Qualificação universitária
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Apresentação do programa
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Plano de estudos
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Módulo 1 Cirurgia periorbital e facial superior
1.1. Anatomia da região orbital e periorbital
1.1.1. Introdução
1.1.2. Estrutura óssea
1.1.2.1. Descrição topográfica
1.1.3. Musculatura
1.1.3.1. Musculatura extrínseca
1.1.4. Vascularização
1.1.5. Inervação
1.1.6. Compartimentos gordos
1.1.7. Sistema linfático da órbita
1.1.8. Glândula lacrimal
1.1.9. Zonas perigosas
1.1.10. Resumo
1.2. Considerações estéticas da região periorbital
1.2.1. Introdução
1.2.2. Tecidos moles
1.2.2.1. Pele e anexos
1.2.2.2. Unidades estéticas
1.2.3. Antropometria da região periorbital
1.2.4. Variação de acordo com o género
1.2.5. Variação por etnia
1.2.6. Alterações associadas ao envelhecimento
1.2.7. Resumo
1.3. Técnicas básicas em cirurgia plástica oftálmica
1.3.1. Introdução
1.3.2. Incisão
1.3.3. Fecho de feridas
1.3.4. Fecho de ferida de rotina
1.3.5. Excisão e reparação da margem palpebral de espessura total
1.3.6. Resumo
1.4. Avaliação pré-operatória
1.4.1. Patologia evidente
1.4.2. Posição das pálpebras
1.4.3. Distância margem-reflexo
1.4.4. Telecanto
1.4.5. Movimento das pálpebras
1.4.6. Função de elevação
1.4.7. Laxismo dos retratores das pálpebras inferiores
1.4.8. Fenómeno de Bell
1.4.9. Distúrbio da mandíbula
1.4.10. Fadiga na miastenia gravis
1.4.11. Posição dos olhos
1.4.11.1. Exoftalmometria
1.4.11.2. Deslocamento dos olhos
1.4.12. Movimento dos olhos
1.4.13. Outros exames
1.4.14. Posição das sobrancelhas
1.4.15. Borda lateral e bochecha
1.4.16. Dobra da pele da pálpebra superior
1.4.17. Laxismo horizontal da pálpebra inferior
1.4.18. Tendões mediais e laterais cantais
1.4.19. Olho e órbita
1.4.20. Pontos-chave
1.5. Anestesia
1.5.1. Infiltração local
1.5.2. Abordagem subcutânea
1.5.3. Abordagem subconjuntival
1.5.4. Anestesia tumescente local
1.5.5. Bloqueios regionais
1.5.5.1. Bloqueio do nervo frontal
1.5.5.2. Bloqueio do nervo trigémeo
1.5.5.3. Bloqueio nervoso infraorbital
1.5.5.4. Bloqueio do nervo frontal
1.5.5.5. Bloqueio dos nervos faciais
1.5.6. Reações adversas aos anestésicos locais
1.5.7. Resumo
1.6. Técnicas para Oculoplastia Estética
1.6.1. Introdução
1.6.2. Blefaroplastia superior
1.6.2.1. Avaliação pré-operatória
1.6.2.2. Marcação pré-operatória
1.6.2.3. Técnica cirúrgica passo a passo
1.6.2.4. Cuidados pós-operatórios
1.6.2.5. Complicações
1.6.3. Blefaroplastia inferior
1.6.3.1. Avaliação pré-operatória
1.6.3.2. Marcação pré-operatória
1.6.3.3. Técnica cirúrgica passo a passo
1.6.3.4. Abordagem Transconjuntival
1.6.3.5. Abordagem subciliar
1.6.3.6. Cuidados pós-operatórios
1.6.3.7. Complicações
1.6.4. Resumo
1.7. Técnicas para Oculoplastia reconstrutiva
1.7.1. Blefaroplastia de aumento
1.7.1.1. Introdução
