidades humanas e pirâmide de Maslow
2.8.2. Níveis de consciência de Richard Barret
2.8.3. Autorrealização
2.8.4. Altruísmo e serviço
2.8.5. Alinhamento de níveis

2.9. Abordagem de Crenças, Valores e Identidade na Educação

2.9.1. Crenças para a excelência educacional
2.9.2. Efeito Pigmalião
2.9.3. A importância das altas expetativas
2.9.4. A diversidade: inclusividade
2.9.5. Os valores da psicologia positiva
2.9.6. Educação através dos valores
2.9.7. Autoestima e reconhecimento: construção da identidade

Módulo 3. O Coaching

3.1. O que é o Coaching

3.1.1. Um processo orientado por objetivos

3.1.1.1. A importância de definir um objetivo
3.1.1.2. Começar pelo fim
3.1.1.3. Como definir um objetivo Smarter?
3.1.1.4. Do objetivo aparente ao objetivo real
3.1.1.5. Características do objetivo

3.1.2. Um processo entre pessoas

3.1.2.1. Marco ou contexto do Coaching
3.1.2.2. A relação do Coaching
3.1.2.3. Influências no processo de Coaching
3.1.2.4. Confiança
3.1.2.5. O respeito

3.1.3. O vínculo
3.1.4. Um processo comunicacional

3.1.4.1. O poder da linguagem
3.1.4.2. Escuta ativa
3.1.4.3. Ausência de julgamento
3.1.4.4. Comunicação não-verbal

3.1.5. Um processo orientado para a ação

3.1.5.1. A importância da ação
3.1.5.2. Conceção de um plano de ação
3.1.5.3. Acompanhamento
3.1.5.4. Avaliação
3.1.5.5. Processo criativo
3.1.5.6. Gerar opções
3.1.5.7. Eleger opções

3.2. Origens e antecedentes do Coaching

3.2.1. Origens filosóficas e maiêuticas

3.2.1.1. Pré-socráticos
3.2.1.2. A maiêutica de Sócrates
3.2.1.3. Platão
3.2.1.4. Influências filosóficas posteriores

3.2.2. Influências da psicologia humanista

3.2.2.1. Bases da psicologia humanista
3.2.2.2. Confiança na capacidade do cliente
3.2.2.3. Foco nas potencialidades e possibilidades

3.2.3. Contribuições da psicologia positiva

3.2.3.1. Bases da psicologia positiva
3.2.3.2. Condições para a psicologia positiva
3.2.3.3. Fortalezas humanas
3.2.3.4. Sentido e propósito para a Vida

3.2.4. The Winner Game

3.2.4.1. Prática deliberada
3.2.4.2. Melhoria no desempenho desportivo
3.2.4.3. Galwain

3.2.5. Orientalismo

3.2.5.1. Importância do processo ou caminho
3.2.5.2. Objetivos como propósitos
3.2.5.3. Desapego das expectativas e realizações
3.2.5.4. Compreender o sofrimento
3.2.5.5. O poder do presente

3.2.6. Outras influências

3.2.6.1. Psicologia sistémica
3.2.6.2. Psicologia Gestalt
3.2.6.3. Conceito de Flow
3.2.6.4. Ensinamentos Zen
3.2.6.5. Management
3.2.6.6. Neurociências
3.2.6.7. Epigenética

3.3. Escolas e tendências atuais

3.3.1. Escola Americana

3.3.1.1. Abordagem do Coaching prático
3.3.1.2. Thomas Leonard
3.3.1.3. Outros expoentes

3.3.2. Escola Europeia

3.3.2.1. Coaching Humanista
3.3.2.2. John Whitmore
3.3.2.3. Outros expoentes do Coaching Europeu

3.3.3. Escola Latino-americana

3.3.3.1. Abordagem do Coaching ontológico
3.3.3.2. Rafael Echeverría e Julio Olalla
3.3.3.3. Outros expoentes do Coaching Latino-Americano

3.4. Diferenças entre o Coaching e outras abordagens

3.4.1. Especificidades da relação no Coaching

3.4.1.1. A responsabilidade do coachee
3.4.1.2. O papel do coach
3.4.1.3. A realização dos objetivos

3.4.2. Limites do Coaching

3.4.2.1. Condições psicológicas do coachee
3.4.2.2. Revisão do coach e trabalho pessoal
3.4.2.3. Desconforto e neurose nos processos de Coaching
3.4.2.4. Sinais de psicose no coachee
3.4.2.5. Considerações sobre o encaminhamento do coachee aos psicoterapeutas
3.4.2.6. Abordagem de processos de Coaching com coachees em tratamento psiquiátrico

3.4.3. Psicoterapia

3.4.3.1. Abordagem psicoterapêutica
3.4.3.2. A abordagem psicodinâmica
3.4.3.3. A abordagem humanista
3.4.3.4. Abordagem Gestalt
3.4.3.5. Abordagem comportamental
3.4.3.6. Abordagem junguiana
3.4.3.7. Abordagem sistémica
3.4.3.8. Complementação da psicoterapia com processos de Coaching

3.4.4. Mentoring

3.4.4.1. Objetivos no Mentoring
3.4.4.2. Relações no Mentoring
3.4.4.3. O poder da confiança no Mentoring
3.4.4.4. Assessoria no Mentoring
3.4.4.5. Limites do Mentoring
3.4.4.6. Complementação do Mentoring com processos de Coaching

3.4.5. Consulting

3.4.5.1. Relações em Consulting
3.4.5.2. Objetivos do Consulting
3.4.5.3. Complementação do Consulting com processos de Coaching

3.4.6. Councelling

3.4.6.1. Relações no Councelling
3.4.6.2. Objetivos e áreas
3.4.6.3. Complementação do Councelling com processos de Coaching