1.7.1.2. Avaliação pré-operatória
1.7.1.3. Marcação pré-operatória
1.7.1.4. Técnica cirúrgica
1.7.1.5. Pálpebra superior
1.7.1.6. Pálpebra inferior
1.7.1.7. Cuidados pós-operatórios
1.7.1.8. Complicações
1.7.2. Cantopexias e cantoplastias
1.7.2.1. Avaliação pré-operatória
1.7.2.2. Marcação pré-operatória
1.7.2.3. Técnica cirúrgica
1.7.2.3.1. Cantoplastia
1.7.2.3.2. Cantopexia
1.7.2.4. Cuidados pós-operatórios
1.7.2.5. Complicações
1.7.2.6. Resumo
1.8. Terço superior da face
1.8.1. Introdução
1.8.2. Anatomia do terço superior
1.8.2.1. Estrutura óssea
1.8.2.2. Musculatura
1.8.2.3. Vascularização
1.8.2.4. Inervação
1.8.2.5. Compartimentos gordos
1.8.3. Lifting facial superior
1.8.3.1. Avaliação pré-operatória
1.8.3.2. Marcação pré-operatória
1.8.3.3. Técnica cirúrgica
1.8.3.4. Cuidados pós-operatórios
1.8.3.5. Complicações
1.8.4. Lifting do terço superior endoscópico
1.8.4.1. Avaliação pré-operatória
1.8.4.2. Marcação pré-operatória
1.8.4.3. Técnica cirúrgica
1.8.4.4. Cuidados pós-operatórios
1.8.4.5. Complicações
1.8.5. Redução frontal
1.8.5.1. Avaliação pré-operatória
1.8.5.2. Marcação pré-operatória
1.8.5.3. Técnica cirúrgica passo a passo
1.8.5.4. Cuidados pós-operatórios
1.8.5.5. Complicações
1.8.6. Resumo
1.9. Lifting de sobrancelhas
1.9.1. Introdução
1.9.2. Avaliação pré-operatória
1.9.3. Marcação pré-operatória
1.9.4. Anestesia e posicionamento cirúrgico
1.9.5. Técnica cirúrgica
1.9.5.1. Abordagem palpebral
1.9.5.2. Abordagem coronal
1.9.5.3. Técnica endoscópica
1.9.5.4. Gliding brow-lift
1.9.6. Cuidados pós-operatórios
1.9.7. Complicações
1.9.7.1. Sobrancelhas levantadas inferiores
1.9.8. Resumo
1.10. Procedimentos complementares à cirurgia das pálpebras
1.10.1. Introdução
1.10.2. Denervação química
1.10.3. Uso de toxina botulínica
1.10.4. Volumização
1.10.4.1. Área orbital
1.10.4.2. Terço superior
1.10.5. Gestão da hiperpigmentação da zona sob os olhos
1.10.5.1. Peeling químico
1.10.5.2. Utilização de equipamento de produção de energia
1.10.6. Resumo
Módulo 2 Cirurgia de rejuvenescimento facial e cervical
2.1. Anatomia facial
2.1.1. Introdução
2.1.2. Regiões faciais
2.1.3. Planos faciais
2.1.4. Pele
2.1.5. Subcutânea
2.1.6. Músculo aponeurótico
2.1.7. Ligamentos de retenção
2.1.8. Periósteo e fáscia profunda
2.1.9. Considerações específicas por região anatómica
2.1.10. Análise cervicofacial
2.1.11. Envelhecimento facial
2.1.11.1. Teorias do envelhecimento
2.1.11.2. Mudanças estruturais
2.1.12. Zonas perigosas
2.1.13. Resumo
2.2. Lifting facial subperiosteal do terço médio
2.2.1. Introdução
2.2.2. Avaliação pré-operatória
2.2.3. Técnica cirúrgica
2.2.4. Cuidados pós-operatórios
2.2.5. Complicações
2.2.6. Resumo
2.3. Ritidoplastia cervicofacial
2.3.1. Introdução
2.3.2. Seleção do paciente
2.3.3. Marcação pré-operatória
2.3.4. Técnica cirúrgica
2.3.5. Cuidados pós-operatórios
2.3.6. Complicações
2.3.7. Resumo
2.4. Cervicoplastia
2.4.1. Introdução
2.4.2. Classificação das doenças cervicofaciais
2.4.3. Tratamento
2.4.3.1. Lipoaspiração submental
2.4.3.2. Submentoplastia com pletismografia
2.4.3.3. Excisão das glândulas submandibulares
2.4.4. Cuidados pós-operatórios
2.4.5. Complicações
2.4.6. Resumo
2.5. Facelift SMAS (Sistema Músculo Aponeurótico Superficial)
2.5.1. Introdução
2.5.2. Avaliação do paciente
2.5.3. Marcação pré-operatória
2.5.4. SMAS flaps
2.5.4.1. SMAS plicatura
2.5.4.2. Mastectomia
2.5.4.3. SMAS estendido
2.5.4.4. MACS lift(Minimal Access Cranial Approach)
2.5.4.5. High SMAS
2.5.5. Suturas de suspensão
2.5.6. Mini lift
2.5.7. Cuidados pós-operatórios
2.5.8. Complicações
2.5.9. Resumo
2.6. Rejuvenescimento inferior
2.6.1. Introdução
2.6.2. Anatomia e antropometria do lábio
2.6.3. Aparência ideal
2.6.4. Variações por género e etnia
2.6.5. Processo de envelhecimento
2.6.5.1. Peeling químico
2.6.5.2. Resurfacing com laser
2.6.5.3. Toxina botulínica
2.6.5.4. Preenchimentos faciais
2.6.6. Lifting subnasal
2.6.7. Marcação pré-operatória
2.6.8. Técnica cirúrgica
2.6.9. Complicações
2.6.10. Resumo
2.7. Gestão estética do queixo
2.7.1. Introdução
2.7.2. Análise estática
2.7.3. Osteotomias
2.7.3.1. Deslizamento
2.7.3.2. Escalão
2.7.3.3. Cunha
2.7.3.4. Enxertos
2.7.3.5. Complicações
2.7.4. Genioplastia com prótese
2.7.4.1. Tipos de próteses e escolha
2.7.4.2. Abordagem intraoral
2.7.4.3. Abordagem externa
2.7.5. Complicações
2.7.6. Resumo
2.8. Rejuvenescimento da Lipoinjeção Facial
2.8.1. Enxerto de gordura: princípios e generalidades
2.8.2. Colheita de gordura
2.8.2.1. Seleção do local doador
2.8.2.2. Solução tumescente
2.8.2.3. Seleção de cânulas
2.8.2.4. Lipoaspiração
2.8.2.5. Técnicas de processamento de gordura
2.8.2.5.1. Centrifugação
2.8.2.5.2. Lavagem e filtração
2.8.2.5.3. Lavagem e decantação
2.8.2.5.4. Telfa Rolling
2.8.3. Infiltração de gordura
2.8.4. Complicações
2.8.5. Resumo
2.9. Toxina Botulínica e Preenchimentos Faciais
2.9.1. Introdução
2.9.2. Preenchimentos faciais
2.9.2.1. Características
2.9.2.2. Áreas de tratamento
2.9.2.3. Técnicas de aplicação
2.9.2.4. Complicações
2.9.3. Toxina botulínica
2.9.3.1. Características
2.9.3.2. Áreas de tratamento
2.9.3.3. Técnicas de aplicação
2.9.3.4. Complicações
2.9.4. Resumo
2.10. Outras técnicas de rejuvenescimento Peelings, equipamento gerador de energia
2.10.1. Introdução
2.10.2. Anatomia e fisiologia da pele
2.10.3. Fototipos
2.10.4. Classificação dos inesteticismos faciais
2.10.5. Peelings
2.10.5.1. Generalidades e princípios básicos
2.10.5.2. Classificação
2.10.5.3. Técnicas de aplicação
2.10.5.4. Complicações
2.10.6. Equipamentos geradores de energia
2.10.6.1. Classificação
2.10.6.2. Aplicação e efeito
2.10.6.3. Complicações
2.10.6.4. Resumo
Módulo 3 Cirurgia nasal estética
3.1. Anatomia e fisiologia nasal
3.1.1. Introdução
3.1.2. Pele e subcutânea
3.1.3. Músculos Estruturas ósseas
3.1.4. Estruturas cartilaginosas
3.1.5. Válvula Nasal