3.4.7. Empowerment

3.4.7.1. Definição
3.4.7.2. Processos
3.4.7.3. Tipos

3.4.8. Outras abordagens

3.4.8.1. Arteterapia
3.4.8.2. Musicoterapia
3.4.8.3. Dramaterapia
3.4.8.4. Dança terapêutica
3.4.8.5. Terapias corporais integrativas e corpo-mente

3.5. Âmbitos do Coaching

3.5.1. Coaching Live

3.5.1.1. Pessoal
3.5.1.2. Familiar
3.5.1.3. Casal

3.5.2. Coaching Desportivo

3.5.2.1. Coaching desportivo profissional
3.5.2.2. Coaching para a forma física e para a saúde
3.5.2.3. Coaching Executivo
3.5.2.4. Coaching de equipas
3.5.2.5. Coaching Empresarial
3.5.2.6. Coaching Nutricional
3.5.2.7. Coaching Sistémico
3.5.2.8. Psicocoaching
3.5.2.9. Coaching Transformacional
3.5.2.10. Coaching educativo

3.6. Competências de um Coach

3.6.1. Código deontológico

3.6.1.1. Ecologia
3.6.1.2. Confidencialidade
3.6.1.3. Estabelecimento da aliança
3.6.1.4. Geração do vínculo
3.6.1.5. Honestidade
3.6.1.6. Transparência
3.6.1.7. Respeito
3.6.1.8. Compromisso

3.6.2. Habilidades internas

3.6.2.1. Autoconhecimento
3.6.2.2. Vulnerabilidade
3.6.2.3. Proatividade
3.6.2.4. Empatia
3.6.2.5. Reflexão

3.6.3. Habilidades externas

3.6.3.1. Comunicação eficaz
3.6.3.2. Escuta ativa
3.6.3.3. Admiração
3.6.3.4. Assertividade
3.6.3.5. Retroalimentação
3.6.3.6. Gestão do processo
3.6.3.7. Silêncio
3.6.3.8. Motivação

3.6.4. Associações de Coaching

3.6.4.1. International Coach Federation
3.6.4.4. International Coaching Conmunity
3.6.4.5. Associação Internacional de Coaching e Psicologia

3.6.5. Certificações e capacitação em Coaching

3.6.5.1. Requisitos para um ensino de qualidade
3.6.5.2. Programas acreditados
3.6.5.3. Certificação de coaches profissionais
3.6.5.4. Processo de certificação

3.6.6. As 11 competências da ICF

3.6.6.1. Lançando as bases
3.6.6.2. Criar a relação
3.6.6.3. Comunicar com eficácia
3.6.6.4. Facilitar a aprendizagem e o resultado

3.7. Estrutura de uma sessão

3.7.1. Papéis do coach e do coachee

3.7.1.1. Papel e responsabilidades do Coach
3.7.1.2. Papel e responsabilidades do Coachee
3.7.1.3. Processo de Coaching
3.7.1.4. Definir objetivos
3.7.1.5. Planos de ação
3.7.1.6. Compromisso
3.7.1.7. Alianças
3.7.1.8. Avaliação

3.7.2. Patrocinador

3.7.2.1. A empresa, administração ou instituição como patrocinadora
3.7.2.2. Objetivos da Empresa e do Coachee
3.7.2.3. Responsabilidade no processo de Coaching

3.7.3. Estrutura e enquadramento

3.7.3.1. Situação inicial
3.7.3.2. Situação desejada
3.7.3.3. Distância entre o início e o objetivo do Coaching

3.7.4. Parceria e contrato

3.7.4.1. A conveniência de uma Aliança
3.7.4.2. O contrato e os aspetos contratuais
3.7.4.3. Diferenças e complementaridades entre Aliança e Contrato

3.7.5. Tipos de sessões de acordo com o seu propósito

3.7.5.1. De contacto
3.7.5.2. De início do processo
3.7.5.3. De desenvolvimento
3.7.5.4. De seguimento
3.7.5.5. De avaliação
3.7.5.6. De encerramento

3.7.6. Encerramento da relação

3.7.6.1. Avaliação do processo
3.7.6.2. Avaliação da relação
3.7.6.3. Avaliação da realização dos objetivos

3.8. Modelos

3.8.1. Wasick
3.8.2. PIE
3.8.3. STIR
3.8.4. Modelo GROW

3.8.4.1. Objetivo
3.8.4.2. Realidade
3.8.4.3. Opções
3.8.4.4. Ação

3.8.5. Modelo OUTCOMES

3.8.5.1. Objetivos
3.8.5.2. Razões
3.8.5.3. Atuar a partir do presente
3.8.5.4. Esclarecer a diferença
3.8.5.5. Gerar opções
3.8.5.6. Motivar a ação
3.8.5.7. Entusiasmo e estímulos
3.8.5.8. Apoios

3.8.6. Modelo ACHIEVES

3.8.6.1. Access Curre e Situation
3.8.6.2. Create Brainstorming of Alternatives
3.8.6.3. Home Goals
3.8.6.4. Iniciar opções
3.8.6.5. Avaliar opções
3.8.6.6. Validar o programa de ação
3.8.6.7. Entourage Momentum

3.9. Coaching Coativo

3.9.1. Fundamentos do Coaching coativo
3.9.2. O Modelo de Coaching coativo
3.9.3. A relação do Coaching coativo
3.9.4. Contextos

3.9.4.1. Escuta
3.9.4.2. Intuição
3.9.4.3. Curiosidade
3.9.4.4. Impulsionar e aprofundar
3.9.4.5. Autogestão

3.9.5. Princípios e práticas

3.9.5.1. Plenitude
3.9.5.2. Processo
3.9.5.3. Equilíbrio
3.9.5.4. Combinações

3.10. O Coaching como uma ferramenta para a evolução de grupos, empresas e comunidades

3.10.1. Desafios atuais para empresas e instituições
3.10.2. Coaching organizacional
3.10.3. Objetivos das empresas
3.10.4. Serviços de Coaching para empresas