3.1.5.1. Interna
3.1.5.2. Externa
3.1.6. Narinas
3.1.7. Septo Nasal
3.1.8. Córneas e meato
3.1.9. Irrigação
3.1.10. Inervação
3.1.11. Drenagem linfática
3.1.12. Fisiologia Nasal
3.1.13. Resumo
3.2. Estética nasal Profilometria Planeamento Cirúrgico Documentação fotográfica
3.2.1. Introdução
3.2.2. Unidades estéticas do nariz
3.2.3. Análise Facial
3.2.4. Diferenças anatómicas do nariz de acordo com a raça
3.2.4.1. Negro
3.2.4.2. Asiático
3.2.4.3. Latino
3.2.5. Diferenças anatómicas do nariz de acordo com o sexo
3.2.5.1. Traços masculinos
3.2.5.2. Traços femininos
3.2.6. Perfilometria
3.2.6.1. Ângulos faciais
3.2.7. Avaliação pré-operatória
3.2.8. Documentação fotográfica
3.2.8.1. Requisitos mínimos para equipamento para fotografia médica
3.2.8.2. Iluminação e fundo
3.2.8.3. Projeções
3.2.9. Resumo
3.3. Rinoplastia estrutural primária
3.3.1. Preparação do paciente
3.3.2. Anestesia e posicionamento cirúrgico
3.3.3. Instrumentos cirúrgicos
3.3.4. Técnicas cirúrgicas
3.3.4.1. Rinoplastia aberta
3.3.4.2. Rinoplastia fechada
3.3.4.3. Rinoplastia semiaberta
3.3.5. Cuidados pós-operatórios
3.3.6. Complicações
3.3.7. Resumo
3.4. Enxerto e Septoplastia de Cartilagem
3.4.1. Enxertos de cartilagem
3.4.1.1. Seleção de enxertos
3.4.1.2. Recolha de enxertos
3.4.1.3. Escultura em enxerto de cartilagem
3.4.2. Septoplastia
3.4.2.1. Definição
3.4.2.2. Técnica cirúrgica
3.4.2.2.1. Septoplastia abordagem aberta
3.4.2.2.2. Septoplastia abordagem fechada
3.4.3. Cuidados pós-operatórios
3.4.4. Complicações
3.4.5. Resumo
3.5. Remodelação da ponta nasal e cartilagens de alarme
3.5.1. Planificação
3.5.1.1. Estruturas que determinam a projeção e o aspeto da ponta
3.5.2. Anestesia e posicionamento cirúrgico
3.5.3. Tratamento de ponta
3.5.3.1. Por defeito
3.5.3.1.1. Enxertos
3.5.3.1.2. Strutgraft
3.5.3.1.3. Tipgraft
3.5.3.2. Suturas
3.5.3.2.1. Crurais
3.5.3.2.2. Interdominais
3.5.3.2.3. Transdominais
3.5.3.2.4. Ponto-cruz
3.5.3.3. Por excesso
3.5.3.3.1. Ponta bulbosa
3.5.3.3.2. Supra Tip
3.5.4. Tratamento da base nasal
3.5.4.1. Diminuição da base
3.5.4.2. Tratamento de asas nasais colapsadas
3.5.5. Complicações
3.5.6. Resumo
3.6. Remodelação do dorso nasal e osteotomias
3.6.1. Planificação
3.6.2. Escolha de abordagem
3.6.3. Redução do dorso ósseo e cartilagem
3.6.4. Spreadergrafts
3.6.5. Osteotomias
3.6.5.1. Interno, externo e medial
3.6.5.2. Modificações (Medals, Open Approach)
3.6.5.3. Aumento dorsal
3.6.5.3.1. Tecido autólogo
3.6.5.3.2. Cartilagem septal
3.6.5.3.3. Cartilagem conchal
3.6.5.3.4. Cartilagem de costela
3.6.5.3.5. Fáscia temporal
3.6.5.3.6. Outros materiais
3.6.6. Complicações
3.6.7. Resumo
3.7. Rinoplastia secundária I
3.7.1. Análise pré-operatória
3.7.1.1. Avaliação das deformidades estéticas
3.7.1.2. Avaliação deformidades funcionais
3.7.1.3. Causas mais frequentes
3.7.2. Anestesia e posicionamento cirúrgico
3.7.3. Técnica cirúrgica
3.7.4. Vias de abordagem
3.8. Rinoplastia secundária II
3.8.1. Alterações secundárias à rinoplastia primária
3.8.1.1. Alterações ósseas
3.8.1.1.1. Defeitos devidos a excesso ou défice ósseo
3.8.1.1.2. Irregularidades
3.8.1.1.3. Desvios
3.8.1.1.4. Estreitamento
3.8.1.2. Perturbações das cartilagens
3.8.1.2.1. Deformação em V - invertido
3.8.1.2.2. Desvios
3.8.1.2.3. Deformidade da sela
3.8.1.3. Defeitos na ponta nasal, asas e columela
3.8.1.4. Problemas respiratórios
3.8.2. Cuidados pós-operatórios
3.8.3. Complicações
3.8.4. Resumo
3.9. Novas técnicas de rinoplastia
3.9.1. Planificação
3.9.2. Técnica cirúrgica
3.9.2.1. Rinoplastia de preservação (Preservation Rhinoplasty)
3.9.2.2. Rinoplastia ultrasónica
3.9.3. Cuidados pós-operatórios
3.9.4. Complicações
3.9.5. Resumo
3.10. Rinomodelação com injetáveis
3.10.1. Introdução
3.10.2. Considerações de segurança na Rinomodelação
3.10.3. Tratamento do dorso do nariz
3.10.4. Tratamento da ponta nasal
3.10.5. Complicações
3.10.6. Hialuronidase
3.10.7. Resumo
Esta será uma especialização fundamental para progredir na sua carreira"
Curso de Especialização em Cirurgia Rinofacial
A cirurgia rinofacial, também conhecida como rinoplastia, é um procedimento cirúrgico realizado para corrigir e melhorar a forma, o tamanho e a aparência do nariz, bem como para resolver alguns problemas funcionais do aparelho respiratório.
Durante a cirurgia, é feita uma incisão na parte interna do nariz ou na base do nariz, dependendo das necessidades do paciente. O osso e a cartilagem do nariz são então remodelados, a forma, o tamanho e a posição do nariz são ajustados às caraterísticas anatómicas do rosto do paciente e os problemas funcionais, como dificuldades respiratórias, são corrigidos.
A recuperação da rinoplastia é geralmente relativamente rápida, embora possam ocorrer alguns efeitos secundários como dor, inchaço, nódoas negras e desconforto nasal, que podem durar várias semanas. Os resultados finais serão percetíveis vários meses após a cirurgia, uma vez que o inchaço tenha desaparecido completamente.
A rinoplastia é uma cirurgia segura e eficaz que pode melhorar significativamente a aparência facial de uma pessoa, bem como a sua qualidade de vida, desde que seja realizada por um cirurgião especializado e experiente e seguindo cuidadosamente todas as indicações e recomendações médicas relevantes.
A TECH, a maior universidade digital do mundo, tem um programa académico especializado concebido para proporcionar uma sólida compreensão das técnicas cirúrgicas utilizadas na cirurgia rinofacial, bem como na aplicação destas técnicas na prática clínica. Os estudantes aprenderão as técnicas mais avançadas e as estratégias mais eficazes para melhorar a aparência do nariz e da estrutura facial em geral. Este programa destina-se a cirurgiões plásticos que procuram especializar-se em cirurgia rinofacial, bem como àqueles que desejam melhorar as suas competências neste domínio.