3.10.4.1. Executivo
3.10.4.2. Formação específica
3.10.4.3. Shadow Coaching
3.10.4.4. Coaching grupal
3.10.4.5. Coaching (sistémico) de equipas
3.10.4.6. Ferramentas psicométricas de diagnóstico
3.10.4.7. Motivações e valores

3.10.5. Ferramentas psicométricas de diagnóstico

3.10.5.1. MBTI
3.10.5.2. FIRO-B
3.10.5.3. Feedback 360
3.10.5.4. DISC
3.10.5.5. Belbin

3.10.5.5.1. Roda da vida pessoal
3.10.5.5.2. Gestão de mudanças e inovação através do Coaching
3.10.5.5.3. Ferramentas básicas do Coaching

3.10.5.5.3.1. Roda da vida pessoal
3.10.5.5.3.2. Roda do ensino
3.10.5.5.3.3. Roda do estudante
3.10.5.5.3.4. Análise SWOT pessoal
3.10.5.5.3.5. Janela de Johari
3.10.5.5.3.6. Esquema GROW
3.10.5.5.3.7. Círculo de controlo influência e preocupação
3.10.5.5.3.8. Cabeça, coração, barriga
3.10.5.5.3.9. VAK

Módulo 4.  Pedagogia Sistémica

4.1. Teoria geral dos sistemas

4.1.1. O que é um sistema?
4.1.2. Abordagem sistémica do desenvolvimento
4.1.3. A pessoa como um sistema aberto
4.1.4. Bases e leis sistémicas
4.1.5. Interpretação das conceções de desenvolvimento no marco da teoria de sistemas

4.1.5.1. Vygotski
4.1.5.2. Piaget
4.1.5.3. Bronfenbrenner

4.1.6. Sistemas e desenvolvimento intercultural

4.2. Correntes sistémicas atuais

4.2.1. Panorama histórico da psicoterapia sistémica
4.2.2. Diferentes escolas atuais

4.2.2.1. Escola Internacional ou de Palo Alto
4.2.2.2. Escola Estrutural Estratégica
4.2.2.3. Escola de Milão

4.2.3. Contribuições da abordagem sistémica às organizações
4.2.4. O modelo sistémico aplicado ao campo da educação

4.3. Filosofia de Bert Hellinger

4.3.1. Fundamentos
4.3.2. Movimentos sistémicos
4.3.3. Modelo sistémico fenomenológico
4.3.4. Boa e má consciência
4.3.5. Diferença entre intervenções terapêuticas e pedagógicas
4.3.6. Contribuição à educação

4.4. As ordens do amor e as ordens da ajuda

4.4.1. Educando através do "pedido" e auxiliando o "amor" relacional construtivo
4.4.2. Leis da ajuda na educação
4.4.3. Leis sistémicas na família e instituições educativas
4.4.4. Equilíbrio entre dar e receber: ensino/aprendizagem
4.4.5. Análise para a melhoria da convivência

4.4.5.1. Reconciliação
4.4.5.2. Integração

4.5. As três inteligências sistémicas

4.5.1. Transgeracional
4.5.2. Intergeracional
4.5.3. Intrageracional
4.5.4. O emocional e o cognitivo de um ponto de vista intergeracional e transgeracional
4.5.5. O património familiar como cultura
4.5.6. Lealdades e crenças

4.6. A pedagogia sistémica

4.6.1. Princípios

4.6.1.1. Pertença
4.6.1.2. Ordem
4.6.1.3. Vinculação

4.6.2. Uma nova visão aplicada à educação
4.6.3. Processos educacionais da pedagogia sistémica
4.6.4. O lugar das emoções no sistema educacional

4.7. Pedagogia Sistémica

4.7.1. Características
4.7.2. Funções
4.7.3. Autobiografia académica
4.7.4. Autobiografia laboral

4.8. O sistema familiar

4.8.1. O Genograma
4.8.2. Visão sobre a abordagem sistémica das relações do casal e com os filhos
4.8.3. A história familiar
4.8.4. Ocupar o lugar na família

4.9. O sistema escolar

4.9.1. Criar pontes entre a família e a escola
4.9.2. Novos modelos familiares e a sua influência na sala de aula
4.9.3. O projeto educacional das escolas a partir da perspetiva da pedagogia sistémica
4.9.4. Projeto de vida em relação aos sentimentos e visão transgeracional das escolas

Módulo 5. Comunicação

5.1. Comunicação

5.1.1. Componentes da comunicação

5.1.1.1. Linguagem
5.1.1.2. Emocionalidade
5.1.1.3. Corpo

5.1.2. Elementos da comunicação

5.1.2.1. Emissor
5.1.2.2. Recetor
5.1.2.3. Mensagem
5.1.2.4. Canal
5.1.2.5. Contexto
5.1.2.6. Códigos
5.1.2.7. Feedback

5.1.3. Estilos de comunicação

5.1.3.1. Hierarquia
5.1.3.2. Agressiva
5.1.3.3. Passiva
5.1.3.4. Assertiva

5.1.4. Benefícios da comunicação assertiva

5.1.4.1. Ligação
5.1.4.2. Vinculação
5.1.4.3. Confiança

5.1.5. Finalidade da comunicação 

5.2. Níveis da comunicação

5.2.1. Intrapessoal

5.2.1.1. Instâncias psíquicas
5.2.1.2. Autodiálogos
5.2.1.3. Reconhecimento de caracteres internos e autodiálogos
5.2.1.4. Relações internas
5.2.1.5. Efeitos dos autodiálogos na gestão do estado interior
5.2.1.6. O assistente interior

5.2.2. Interpessoal
5.2.3. Coerência e congruência de níveis

5.3. Atos linguísticos

5.3.1. Declaração

5.3.1.1. Definição de declaração
5.3.1.2. Factos e acordos
5.3.1.3. Autoridade e regras

5.3.2. Promessa

5.3.2.1. Definição de promessa
5.3.2.2. Compromisso
5.3.2.3. A equação da confiança

5.3.3. Juízo

5.3.3.1. Definição de juízo
5.3.3.2. Segundo a autoridade
5.3.3.3. Segundo a tradição

5.3.4. Afirmação

5.3.4.1. Definição de afirmação
5.3.4.2. Designação

5.3.5. A linguagem como construtora da realidade

5.4. Escuta ativa

5.4.1. O que é a escuta ativa?
5.4.2. Componentes da escuta ativa

5.4.2.1. Disposição e atitude
5.4.2.2. Intenção
5.4.2.3. Empatia
5.4.2.4. Respeito
5.4.2.5. Feedback positivo

5.4.3. Escuta ativa em ambientes de aprendizagem

5.4.3.1. Finalidade da escuta ativa
5.4.3.2. Benefícios

5.4.4. Intenção da escuta ativa

5.4.4.1. Consciência
5.4.4.2. Responsabilidade
5.4.4.3. Ação

5.5. Calibração

5.5.1. Conceito de calibração
5.5.2. Processo de calibração

5.5.2.1. Observação corporal
5.5.2.2. Emocionalidade
5.5.2.3. Linguagem

5.5.3. Aplicações de calibragem no Coaching e na Educação

5.5.3.1. Observação de estados de grupo
5.5.3.2. Observação de subgrupos e indivíduos
5.5.3.3. Compreensão e aceitação
5.5.3.4. Valoração
5.5.3.5. Ser conscientes
5.5.3.6. Agir de acordo com as necessidades dos outros

5.6. Rapport

5.6.1. Conceito de Rapport
5.6.2. A arte de domar cavalos
5.6.3. Usos do Rapport
5.6.4. Procedimentos para gerar o Rapport

5.6.4.1. Movimentos e gestos
5.6.4.2. Palavras e linguagem
5.6.4.3. Emoções
5.6.4.4. Energia
5.6.4.5. Aplicação do Rapport no Coaching
5.6.4.6. Aplicação do Rapport na Educação

5.7. Feedback

5.7.1. Conceito de Feedback
5.7.2. Finalidade de um bom Feedback

5.7.2.1. Nutrir o processo de comunicação
5.7.2.2. Autoestima
5.7.2.3. Motivação
5.7.2.4. Informação

5.7.3. O Feedback como reforço da comunicação
5.7.4. A necessidade de um bom Feedback na educação

Módulo 6. Coaching educativo 

6.1. O que é o Coaching educacional? Bases e fundamentos

6.1.1. Definição e conexão com teorias educacionais e psicológicas
6.1.2. Educar na vontade do sentido
6.1.3. Nonodinâmica e Coaching
6.1.4. Logopedagogia, Coaching e Educação no ser
6.1.5. Desafios para a educação do ser a partir do Coaching e a logopedagogia
6.1.6. O Coaching a serviço do encontro dialógico entre professor e aluno. Pedagogia da alteridade
6.1.7. Estilos de relação de ajuda e Coaching

6.2. Âmbitos de aplicação do Coaching na educação

6.2.1. Coaching no contexto da relação professor-aluno Tutoria partilhada
6.2.2. Coaching no contexto da relação entre alunos Tutoria aos pares
6.2.3. Coaching para o desenvolvimento da profissão docente
6.2.4. Equipas e corpo docente Espírito de equipa, sinergias
6.2.5. Equipas de gestão e desenvolvimento de ferramentas executivas
6.2.6. Coaching para pais e mães

6.3. Benefícios da sua aplicação em contextos educacionais

6.3.1. Coaching e desenvolvimento de funções executivas e metacognição
6.3.2. Coaching e necessidade de apoio educacional
6.3.3. Coaching para alcançar a excelência
6.3.4. Desenvolvimento da autoestima e do autoconceito

6.4. Pedagogias baseadas na cooperação e no desenvolvimento da autonomia e Coaching

6.4.1. Pedagogias colaborativas
6.4.2. Vantagens da Aprendizagem Colaborativa (AC)
6.4.3. Como trabalhar com AC?
6.4.4. Técnicas de AC

6.5. Estilos de relação de ajuda e Coaching

6.5.1. O docente como coach
6.5.2. Competências do professor como "treinador" do corpo discente
6.5.3. Coaching no marco da tutoria compartilhada
6.5.4. Habilidades do professor como um facilitador de mudança
6.5.5. Aplicações no grupo da sala de aula
6.5.6. Equipas e corpo docente Espírito de equipa, sinergias
6.5.7. Equipas de gestão e desenvolvimento de ferramentas executivas

Módulo 7. Talento, vocação e criatividade

7.1. O talento e a sua importância na educação

7.1.1. Talento
7.1.2. Componentes
7.1.3. O talento é diversificado
7.1.4. Medição e descoberta de talentos
7.1.5. Teste de Gallup
7.1.6. Teste de Garp
7.1.7. Career Scope
7.1.8. MBTI
7.1.9. Sucess DNA

7.2. Talento e competências-chave

7.2.1. Paradigma das competências-chave
7.2.2. Competências-chave
7.2.3. O papel das Inteligências
7.2.4. Conhecimento: Usos e Abusos na Educação
7.2.5. A importância das competências
7.2.6. O fator diferenciador da atitude
7.2.7. Relação entre talento e competências-chave

7.3. Desenvolvimento do talento

7.3.1. Modalidades de aprendizagem Richard Felder
7.3.2. O Elemento
7.3.3. Procedimentos para o desenvolvimento do talento
7.3.4. Dinâmica da tutoria
7.3.5. Talento e abordagem educativa

7.4. Mecanismos da motivação

7.4.1. Necessidades, desejos e motivações
7.4.2. Tomada de decisões
7.4.3. Capacidades executivas
7.4.4. Procrastinação
7.4.5. Dever, amor e prazer na Educação
7.4.6. Hábitos emocionais para motivação
7.4.7. Crenças por motivação
7.4.8. Valores para a motivação

7.5. Vocação, significado e objetivo

7.5.1. A importância da vocação
7.5.2. Significado e objetivo
7.5.3. Visão, missão, compromisso
7.5.4. Explorar a vocação
7.5.5. Vocação para o ensino
7.5.6. Educar para a vocação

7.6. Rumo a uma definição de criatividade

7.6.1. A criatividade
7.6.2. Função cerebral e criatividade
7.6.3. Inteligências, talentos e criatividade
7.6.4. Emoções e criatividade
7.6.5. Crenças e criatividade
7.6.6. Pensamento divergente
7.6.7. Pensamento convergente
7.6.8. O processo criativo e as suas fases
7.6.9. Dinâmica da Disney

7.7. Porquê a criatividade?

7.7.1. Argumentos a favor da criatividade nos dias de hoje
7.7.2. Criatividade pessoal para a vida
7.7.3. Criatividade na arte
7.7.4. Criatividade para a resolução de problemas
7.7.5. Criatividade para o desenvolvimento profissional
7.7.6. Criatividade nos processos de Coaching

7.8. Desenvolvimento da criatividade

7.8.1. Condições para a criatividade
7.8.2. As disciplinas artísticas como precursoras da criatividade
7.8.3. A abordagem da Terapia da Arte
7.8.4. Criatividade aplicada aos desafios e resolução de problemas
7.8.5. Pensamento relacional
7.8.6. Os chapéus de Edward de Bono

7.9. A criatividade como um valor na Educação

7.9.1. A necessidade de fomentar a criatividade na educação
7.9.2. Metodologias ativas e novidade
7.9.3. Modelos educativos que valorizam a criatividade
7.9.4. Meios, tempos e espaços para aplicar a criatividade nas salas de aula
7.9.5. Educação disruptiva
7.9.6. Visual Thinking
7.9.7. Pensamento de design

Módulo 8. Metodologias ativas e inovação

8.1. Metodologias ativas

8.1.1. O que são as metodologias ativas?
8.1.2. Pontos-chave para um desenvolvimento metodológico baseado na atividade estudantil
8.1.3. Relação entre aprendizagem e metodologias ativas
8.1.4. História das metodologias ativas

8.1.4.1. De Sócrates a Pestalozzi
8.1.4.2. Dewey
8.1.4.3. Instituições que promovem metodologias ativas

8.1.4.3.1. A instituição de ensino gratuita
8.1.4.3.2. A nova escola
8.1.4.3.3. A escola republicana individual

8.2. A aprendizagem baseada em projetos, problemas e desafios

8.2.1. Companheiros de viagem Cooperação entre professores
8.2.2. Fases do design ABP

8.2.2.1. Tarefas, atividades e exercícios
8.2.2.2. Socialização rica
8.2.2.3. Tarefas de investigação

8.2.3. Fases do desenvolvimento ABP

8.2.3.1. As teorias de Benjamin Bloom
8.2.3.2. A taxonomia de Bloom
8.2.3.3. A taxonomia revista de Bloom
8.2.3.4. A pirâmide de Bloom
8.2.3.5. A teoria de David A. Kolb: A aprendizagem baseada na experiência
8.2.3.6. O círculo de Kolb

8.2.4. O produto final

8.2.4.1. Tipos de produtos finais

8.2.5. Avaliação em ABP

8.2.5.1. Técnicas e instrumentos de avaliação
8.2.5.2. Observação
8.2.5.3. Desempenho
8.2.5.4. Perguntas

8.2.6. Exemplos práticos Projetos de ABP

8.3. A aprendizagem baseada no pensamento

8.3.1. Princípios básicos

8.3.1.1. Porquê, como e onde melhorar o pensamento
8.3.1.2. Os organizadores do pensamento
8.3.1.3. A infusão com o currículo académico
8.3.1.4. Atenção às competências, processos e disposições
8.3.1.5. A importância de ser explícito
8.3.1.6. Atenção à metacognição
8.3.1.7. Transferência da aprendizagem
8.3.1.8. Construir um programa infundido
8.3.1.9. A necessidade de desenvolvimento contínuo do pessoal

8.3.2. Ensinar a pensar TBL

8.3.2.1. Cocriação dos mapas de reflexão
8.3.2.2. Capacidade de pensar
8.3.2.3. Metacognição
8.3.2.4. Projeto de pensamento

8.4. A aprendizagem baseada em eventos

8.4.1. Aproximação ao conceito
8.4.2. Bases e fundamentos
8.4.3. A pedagogia da sustentabilidade
8.4.4. Benefícios na aprendizagem

8.5. A aprendizagem baseada no jogo

8.5.1. Os jogos como recursos para a aprendizagem
8.5.2. A gamificação

8.5.2.1. O que é a gamificação?
8.5.2.2. Fundamentos
8.5.2.3. A narrativa
8.5.2.4. Dinâmicas
8.5.2.5. Mecânicas
8.5.2.6. Componentes
8.5.2.7. Os emblemas
8.5.2.8. Algumas aplicações de gamificação
8.5.2.9. Exemplos
8.5.2.10. Críticas à gamificação, limitações e erros comuns

8.5.3. Porquê utilizar videojogos na educação?
8.5.4. Tipos de jogadores segundo a teoria de Richard Bartle
8.5.5. Os Escape Room/Breakedu, uma forma organizada de entender a educação

8.6. The Flipped classroom, a sala de aula invertida

8.6.1. A organização dos horários de trabalho
8.6.2. Vantagens da sala de aula invertida

8.6.2.1. Como posso ensinar eficazmente usando salas de aula invertidas?

8.6.3. Desencontros da abordagem da sala de aula invertida
8.6.4. Os quatro pilares da sala de aula invertida
8.6.5. Recursos e ferramentas
8.6.6. Exemplos práticos

8.7. Outras tendências na educação

8.7.1. A robótica e a programação na educação
8.7.2. E-learning, Micro e outras tendências de metodologias em rede
8.7.3. A aprendizagem baseada em Neuroeducação

8.8. Metodologias naturais e gratuitas baseadas no desenvolvimento do indivíduo

8.8.1. Metodologia Waldorf

8.8.1.1. Bases metodológicas
8.8.1.2. Pontos fortes, oportunidades e fraquezas

8.8.2. Maria Montessori, a pedagogia da responsabilidade

8.8.2.1. Bases metodológicas
8.8.2.2. Pontos fortes, oportunidades e fraquezas

8.8.3. Summerhill, uma visão radical de como educar bases metodológicas

8.8.3.1. Bases metodológicas
8.8.3.2. Pontos fortes, oportunidades e fraquezas

8.9. Educação inclusiva

8.9.1. Existe inovação sem inclusão?
8.9.2. Aprendizagem cooperativa

8.9.2.1. Princípios
8.9.2.2. A coesão do grupo
8.9.2.3. Dinâmicas simples e complexas

8.9.3. O ensino partilhado

8.9.3.1. Rácios e atenção aos alunos
8.9.3.2. A coordenação do ensino como estratégia para a melhoria dos alunos

8.9.4. Ensino a vários níveis

8.9.4.1. Definição
8.9.4.2. Modelos

8.9.5. Plano Universal para a Aprendizagem

8.9.5.1. Princípios
8.9.5.2. Diretrizes

8.9.6. Experiências inclusivas

8.9.6.1. Projeto Roma
8.9.6.2. Os grupos interativos
8.9.6.3. Diálogos
8.9.6.4. Comunidades de aprendizagem
8.9.6.5. Projeto INCLUD-ED

Módulo 9. Coaching para a inovação e excelência educacional 

9.1. Aprofundar o bem-estar como um fator de excelência nas comunidades educacionais

9.1.1. A evolução da sociedade e o seu impacto na Educação

9.1.1.1. Características da sociedade atual
9.1.1.2. Desafios da sociedade atual
9.1.1.3. Novas necessidades educativas

9.1.2. Fatores sociais
9.1.3. Fatores profissionais
9.1.4. Bem-estar e excelência
9.1.5. Fatores para o bem-estar educacional
9.1.6. A inclusão como realidade
9.1.7. Escola e família

9.2. Planos de desenvolvimento profissional e bem-estar dos professores

9.2.1. Mal-estar pedagógico
9.2.2. Bem-estar pedagógico
9.2.3. Ensino e desenvolvimento pessoal
9.2.4. Vida pessoal e vida profissional
9.2.5. Revisão e avaliação pedagógica
9.2.6. Bem-estar pedagógico como um fator de excelência educacional
9.2.7. Inspirado para inspirar os caminhos da v
9.2.8. Plano de bem-estar pedagógico

9.3. Excelência educativa

9.3.1. Rumo a um conceito de excelência na Educação
9.3.2. Ensino vs. Aprendizagem
9.3.3. Excelência com base nas necessidades
9.3.4. Exigência e excelência
9.3.5. Fatores e medidas
9.3.6. Gestão para a excelência educacional

9.4. Coaching para a inovação

9.4.1. Processos de inovação educacional através do Coaching

9.4.1.1. Nas aprendizagens
9.4.1.2. Nos grupos
9.4.1.3. Nos docentes
9.4.1.4. Na direção administrativa
9.4.1.5. Na escola

9.4.2. A avaliação como ferramenta para a inovação
9.4.3. O que avaliar, quando avaliar e como
9.4.4. Objetivos para a inovação
9.4.5. Estabelecer indicadores de sucesso
9.4.6. Seguimento de processos
9.4.7. Celebrar as conquistas
9.4.8. Plano de inovação educativa

9.5. Educar na vontade do sentido

9.5.1. Aproximação ao conceito
9.5.2. O pensamento de Viktor Frankl
9.5.3. Logoterapia e educação

9.6. Rumo a uma pedagogia da interioridade

9.6.1. Espiritualidade e pedagogia
9.6.2. “Aprender a ser”

9.7. Coaching para uma Educação Integrativa

9.7.1. Rumo a uma pedagogia da interioridade
9.7.2. Educar a pessoa completa
9.7.3. Educar os três centros
9.7.4. Dever e prazer na Educação
9.7.5. Educar de forma integradora
9.7.6. Conclusões: um caminho à frente
9.7.7. Um projeto educacional desde o Coaching educacional

9.8. Sentido e propósito da educação

9.8.1. O círculo dourado
9.8.2. Porquê e para quê?
9.8.3. Como?
9.8.4. O quê?
9.8.5. Alinhamento de níveis em Educação
9.8.6. Educar na vontade do sentido
9.8.7. Desafios para a educação do ser a partir do Coaching e a logopedagogia
9.8.8. Ferramentas para o alinhamento dos níveis de educação

9.9. Educar para ser

9.9.1. Contribuições pedagógicas na Educação
9.9.2. Relatório da Comissão Faure para a UNESCO
9.9.3. Relatório Jacques DElors
9.9.4. Decálogo de uma Educação para Ser
9.9.5. Além do conhecimento
9.9.6. Educar para a vida
9.9.7. Educar de forma integradora
9.9.8. Habitar-se a si mesmo por dentro
9.9.9. Educar o ego e o ser
9.9.10. Desenvolver um sentido
9.9.11. Inclusividade e o bem comum
9.9.12. Autorrealização e serviço
9.9.13. Transformação

Módulo 10. O cérebro emocional

10.1. O cérebro emocional
10.2. Emoções positivas vs. negativas
10.3. Arousal vs. Valência
10.4. A inteligência emocional e a educação das emoções a partir do modelo de Mayer e Salovey
10.5. Outros modelos de inteligência emocional e transformação emocional
10.6. Competências socioemocionais e criatividade de acordo com o nível de inteligência
10.7. Quociente Emocional vs. Inteligência Inteligência
10.8. Alexitimia vs. Hiperemotividade
10.9. Saúde emocional
10.10. O cérebro social

Módulo 11. Inteligência emocional

11.1. Definição de Inteligência Emocional

11.1.1. Análise histórica da IE
11.1.2. Vários autores que cunharam uma definição de IE
11.1.3. Thorndike e a inteligência social
11.1.4. Salovey e Mayer
11.1.5. Daniel Goleman
11.1.6. Definição de Inteligência Emocional
11.1.7. Componentes da Inteligência Emocional
11.1.8. Características de las capacidades de la IE
11.1.9. Chaves para desenvolver a Inteligência Emocional

11.2. Emoções

11.2.1. Emoção, o caminho para uma definição
11.2.2. Para que servem as emoções?
11.2.3. Processo emocional

11.2.3.1. Diferença entre emoção e sentimento

11.2.4. Classificação e tipos de emoções

11.3. Emoções, atitude e competência

11.3.1. A atitude

11.3.1.1. O que é a atitude?
11.3.1.2. Componentes da atitude

11.3.2. Otimismo
11.3.3. Competências emocionais
11.3.4. Habilidades sociais ou relações interpessoais

11.4. Gestão emocional

11.4.1. Em que consiste a gestão emocional?
11.4.2. Autoconhecimento
11.4.3. Consciência emocional
11.4.4. Autoavaliação

11.4.4.1. As nossas forças e fraquezas

11.4.5. Comunicação interna
11.4.6. Comunicação externa

11.4.6.1. O poder das palavras

11.4.7. Assertividade

11.4.7.1. Estilos comunicativos

11.4.8. Linguagem não verbal
11.4.9. A postura e as emoções

11.5. Inteligência emocional e Educação

11.5.1. Inteligência Emocional na sala de aula
11.5.2. Vantagens da IE na sala de aula
11.5.3. Benefícios da Inteligência Emocional
11.5.4. A Inteligência Emocional no corpo estudantil
11.5.5. O clima da sala de aula

11.5.5.1. A relação do professor com os alunos
11.5.5.2. A relação entre os alunos na sala de aula

11.5.6. A compreensão emocional na sala de aula
11.5.7. Inteligência Emocional e desempenho académico
11.5.8. Aprendizagem emocionante
11.5.9. Ferramentas para a gestão da sala de aula

11.6. As capacidades do pensamento

11.6.1. Aproximação ao conceito
11.6.2. Tipos de capacidades e vínculos entre elas

11.7. Automotivação e habilidades de realização

11.7.1. A educação emocional na formação de professores
11.7.2. As emoções na prática do ensino

11.8. Bem-estar pedagógico

11.8.1. As chaves para o bem-estar dos professores
11.8.2. A educação emocional e o papel do professor
11.8.3. O método de pensamento emocional

11.8.3.1. Autoconhecimento
11.8.3.2. Autoestima
11.8.3.3. Controlo emocional
11.8.3.4. Motivação
11.8.3.5. Empatia
11.8.3.6. Liderança
11.8.3.7. O professor emocionalmente inteligente
11.8.3.8. Empatia e comunicação com os estudantes
11.8.3.9. Técnicas para conseguir um Feedback enriquecedor

11.9. Hábitos de pessoas com alta inteligência emocional

11.9.1. O que é uma equipa com alta inteligência emocional?
11.9.2. A tríade do sucesso
11.9.3. Visão pessoal
11.9.4. Liderança pessoal
11.9.5. Administração e gestão pessoal
11.9.6. Liderança interpessoal
11.9.7. Sinergia
11.9.8. Flexibilidade e adaptação criativa
11.9.9. Resiliência
11.9.10. Elementos que geram alto desempenho

11.10. Pessoas altamente sensíveis

11.10.1. Aproximação ao conceito
11.10.2. Alta sensibilidade e outros traços de personalidade

Módulo 12.  Inteligência emocional

12.1. Teorias e modelos da Inteligência Emocional
12.2. Componentes da Inteligência Emocional
12.3. Fisiologia da Inteligência Emocional
12.4. Evolução da Inteligência Emocional
12.5. Avaliação da Inteligência Emocional
12.6. Diferenças de género da Inteligência Emocional
12.7. Influência social da Inteligência Emocional
12.8. Famílias e Inteligência Emocional
12.9. Mitos e modelos da Inteligência Emocional

Módulo 13. Liderança educativa

13.1. Estruturas de poder numa instituição de ensino
13.2. Escolha e funções do líder
13.3. Ambiente de trabalho
13.4. Conflito escolar entre professores
13.5. Conflitos com os alunos
13.6. Técnicas de intervenção grupal
13.7. Técnicas de liderança
13.8. Intervenção entre professores
13.9. Intervenções na sala de aula
13.10. Mudança na sala de aula

Módulo 14. Inteligência Emocional na primária dos 0 aos 6 anos de idade

14.1. Características da infância
14.2. As emoções na infância
14.3. O papel dos pais na infância
14.4. O papel dos outros na infância
14.5. Desenvolvimento da infância
14.6. Distúrbios emocionais na infância
14.7. Diagnóstico na infância
14.8. Ferramentas de IE de intervenção na infância
14.9. Intervenção com a IE na infância
14.10. Avaliação da eficácia da IE na infância

Módulo 15. Inteligência Emocional nos professores da primária

15.1. O papel pedagógico no ensino primário
15.2. Funções e limites do professor da primária
15.3. Deteção e diagnóstico do professor da primária
15.4. Ferramentas de IE para professores da primária
15.5. Intervenção em IE para professores da primária
15.6. Efeito da intervenção em IE do professor da primária
15.7. Conflito com colegas do professor da primária
15.8. Conflito com pais da parte do professor da primária
15.9. Intervenção da IE no conflito entre professores da primária
15.10. Intervenção de IE no ambiente de trabalho para professores da primária

Módulo 16. Inteligência Emocional no ensino básico dos 6 aos 12 anos de idade

16.1. Características do ensino básico
16.2. As emoções no ensino básico
16.3. O papel dos pais no ensino básico
16.4. O papel dos outros no ensino básico
16.5. Desenvolvimento do ensino básico
16.6. Distúrbios emocionais no ensino básico
16.7. Diagnóstico no ensino básico
16.8. Ferramentas de IE de intervenção no ensino básico
16.9. Intervenção com o IE no ensino básico
16.10. Avaliação da eficácia do IE no ensino básico

Módulo 17. Inteligência Emocional nos professores do ensino básico

17.1. O papel do docente do ensino básico
17.2. Funções e limites do professor do ensino básico
17.3. Deteção e diagnóstico do professor do ensino básico
17.4. Ferramentas de IE para professores do ensino básico
17.5. Intervenção em IE para professores do ensino básico
17.6. Efeito da intervenção em IE do professor do ensino básico
17.7. Conflito com colegas do professor do ensino básico
17.8. Conflito com pais da parte do professor do ensino básico
17.9. Intervenção da EI no conflito entre professores do ensino básico
17.10. Intervenção de IE no ambiente de trabalho para professores do ensino básico

Módulo 18. Inteligência Emocional no secundário dos 12 aos 16 anos de idade

18.1. Características do ensino secundário
18.2. As emoções no ensino secundário
18.3. O papel dos pais no ensino secundário 
18.4. O papel dos outros no ensino secundário
18.5. Desenvolvimento no ensino secundário
18.6. Distúrbios emocionais no ensino secundário
18.7. Diagnóstico no ensino secundário
18.8. Ferramentas de IE de intervenção no ensino secundário
18.9. Intervenção com o IE no ensino secundário
18.10. Avaliação da eficácia do IE no ensino secundário

Módulo 19.  Inteligência Emocional nos professores do ensino secundário

19.1. O papel do docente do ensino secundário
19.2. Funções e limites do professor do ensino secundário
19.3. Deteção e diagnóstico do professor do ensino secundário
19.4. Ferramentas de IE para professores do ensino secundário
19.5. Intervenção em IE para professores do ensino secundário
19.6. Efeito da intervenção em IE do professor do ensino secundário
19.7. Conflito com colegas do professor do ensino secundário
19.8. Conflito com pais da parte do professor do ensino secundário
19.9. Intervenção da EI no conflito entre professores do ensino secundário
19.10. Intervenção de IE no ambiente de trabalho para professores do ensino secundário

Este Mestrado Avançado conta com um programa de qualidade adaptado às últimas tendências no campo do Coaching Educativo”

"

Mestrado Avançado em Coaching Educativo e Inteligência Emocional

.

Práticas psicológicas baseadas na orientação e pedagogia da inteligência emocional destacam-se como uma área que, devido à natureza dos seus processos e ao vasto campo de aplicação dos mesmos, tem sido caracterizada pela contínua evolução das suas metodologias, ferramentas e protocolos de intervenção. Esta situação tem gerado um interesse crescente, por parte de psicólogos especializados na área, na procura e abordagem de programas de atualização académica que permitam uma abordagem otimizada das principais inovações no sector. Compreendendo esta situação e com a intenção de oferecer alternativas académicas de qualidade, na TECH Universidade Tecnológica concebemos um Grande Mestrado em Coaching Educativo e Inteligência Emocional, centrado em novas tendências práticas e metodológicas aplicadas ao desenvolvimento de processos de intervenção da inteligência emocional em contextos do ensino secundário. Do mesmo modo, neste curso de pós-graduação, será dada especial ênfase à atualização de aspetos como o conhecimento das particularidades correspondentes à abordagem psicoterapêutica e psicodinâmica dos processos modernos de coaching; seguido da identificação da importância dos fatores sociais e familiares no desenvolvimento e gestão emocional das crianças do ensino primário.

Estudo um Grande Mestre on-line em coaching educacional e inteligência emocional

.

Processos de coaching educativo modernos requerem o envolvimento de uma vasta gama de fatores comunicativos, psicológicos e metodológicos, exigindo um extenso grau de preparação, conhecimento e perícia de profissionais especializados na área, de modo a ter um desempenho ótimo nesta área. No nosso programa, aprenderá o conjunto de conhecimentos, competências e habilidades essenciais para uma aprendizagem adequada nos diferentes contextos e cenários de desenvolvimento do sector. Desta forma, é dada prioridade à modernização dos seguintes tópicos, tais como o psicoaching e os diferentes âmbitos e limitações dos seus processos e práticas; seguido do conhecimento dos novos instrumentos de orientação implementados para melhorar os processos de intervenção da inteligência emocional na infância.

"